sábado, julho 24, 2010

Resumo sobre Capitalismo Monopolista e Serviço Social

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL





SERVIÇO SOCIAL E O CAPITALISMO DOS MONOPÓLIOS




ALINE CRISTINA LUCENA DOS SANTOS
MARIANNE LIMA PEREIRA
SHELLEN BATISTA GALDINO





João Pessoa/PB
JUN/2010




Trabalho apresentado à disciplina Fundamentos Históricos e Teórico-Metodológicos do Serviço Social II, sob orientação da Professora Nívia Cristiane Pereira, para obtenção de nota no curso de graduação de Serviço Social.

  


"Pensar o Serviço Social na contemporaneidade requer os olhos abertos para o mundo contemporâneo para decifrá-lo e participar da sua criação. Um dos maiores desafios que o Assistente Social vive no presente é desenvolver sua capacidade de decifrar a realidade e construir propostas de trabalho criativas e capazes de preservar e efetivar direitos, a partir de demandas emergentes no cotidiano. Nós assistentes sociais temos ousado sonhar, lutar, resistir e apostar na história, construindo o futuro no presente".
Marilda Vilela Iamamoto (1997)

SERVIÇO SOCIAL E CAPITALISMO MONOPOLISTA


O Capitalismo dos Monopólios é a fase que sucede a fase do capitalismo concorrencial, nesta fase é necessária uma “exportação dos capitais”. Neste, ocorre a centralização e concentração ainda maior do capital. Aumentando a exploração, alienação, o “exército industrial de reserva”, a desigualdade e exclusão social. Esta época é a de agudizamento de todas as contradições inerentes ao sistema: contradições entre a relação Capital e o Trabalho, agravando e agudizando assim as expressões da “questão social”.
As reflexões do Capitalismo Monopolista nas relações sociais são pífias, levando a sociedade e o mundo à barbárie, como por exemplo: 1ª e 2ª guerra mundial, a crise econômica, exploração de países periféricos, guerra do Vietnam, holocausto, nazismo, fascismo etc. O Estado tem como função na era Imperialista, ser apenas um “comitê executivo” da burguesia, atendendo e favorecendo sempre a esta. Nas suas contradições e dinâmicas a classe dominante captura o Estado, esse passa a ser seu (da burguesia) e busca através do jogo democrático, a falsa democracia para se legitimar politicamente e ideologicamente. Em suma podemos dizer que nesta sociedade, o Estado opera para dar condições necessárias à acumulação e à valorização do capital monopolista.         Conforme a ordem monopólica vai invadindo o universo dos indivíduos e da sociedade como um todo, surgem propostas para redefinições de características pessoais e como estratégias e terapias de ajustamento, partindo desse processo, o Serviço Social vai emergindo, e para atender as demandas daquela conjuntura, tinha uma atividade bastante funcionalista de “ajustar” o indivíduo ao meio.
O Serviço Social como profissão, está atrelado ao surgimento da “questão social”, orientado com condutas assistencialistas e filantrópicas, com um “alicerce” da doutrina social da Igreja Católica, ou seja, surge como resposta ao acirramento das contradições capitalistas em sua fase monopolista, para o “controle” da classe trabalhadora e a legitimação dos setores dominantes e do Estado. O serviço Social surge e se consolida com a ordem monopólica, estando relacionado também com as mazelas próprias à ordem burguesa. Sendo assim, esta profissão só  se torna compreensível e histórica no âmbito da sociedade burguesa, á altura do capitalismo monopolista.
A Política Social, um dos principais meios de intervenção nas expressões da “questão social”, sendo fruto da capacidade de mobilização e organização da classe operária e do conjunto de trabalhadores, que o Estado atende a demanda como estratégia também para reproduzir e manter o sistema atual, preservando e controlando a mercadoria mais preciosa para o modo de produção capitalista, que é a força de trabalho. É como se desse "com uma mão, para tirar com a outra". A Política Social pode ser entendida também como um acordo entre a burguesia e a classe operária, por que ao mesmo tempo em que atende necessidades imediatas da classe operária, ela fragmenta e fragiliza a organização da classe operária e legitima o Estado Burguês. E com a ideologia neoliberal, que só fortalece o sistema capitalista, a perspectiva de cupabilização do sujeito é cada vez mais utilizada, descartando a conjuntura e fragilidade do próprio sistema, que em sua contradição, produz riqueza excedente, porém esta fica concentrada e centralizada nas mãos de poucos, enquanto muitos ficam “as margens” do sistema.


REFERÊNCIAS

ALMEIDA, Bernadete de Lourdes Figueiredo de. A Emersão e o Trato da “Questão Social”: do âmbito do privado a sua estatização. João Pessoa/PB: UFPB/ CCHLA/ DSS, 2007 (versão revisada)
MANDEL, Ernest. Introdução ao Marxismo. Tradução de Mariano Soares. Porto Alegre: Editora Movimento, 1982
NETTO, José Paulo. Capitalismo Monopolista e Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1992.

29 comentários :

  1. :n estão de parabens!

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  2. Parabéns muito bom mesmo

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  3. me ajudou bstante p/ fazer u m trabalho.
    :o
    estao de parabens!

    ResponderExcluir
  4. me ajudou muuuito valeu :o

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  5. vcs são d+ parabéns:p

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  6. triste! nao falou sobre metade da obra!

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  7. ñ gostei ñ eu pedi o resumo e me tras um texto enorme !!!

    ResponderExcluir
  8. :b :b :b :b :b
    Odieiiiiiiii !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  9. muito bom so que as vezes foge um pouco poderia ser melhor explicado as fases

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  10. Estou muito satisfeita com esse resumo,pois me ajudou muito.Obrigado

    ResponderExcluir
  11. maravilhoso
    gnt, eh um resumo, vcs queriam três linhas era?

    ResponderExcluir
  12. Ótimo resumo...me ajudou para apresentação de um seminário......Parabéns! :n

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sábado, julho 24, 2010

Resumo sobre Capitalismo Monopolista e Serviço Social

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL





SERVIÇO SOCIAL E O CAPITALISMO DOS MONOPÓLIOS




ALINE CRISTINA LUCENA DOS SANTOS
MARIANNE LIMA PEREIRA
SHELLEN BATISTA GALDINO





João Pessoa/PB
JUN/2010




Trabalho apresentado à disciplina Fundamentos Históricos e Teórico-Metodológicos do Serviço Social II, sob orientação da Professora Nívia Cristiane Pereira, para obtenção de nota no curso de graduação de Serviço Social.

  


"Pensar o Serviço Social na contemporaneidade requer os olhos abertos para o mundo contemporâneo para decifrá-lo e participar da sua criação. Um dos maiores desafios que o Assistente Social vive no presente é desenvolver sua capacidade de decifrar a realidade e construir propostas de trabalho criativas e capazes de preservar e efetivar direitos, a partir de demandas emergentes no cotidiano. Nós assistentes sociais temos ousado sonhar, lutar, resistir e apostar na história, construindo o futuro no presente".
Marilda Vilela Iamamoto (1997)

SERVIÇO SOCIAL E CAPITALISMO MONOPOLISTA


O Capitalismo dos Monopólios é a fase que sucede a fase do capitalismo concorrencial, nesta fase é necessária uma “exportação dos capitais”. Neste, ocorre a centralização e concentração ainda maior do capital. Aumentando a exploração, alienação, o “exército industrial de reserva”, a desigualdade e exclusão social. Esta época é a de agudizamento de todas as contradições inerentes ao sistema: contradições entre a relação Capital e o Trabalho, agravando e agudizando assim as expressões da “questão social”.
As reflexões do Capitalismo Monopolista nas relações sociais são pífias, levando a sociedade e o mundo à barbárie, como por exemplo: 1ª e 2ª guerra mundial, a crise econômica, exploração de países periféricos, guerra do Vietnam, holocausto, nazismo, fascismo etc. O Estado tem como função na era Imperialista, ser apenas um “comitê executivo” da burguesia, atendendo e favorecendo sempre a esta. Nas suas contradições e dinâmicas a classe dominante captura o Estado, esse passa a ser seu (da burguesia) e busca através do jogo democrático, a falsa democracia para se legitimar politicamente e ideologicamente. Em suma podemos dizer que nesta sociedade, o Estado opera para dar condições necessárias à acumulação e à valorização do capital monopolista.         Conforme a ordem monopólica vai invadindo o universo dos indivíduos e da sociedade como um todo, surgem propostas para redefinições de características pessoais e como estratégias e terapias de ajustamento, partindo desse processo, o Serviço Social vai emergindo, e para atender as demandas daquela conjuntura, tinha uma atividade bastante funcionalista de “ajustar” o indivíduo ao meio.
O Serviço Social como profissão, está atrelado ao surgimento da “questão social”, orientado com condutas assistencialistas e filantrópicas, com um “alicerce” da doutrina social da Igreja Católica, ou seja, surge como resposta ao acirramento das contradições capitalistas em sua fase monopolista, para o “controle” da classe trabalhadora e a legitimação dos setores dominantes e do Estado. O serviço Social surge e se consolida com a ordem monopólica, estando relacionado também com as mazelas próprias à ordem burguesa. Sendo assim, esta profissão só  se torna compreensível e histórica no âmbito da sociedade burguesa, á altura do capitalismo monopolista.
A Política Social, um dos principais meios de intervenção nas expressões da “questão social”, sendo fruto da capacidade de mobilização e organização da classe operária e do conjunto de trabalhadores, que o Estado atende a demanda como estratégia também para reproduzir e manter o sistema atual, preservando e controlando a mercadoria mais preciosa para o modo de produção capitalista, que é a força de trabalho. É como se desse "com uma mão, para tirar com a outra". A Política Social pode ser entendida também como um acordo entre a burguesia e a classe operária, por que ao mesmo tempo em que atende necessidades imediatas da classe operária, ela fragmenta e fragiliza a organização da classe operária e legitima o Estado Burguês. E com a ideologia neoliberal, que só fortalece o sistema capitalista, a perspectiva de cupabilização do sujeito é cada vez mais utilizada, descartando a conjuntura e fragilidade do próprio sistema, que em sua contradição, produz riqueza excedente, porém esta fica concentrada e centralizada nas mãos de poucos, enquanto muitos ficam “as margens” do sistema.


REFERÊNCIAS

ALMEIDA, Bernadete de Lourdes Figueiredo de. A Emersão e o Trato da “Questão Social”: do âmbito do privado a sua estatização. João Pessoa/PB: UFPB/ CCHLA/ DSS, 2007 (versão revisada)
MANDEL, Ernest. Introdução ao Marxismo. Tradução de Mariano Soares. Porto Alegre: Editora Movimento, 1982
NETTO, José Paulo. Capitalismo Monopolista e Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1992.

29 comentários :

  1. :n estão de parabens!

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  2. Parabéns muito bom mesmo

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  3. me ajudou bstante p/ fazer u m trabalho.
    :o
    estao de parabens!

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  4. me ajudou muuuito valeu :o

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  5. vcs são d+ parabéns:p

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  6. triste! nao falou sobre metade da obra!

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  7. ñ gostei ñ eu pedi o resumo e me tras um texto enorme !!!

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  8. :b :b :b :b :b
    Odieiiiiiiii !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  9. muito bom so que as vezes foge um pouco poderia ser melhor explicado as fases

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  10. Estou muito satisfeita com esse resumo,pois me ajudou muito.Obrigado

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  11. maravilhoso
    gnt, eh um resumo, vcs queriam três linhas era?

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  12. Ótimo resumo...me ajudou para apresentação de um seminário......Parabéns! :n

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