sexta-feira, novembro 27, 2009

O PODER DOS MONARCAS


O primeiro pensador a formular de fato uma teoria pra dar sustentação doutrinária o absolutismo foi o francês Jean Bodin (1519-1596). Somente o rei, dizia ele, detinha o poder de fazer e revogar as leis. Para Bodin, esse poder, que chamou de soberania, emanava diretamente de Deus.

Mas tarde, o inglês Thomas Hobbes (1588-1679), em sua obra Leviatã, afirmou que em sua sociedade sem Estado imperaria a barbárie: sem a existência de um poder regulador e absoluto, haveria o que chamou de “guerra de todos contra todos”. Seria assim que teriam vivido os seres humanos no estado de natureza, isto é, em uma situação na qual a sociedade ainda não estava organizada e não havia Estado. Lembrando que a família de Hobbes era Aristocrata.

Para sair dessa situação, segundo Hobbes, as pessoas teriam estabelecido um pacto ou contrato social, por meio do qual teriam renunciado à sua liberdade original e concordado para que este garantisse a paz e segurança de toda a sociedade.

Outro defensor do absolutismo foi Jacques Bossuet (1627-1704), autor de Política segundo as Sagrados Escrituras. Bossuet afirmava que o poder do rei lhe havia sido dado por Deus e, por isso, deveria ser ilimitado e incontestável. Era a chamada Teoria do Direito Divino.

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O PODER DOS MONARCAS


O primeiro pensador a formular de fato uma teoria pra dar sustentação doutrinária o absolutismo foi o francês Jean Bodin (1519-1596). Somente o rei, dizia ele, detinha o poder de fazer e revogar as leis. Para Bodin, esse poder, que chamou de soberania, emanava diretamente de Deus.

Mas tarde, o inglês Thomas Hobbes (1588-1679), em sua obra Leviatã, afirmou que em sua sociedade sem Estado imperaria a barbárie: sem a existência de um poder regulador e absoluto, haveria o que chamou de “guerra de todos contra todos”. Seria assim que teriam vivido os seres humanos no estado de natureza, isto é, em uma situação na qual a sociedade ainda não estava organizada e não havia Estado. Lembrando que a família de Hobbes era Aristocrata.

Para sair dessa situação, segundo Hobbes, as pessoas teriam estabelecido um pacto ou contrato social, por meio do qual teriam renunciado à sua liberdade original e concordado para que este garantisse a paz e segurança de toda a sociedade.

Outro defensor do absolutismo foi Jacques Bossuet (1627-1704), autor de Política segundo as Sagrados Escrituras. Bossuet afirmava que o poder do rei lhe havia sido dado por Deus e, por isso, deveria ser ilimitado e incontestável. Era a chamada Teoria do Direito Divino.

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