quarta-feira, junho 02, 2010


No dia 2 de junho de 1975, 150 prostitutas ocuparam a igreja de Saint-Nizier, em Lyon, na França. Elas protestavam contra multas e detenções, em nome de uma "guerra contra o rufianismo", e até contra assassinatos de colegas que sequer eram investigados. Além disso, maridos e filhos de prostitutas eram processados como rufiões, por se beneficiarem dos rendimentos das mulheres. Tabernas deixaram de alugar quartos para as trabalhadoras do sexo, com medo da repressão policial. A diretoria da igreja e a população de Lyon apoiaram a manifestação e deram proteção a elas.
A ocupação da igreja foi transmitida por todos os meios de comunicação, no país e no exterior, inclusive no Brasil. As mulheres exigiam que o seu trabalho fosse considerado "tão útil à França como outro qualquer". Outras 200 prostitutas percorreram as ruas de carro distribuindo filipetas, com denúncias de que eram "vítimas de perseguição policial", o que as impedia de trabalhar. Uma carta foi enviada ao presidente Giscard d'Estaing.

O movimento se ampliou para outras cidades francesas, como Marselha, Montpellier, Grenoble e Paris, onde colegas também entraram em greve.

No dia 10 de junho, às 5 horas de manhã, as mulheres na igreja de Saint-Nizier foram brutalmente expulsas pela polícia.

Ao ter a coragem de romper o silêncio e denunciar o preconceito, a discriminação e as arbitrariedades, chamando a atenção para a situação em que viviam, as prostitutas de Lyon entraram para a história. Por isso, o 2 de junho foi declarado, pelo movimento organizado, como o Dia Internacional da Prostituta.
Em todo o Brasil existem 35 ASSOCIAÇÕES mobilizadas em defender e criar dialogo permanente com a sociedade sobre os direitos da mulher. MULHERES SÃO IGUAIS EM QUALQUER PROFISSÃO. Segue o principio do respeito ao ser humano na sua diversidade social de pensamento,costume,cultura,raça,crença,religião e PROFISSÃO.
Elas são donas da profissão mais antiga do mundo e com muita luta.Passando por cima de muita discriminação. Aqui em João Pessoa as comemoração ocorrem na rua da area a partir das 18 horas com muita musica,teatro,dança,fotografia,pintura,cinema,grafite,oficinas de arte,educação,esporte e terapias holisticas,além da famosa corrida das calcinhas.

terça-feira, junho 01, 2010

"Capitalismo Selvagem"

Capitalismo selvagem é um termo que se refere à fase do capitalismo na época da revolução industrial (século XVIII), quando as condições de trabalho das classes trabalhadoras eram as mais desumanas possíveis, com um dia de trabalho de dezesseis horas. Hoje emprega-se a locução "capitalismo selvagem" para indicar um capitalismo de grande concorrência entre as multinacionais que dominam vários mercados ou países, com o apoio dos governos.“Capitalismo selvagem” é uma símile entre o convívio humano sob o Capitalismo e a vida animal. Quem usa este termo, evidentemente pejorativo, pretende dizer que no Capitalismo o homem vive como um animal – só os mais fortes sobrevivem e toda disputa é resolvida pela força,nesse enorme "selva de pedra".
O erro conceitual é gritante. A vida animal é de competição física por recursos limitados disponíveis na natureza. A vida humana sob o Capitalismo é de produção e troca voluntária de riqueza.Capitalismo selvagem é uma contradição.

Capitalismo Selvagem
Andread Jó

Muerte ao capitalismo salvaje (2x)

Eu não preciso ser doutor
Pra me ligar que a situação não está legal
O sistema escravo já passou
E os poderosos insistem em continuar
Escravidão mental, lavagem cerebral, corrupção liderada pelo capital (2x)

Muerte ao capitalismo salvaje (2x)

Não ligue a TV para não se assustar
O crime e a miséria em primeiro lugar
E as instituições estão falidas
Olha a nossa cara e vê se ela tá bonita

Muerte ao capitalismo salvaje (2x)

Homem Primata(Titãs)

Desde os primórdios
Até hoje em dia
O homem ainda faz
O que o macaco fazia
Eu não trabalhava
Eu não sabia
Que o homem criava
E também destruía...

Homem Primata
Capitalismo Selvagem
Oh! Oh! Oh!...(2x)

Eu aprendi
A vida é um jogo
Cada um por si
E Deus contra todos
Você vai morrer
E não vai pr'o céu
É bom aprender
A vida é cruel...

Homem Primata
Capitalismo Selvagem
Oh! Oh! Oh!...(2x)

Eu me perdi
Na selva de pedra
Eu me perdi
Eu me perdi...

"I'm a cave man
A young man
I fight with my hands
(With my hands)
I am a jungle man
A monkey man
Concrete jungle!
Concrete jungle!"

Desde os primórdios
Até hoje em dia
O homem ainda faz
O que o macaco fazia
Eu não trabalhava
Eu não sabia
Que o homem criava
E também destruía...

Homem Primata
Capitalismo Selvagem
Oh! Oh! Oh!...(2x)

Eu aprendi
A vida é um jogo
Cada um por si
E Deus contra todos
Você vai morrer
E não vai pr'o céu
É bom aprender
A vida é cruel...

Homem Primata
Capitalismo Selvagem
Oh! Oh! Oh!...(2x)

Eu me perdi
Na selva de pedra
Eu me perdi
Eu me perdi
Eu me perdi
Eu me perdi...

quinta-feira, maio 27, 2010

As quatro vinganças femininas


VINGANÇA FEMININA 1:
Um homem sempre zoava sua mulher que era loira.
Um dia, ele passou na casa de seus amigos para que eles o acompanhassem ao aeroporto, porque sua mulher iria viajar. 
Como sempre zoava com ela, ele disse na frente de todo mundo:
 
- Amor, traz uma francesinha de Paris pra mim?
 
Ela abaixou a cabeça e embarcou muito chateada. A mulher passou quinze dias na França.
 
O marido pediu que os amigos o acompanhassem novamente ao aeroporto.
 
Ao chegar lá, ele perguntou para a mulher:
 
- Amor, você trouxe minha francesinha?
 
Ela disse:
 
- Eu fiz o possível. Agora é só rezar para nascer menina!
 




 
VINGANÇA FEMININA 2: 
O casal está passeando pela praia, e ela pede que ele lhe compre um biquíni. Ele responde:
 
- Com esse corpo de máquina de lavar? Nem pensar! Continuam caminhando, e ela insiste:
 
- Bom, então compra um vestido para mim?
 
Ele responde:
 
- Com esse corpo de máquina de lavar? Nem pensar!!Passa o dia. À noite, já na cama, o marido vira para a
 
esposa e pergunta:
 
- E aí, mulher? Vamos botar a máquina de lavar para funcionar?
 
E a mulher, com ar de desprezo, responde:
 
- Para lavar só esse pedacinho de pano? Ah...! Lava na mão mesmo que dá menos trabalho!
 



  

VINGANÇA FEMININA 3:
 
A velhinha pergunta para o marido:
 
- Meu bem, depois de 40 anos de casado, me satisfaça uma curiosidade..Você já me traiu alguma vez?
 
- Sim, querida! Uma única vez! Lembra-se quando eu trabalhava na Nestlé, e tinha uma secretária chamada Margarida?
 
- Sim, me lembro!
 
- Pois é, aquele corpo já foi todinho meu!
 
E após alguns segundos, ele pergunta. E você já me traiu alguma vez?
 
-Sim, meu bem! Uma única vez! Lembra-se quando a gente morava na Vila Andrade, em frente ao Corpo de Bombeiros?
 
- Sim... me lembro! responde o marido.
 
- Pois é... aquele corpo já foi todinho meu!
 



  

VINGANÇA FEMININA 4:
 
O marido estava em seu leito de morte e chamou a mulher. Com voz rouca e já fraca, disse-lhe:
 
- Meu bem... chegue mais perto... Eu quero...lhe fazer uma confissão!
 
-Não, não!!. respondeu a mulher.
 
- Sossegue e fique quietinho aí. Você não pode fazer esforço.
 
- Mas mulher. insistiu o marido.
 
- Eu preciso morrer...em paz! Eu quero te confessar algo!

- Está bem, está
 bem! Pode falar! 
- É o seguinte... Eu saí... com a sua irmã... com a sua mãe e....com a sua melhor amiga!
 
- Eu sei, eu sei. disse e mulher.
 
- Fique quietinho e deixe o veneno fazer efeito.
 


                                                     KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK,  

JAMAIS SUBESTIME UM SER QUE SANGRA DURANTE UNS 5 DIAS TODO MÊS E NÃO MORRE ...
 

quinta-feira, abril 29, 2010

Estudantes da UFPB realizam ato político, são agredidos e têm equipamentos roubados








Na noite desta quarta-feira (28), um ato político realizado por estudantes da Universidade Federal da Paraíba culminou em agressões e roubo de equipamento eletrônico. Durante a manifestação, os estudantes exigiram a realização de novas eleições para o Diretório Central dos Estudantes (DCE), além da prestação de contas da entidade.
De acordo com o estudante Felipe Baunilha, “o início da manifestação ocorreu de forma pacífica, através da ocupação da sede do DCE e posterior diálogo com instâncias e entidades da Universidade, exigindo a realização de novas eleições e a prestação de contas do diretório”. Ainda segundo Baunilha, “no decorrer da manifestação, estudantes que fazem parte da atual diretoria do DCE iniciaram uma série de provocações e ameaças aos participantes da atividade”.
Ao término do ato, após a desocupação da sede do diretório, membros da gestão denominada “Chega de Conversa” cercaram o espaço físico da entidade e atacaram os participantes da manifestação, roubando a câmera filmadora utilizada para o registro da atividade e agredindo os estudantes presentes. Para o estudante Pedro Daniel, “são atitudes como estas que colaboram com o distanciamento e a apatia da comunidade acadêmica em relação à política e ao movimento estudantil. Espancaram um companheiro enquanto ele estava caído no chão, e não obstantes roubaram uma câmera com a fita que continha alguns momentos da manifestação”, explicou.
Os estudantes que realizaram a ocupação do DCE ainda encontram-se na universidade e garantem ficar em vigília até a manhã de hoje (29), quando será realizada uma Plenária Estudantil a partir das 11h, no Centro de Vivências, com o objetivo discutir as problemáticas enfrentadas pelos estudantes e demandas relacionadas ao Diretório Central dos Estudantes.

Histórico – Eleita em fevereiro de 2009, a gestão “Chega de Conversa” vem atuando a dois meses no Diretório Central dos Estudantes sem a legitimidade do processo eleitoral. Findada em fevereiro deste ano, o grupo nega-se a desocupar a sede da entidade, além de não prestar contas da movimentação financeira dos últimos quinze meses. De acordo com o levantamento realizado pelos próprios estudantes, cerca de R$ 300.000,00 circularam pelo DCE sem que os discentes tivessem acesso ao destino e investimento do dinheiro.
Um fato curioso destacado pelos manifestantes é a possível candidatura do atual presidente da entidade, Lucas Pereira, que pretende lançar-se candidato à Assembléia Legislativa pelo Partido Democratas e que, ainda de acordo com depoimentos, vem construindo sua campanha a partir da utilização do diretório estudantil.

sábado, abril 10, 2010

Participação Política

"Não gosto de Política" "Política e religião não se descute"... É muito comum ouvirmos em nosso dia-a-dia frases como essas ditas por pessoas de origens diferentes. De modo geral, elas refletem a imagem que muitos brasileiros têm da política: que se trata de algo desinteressante, inútil, fora do nosso alcance e sempre aberto à corrupção.


Será que política pode se resumir ou reduzir a isso? E nós devemos manter distância dela? Temos realmente de deixar essa atividade nas mãos de políticos profissionais?

Como fica nossa participação no processo de tomada de decisões, processo que está na essência mesma da política?

A sociedade em que vivemos é bastate diversificada e está longe de ser homogênea. Nem sempre os anseios de um grupo social coincidem com os de outros. Muitas vezes eles sao divergentes, contraditórios ou mesmo antagônicos. Como definir qual deve prevalever? Foi pensando em questões como essas que o ser humano inventou a política. Por meio delas, as pessoas ou seus representantes discutem ideias, expõe argumentos e decidem que propostas dever ser postas em práticas, prevalecendo a maioria. Nesse processo, os grupos mais articulados e coesos, ou aqueles que dispõe de mais recursos, contamvcom maiores possibilidades de fazer aprovar suas proostas.



Um exemplo atual de articulação de grupos e movimentos sociais é pela concretização do Plano Nacional de Direitos Humanos 3 - PNDH 3 - sofrendo alta pressão da Igreja, dos grandes latifundiários, militares e toda a elite conservadora, os movimentos sociais se uniram, entre eles o Movimento Feminista, que luta pela legalização do aborto; O MST, que luta pela Reforma Agrária tão almejada; os torturados na Ditatura Militar e os que tem parentes desaparecidos pela a espera abertura dos documentos que depois de 46 anos são guardados a sete chaves; e o mivmento dos direitos humanos pelo respeito da mídia a todos, lutando contra o preconceito. Cada um lutando por seu direito seria mais demorado a concretização, e se chegasse a acontecer, mas todos lutado por um objetivo, ganham mais força.



Em 2 de março de 2005. Deficientes físicos em cadeiras de rodas comemoram a aprovação de projeto legalizando as pesquisas com célula-tronco, num claro exemplo de participação de grupos sociais no processo político para fazer valer seus direitos.



Os textos a seguir discutemb a questão da participação política. O primeiro é da professora de filosofia Marilena Chauí. O outro é um poema de Bertolt Brecht (1898 - 1956), um dos mais importantes escritores alemães do século XX.



APATIA SOCIAL E POLÍTICA



As pessoas que (...) não querem ouvir falar em política, recusam-se a participar de atividades sociais que possam ter finalidade ou cunho político e afastam-se de tudo quanto atividades políticas, mesmo tais pessoas, com seu isolamento e sua recusa, estão fazendo política, pois estão deixando que as coisas fiquem como estão e, portanto que a política existente continue como é. O paradoxo, portanto, está em que, ao recusar a política, a apatia social também é uma forma de fazer política, ainda que de forma passiva.

(Marilena Chauí. Convite à Filosofia, 13 ed. São Paulo: Ática, 2003. p. 348.)







O ANALFABETO POLÍTICO



O pior analfabeto é o analfabeto político.

Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.

Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe. da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões de políticas.

O analfabeto político é tão burro que se orgula e estufa o peito dizendo que odeia a política.

Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política nasce a prostituta, o menos abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e locaio das empresas nacionais e multinacionais.



(Bertolt Brecht)

quinta-feira, abril 08, 2010

A capacidade administrativa feminina



Uma mulher andava na beira de um rio, quando viu um sapo preso em uns galhos pedindo socorro. Quando ela chegou perto, ele disse: Me salva que eu realizo 03 desejos, mas tudo que eu der a você, seu marido ganhará 10 vezes mais. Ela pensou um pouco, mas topou! 

1º Desejo

Mulher : Quero ser mUUUito, mas mUUUito rica.
Sapo : Ok, mas lembre-se que seu marido será 10 vezes mais rico.
Mulher: Não tem importância, tudo que é meu é dele, e tudo que é dele é meu... E ela se tornou muito rica. 

2º Desejo
:
Mulher : Quero ser muUUUUito, mas muuuuito bonita.
Sapo : Ok, mas a mulherada vai cair em cima do seu marido porque ele vai ser 10 vezes mais bonito que você.
Mulher : Não tem problema. E ela se tornou rica e maravilhooooosa. Ele também. 
  

Enfim, o 3º desejo
 :
Mulher : Quero ter um enfartezinho bem pequenininho... Só um susto!...
Sapo : (mudo)

'Nunca subestime a capacidade administrativa de uma mulher !!

O golpe cívico-militar foi esquecido




O golpe cívico-militar foi esquecido   


No Brasil, nem sempre foi assim. Lembro que na segunda metade dos anos ’80, ainda no Rio de Janeiro, a Associação Municipal de Estudantes Secundaristas (AMES) convocava a Semana Edson Luís, recordando o estudante assassinado pela ditadura em 28 de março de 1968 em um conflito no restaurante Calabouço. O ápice se realizava no Centro Acadêmico Cândido de Oliveira (CACO), da Faculdade de Direito da UFRJ, quando em 31 de março era organizado o Enterro do Golpe. Estes momentos, fazendo política através do simbólico, marcavam a têmpera das minorias mobilizadas e também refletiam um grau de antagonismo ainda latente. E porque não se manteve a luta pela memória revivida?

Ao não encontrar suficientes fatores explicativos na política interna de um país, cabe ao analista buscar algum marco comparativo continental. O que leva nossos vizinhos a carregar de sentido estas lutas? Há um padrão nos protestos anti-golpe, quando argentinos saem às ruas em 24 de março, uruguaios em 27 de junho e chilenos em 11 de setembro. Em todas estas datas existe a presença de continuidade política e bandeiras contemporâneas. Uma destas bandeiras é a permanente luta reivindicativa por Verdade, Memória, Justiça e Punição a todos os responsáveis pelos crimes de lesa-humanidade, não importando sua patente, cargo ou função à época. Já a continuidade na política se faz notar por agrupações, correntes, movimentos ou partidos a reivindicar seus mortos pela repressão. A ação coletiva depende de elementos de unidade e reconhecimento mútuo. Do contrário, ninguém se move. Um ritual fúnebre da liturgia de esquerda do Cone Sul é o de levar cartazes e faixas com rostos de mártires e desaparecidos políticos. É como afirmar que ninguém tem o direito ao esquecimento.

Já as esquerdas brasileiras, em geral, têm uma concepção de curto prazo que as impede identificar causas de tipo unitário e com potencial agregador. Tal se verifica na presença de arenistas no governo do ex-sindicalista e, pela conseqüente falta de uma conseqüente política de Direitos Humanos. No Brasil, os que padeceram nos porões ou morreram em situações de confronto também são esquecidos por aqueles que deveriam reivindicá-los. Nas duras regras do jogo político, o pragmatismo inescrupuloso é coveiro da história.
Estratégia & Análise: a política, a economia e a ideologia na ponta da adaga.

quarta-feira, junho 02, 2010


No dia 2 de junho de 1975, 150 prostitutas ocuparam a igreja de Saint-Nizier, em Lyon, na França. Elas protestavam contra multas e detenções, em nome de uma "guerra contra o rufianismo", e até contra assassinatos de colegas que sequer eram investigados. Além disso, maridos e filhos de prostitutas eram processados como rufiões, por se beneficiarem dos rendimentos das mulheres. Tabernas deixaram de alugar quartos para as trabalhadoras do sexo, com medo da repressão policial. A diretoria da igreja e a população de Lyon apoiaram a manifestação e deram proteção a elas.
A ocupação da igreja foi transmitida por todos os meios de comunicação, no país e no exterior, inclusive no Brasil. As mulheres exigiam que o seu trabalho fosse considerado "tão útil à França como outro qualquer". Outras 200 prostitutas percorreram as ruas de carro distribuindo filipetas, com denúncias de que eram "vítimas de perseguição policial", o que as impedia de trabalhar. Uma carta foi enviada ao presidente Giscard d'Estaing.

O movimento se ampliou para outras cidades francesas, como Marselha, Montpellier, Grenoble e Paris, onde colegas também entraram em greve.

No dia 10 de junho, às 5 horas de manhã, as mulheres na igreja de Saint-Nizier foram brutalmente expulsas pela polícia.

Ao ter a coragem de romper o silêncio e denunciar o preconceito, a discriminação e as arbitrariedades, chamando a atenção para a situação em que viviam, as prostitutas de Lyon entraram para a história. Por isso, o 2 de junho foi declarado, pelo movimento organizado, como o Dia Internacional da Prostituta.
Em todo o Brasil existem 35 ASSOCIAÇÕES mobilizadas em defender e criar dialogo permanente com a sociedade sobre os direitos da mulher. MULHERES SÃO IGUAIS EM QUALQUER PROFISSÃO. Segue o principio do respeito ao ser humano na sua diversidade social de pensamento,costume,cultura,raça,crença,religião e PROFISSÃO.
Elas são donas da profissão mais antiga do mundo e com muita luta.Passando por cima de muita discriminação. Aqui em João Pessoa as comemoração ocorrem na rua da area a partir das 18 horas com muita musica,teatro,dança,fotografia,pintura,cinema,grafite,oficinas de arte,educação,esporte e terapias holisticas,além da famosa corrida das calcinhas.

terça-feira, junho 01, 2010

"Capitalismo Selvagem"

Capitalismo selvagem é um termo que se refere à fase do capitalismo na época da revolução industrial (século XVIII), quando as condições de trabalho das classes trabalhadoras eram as mais desumanas possíveis, com um dia de trabalho de dezesseis horas. Hoje emprega-se a locução "capitalismo selvagem" para indicar um capitalismo de grande concorrência entre as multinacionais que dominam vários mercados ou países, com o apoio dos governos.“Capitalismo selvagem” é uma símile entre o convívio humano sob o Capitalismo e a vida animal. Quem usa este termo, evidentemente pejorativo, pretende dizer que no Capitalismo o homem vive como um animal – só os mais fortes sobrevivem e toda disputa é resolvida pela força,nesse enorme "selva de pedra".
O erro conceitual é gritante. A vida animal é de competição física por recursos limitados disponíveis na natureza. A vida humana sob o Capitalismo é de produção e troca voluntária de riqueza.Capitalismo selvagem é uma contradição.

Capitalismo Selvagem
Andread Jó

Muerte ao capitalismo salvaje (2x)

Eu não preciso ser doutor
Pra me ligar que a situação não está legal
O sistema escravo já passou
E os poderosos insistem em continuar
Escravidão mental, lavagem cerebral, corrupção liderada pelo capital (2x)

Muerte ao capitalismo salvaje (2x)

Não ligue a TV para não se assustar
O crime e a miséria em primeiro lugar
E as instituições estão falidas
Olha a nossa cara e vê se ela tá bonita

Muerte ao capitalismo salvaje (2x)

Homem Primata(Titãs)

Desde os primórdios
Até hoje em dia
O homem ainda faz
O que o macaco fazia
Eu não trabalhava
Eu não sabia
Que o homem criava
E também destruía...

Homem Primata
Capitalismo Selvagem
Oh! Oh! Oh!...(2x)

Eu aprendi
A vida é um jogo
Cada um por si
E Deus contra todos
Você vai morrer
E não vai pr'o céu
É bom aprender
A vida é cruel...

Homem Primata
Capitalismo Selvagem
Oh! Oh! Oh!...(2x)

Eu me perdi
Na selva de pedra
Eu me perdi
Eu me perdi...

"I'm a cave man
A young man
I fight with my hands
(With my hands)
I am a jungle man
A monkey man
Concrete jungle!
Concrete jungle!"

Desde os primórdios
Até hoje em dia
O homem ainda faz
O que o macaco fazia
Eu não trabalhava
Eu não sabia
Que o homem criava
E também destruía...

Homem Primata
Capitalismo Selvagem
Oh! Oh! Oh!...(2x)

Eu aprendi
A vida é um jogo
Cada um por si
E Deus contra todos
Você vai morrer
E não vai pr'o céu
É bom aprender
A vida é cruel...

Homem Primata
Capitalismo Selvagem
Oh! Oh! Oh!...(2x)

Eu me perdi
Na selva de pedra
Eu me perdi
Eu me perdi
Eu me perdi
Eu me perdi...

quinta-feira, maio 27, 2010

As quatro vinganças femininas


VINGANÇA FEMININA 1:
Um homem sempre zoava sua mulher que era loira.
Um dia, ele passou na casa de seus amigos para que eles o acompanhassem ao aeroporto, porque sua mulher iria viajar. 
Como sempre zoava com ela, ele disse na frente de todo mundo:
 
- Amor, traz uma francesinha de Paris pra mim?
 
Ela abaixou a cabeça e embarcou muito chateada. A mulher passou quinze dias na França.
 
O marido pediu que os amigos o acompanhassem novamente ao aeroporto.
 
Ao chegar lá, ele perguntou para a mulher:
 
- Amor, você trouxe minha francesinha?
 
Ela disse:
 
- Eu fiz o possível. Agora é só rezar para nascer menina!
 




 
VINGANÇA FEMININA 2: 
O casal está passeando pela praia, e ela pede que ele lhe compre um biquíni. Ele responde:
 
- Com esse corpo de máquina de lavar? Nem pensar! Continuam caminhando, e ela insiste:
 
- Bom, então compra um vestido para mim?
 
Ele responde:
 
- Com esse corpo de máquina de lavar? Nem pensar!!Passa o dia. À noite, já na cama, o marido vira para a
 
esposa e pergunta:
 
- E aí, mulher? Vamos botar a máquina de lavar para funcionar?
 
E a mulher, com ar de desprezo, responde:
 
- Para lavar só esse pedacinho de pano? Ah...! Lava na mão mesmo que dá menos trabalho!
 



  

VINGANÇA FEMININA 3:
 
A velhinha pergunta para o marido:
 
- Meu bem, depois de 40 anos de casado, me satisfaça uma curiosidade..Você já me traiu alguma vez?
 
- Sim, querida! Uma única vez! Lembra-se quando eu trabalhava na Nestlé, e tinha uma secretária chamada Margarida?
 
- Sim, me lembro!
 
- Pois é, aquele corpo já foi todinho meu!
 
E após alguns segundos, ele pergunta. E você já me traiu alguma vez?
 
-Sim, meu bem! Uma única vez! Lembra-se quando a gente morava na Vila Andrade, em frente ao Corpo de Bombeiros?
 
- Sim... me lembro! responde o marido.
 
- Pois é... aquele corpo já foi todinho meu!
 



  

VINGANÇA FEMININA 4:
 
O marido estava em seu leito de morte e chamou a mulher. Com voz rouca e já fraca, disse-lhe:
 
- Meu bem... chegue mais perto... Eu quero...lhe fazer uma confissão!
 
-Não, não!!. respondeu a mulher.
 
- Sossegue e fique quietinho aí. Você não pode fazer esforço.
 
- Mas mulher. insistiu o marido.
 
- Eu preciso morrer...em paz! Eu quero te confessar algo!

- Está bem, está
 bem! Pode falar! 
- É o seguinte... Eu saí... com a sua irmã... com a sua mãe e....com a sua melhor amiga!
 
- Eu sei, eu sei. disse e mulher.
 
- Fique quietinho e deixe o veneno fazer efeito.
 


                                                     KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK,  

JAMAIS SUBESTIME UM SER QUE SANGRA DURANTE UNS 5 DIAS TODO MÊS E NÃO MORRE ...
 

quinta-feira, abril 29, 2010

Estudantes da UFPB realizam ato político, são agredidos e têm equipamentos roubados








Na noite desta quarta-feira (28), um ato político realizado por estudantes da Universidade Federal da Paraíba culminou em agressões e roubo de equipamento eletrônico. Durante a manifestação, os estudantes exigiram a realização de novas eleições para o Diretório Central dos Estudantes (DCE), além da prestação de contas da entidade.
De acordo com o estudante Felipe Baunilha, “o início da manifestação ocorreu de forma pacífica, através da ocupação da sede do DCE e posterior diálogo com instâncias e entidades da Universidade, exigindo a realização de novas eleições e a prestação de contas do diretório”. Ainda segundo Baunilha, “no decorrer da manifestação, estudantes que fazem parte da atual diretoria do DCE iniciaram uma série de provocações e ameaças aos participantes da atividade”.
Ao término do ato, após a desocupação da sede do diretório, membros da gestão denominada “Chega de Conversa” cercaram o espaço físico da entidade e atacaram os participantes da manifestação, roubando a câmera filmadora utilizada para o registro da atividade e agredindo os estudantes presentes. Para o estudante Pedro Daniel, “são atitudes como estas que colaboram com o distanciamento e a apatia da comunidade acadêmica em relação à política e ao movimento estudantil. Espancaram um companheiro enquanto ele estava caído no chão, e não obstantes roubaram uma câmera com a fita que continha alguns momentos da manifestação”, explicou.
Os estudantes que realizaram a ocupação do DCE ainda encontram-se na universidade e garantem ficar em vigília até a manhã de hoje (29), quando será realizada uma Plenária Estudantil a partir das 11h, no Centro de Vivências, com o objetivo discutir as problemáticas enfrentadas pelos estudantes e demandas relacionadas ao Diretório Central dos Estudantes.

Histórico – Eleita em fevereiro de 2009, a gestão “Chega de Conversa” vem atuando a dois meses no Diretório Central dos Estudantes sem a legitimidade do processo eleitoral. Findada em fevereiro deste ano, o grupo nega-se a desocupar a sede da entidade, além de não prestar contas da movimentação financeira dos últimos quinze meses. De acordo com o levantamento realizado pelos próprios estudantes, cerca de R$ 300.000,00 circularam pelo DCE sem que os discentes tivessem acesso ao destino e investimento do dinheiro.
Um fato curioso destacado pelos manifestantes é a possível candidatura do atual presidente da entidade, Lucas Pereira, que pretende lançar-se candidato à Assembléia Legislativa pelo Partido Democratas e que, ainda de acordo com depoimentos, vem construindo sua campanha a partir da utilização do diretório estudantil.

sábado, abril 10, 2010

Participação Política

"Não gosto de Política" "Política e religião não se descute"... É muito comum ouvirmos em nosso dia-a-dia frases como essas ditas por pessoas de origens diferentes. De modo geral, elas refletem a imagem que muitos brasileiros têm da política: que se trata de algo desinteressante, inútil, fora do nosso alcance e sempre aberto à corrupção.


Será que política pode se resumir ou reduzir a isso? E nós devemos manter distância dela? Temos realmente de deixar essa atividade nas mãos de políticos profissionais?

Como fica nossa participação no processo de tomada de decisões, processo que está na essência mesma da política?

A sociedade em que vivemos é bastate diversificada e está longe de ser homogênea. Nem sempre os anseios de um grupo social coincidem com os de outros. Muitas vezes eles sao divergentes, contraditórios ou mesmo antagônicos. Como definir qual deve prevalever? Foi pensando em questões como essas que o ser humano inventou a política. Por meio delas, as pessoas ou seus representantes discutem ideias, expõe argumentos e decidem que propostas dever ser postas em práticas, prevalecendo a maioria. Nesse processo, os grupos mais articulados e coesos, ou aqueles que dispõe de mais recursos, contamvcom maiores possibilidades de fazer aprovar suas proostas.



Um exemplo atual de articulação de grupos e movimentos sociais é pela concretização do Plano Nacional de Direitos Humanos 3 - PNDH 3 - sofrendo alta pressão da Igreja, dos grandes latifundiários, militares e toda a elite conservadora, os movimentos sociais se uniram, entre eles o Movimento Feminista, que luta pela legalização do aborto; O MST, que luta pela Reforma Agrária tão almejada; os torturados na Ditatura Militar e os que tem parentes desaparecidos pela a espera abertura dos documentos que depois de 46 anos são guardados a sete chaves; e o mivmento dos direitos humanos pelo respeito da mídia a todos, lutando contra o preconceito. Cada um lutando por seu direito seria mais demorado a concretização, e se chegasse a acontecer, mas todos lutado por um objetivo, ganham mais força.



Em 2 de março de 2005. Deficientes físicos em cadeiras de rodas comemoram a aprovação de projeto legalizando as pesquisas com célula-tronco, num claro exemplo de participação de grupos sociais no processo político para fazer valer seus direitos.



Os textos a seguir discutemb a questão da participação política. O primeiro é da professora de filosofia Marilena Chauí. O outro é um poema de Bertolt Brecht (1898 - 1956), um dos mais importantes escritores alemães do século XX.



APATIA SOCIAL E POLÍTICA



As pessoas que (...) não querem ouvir falar em política, recusam-se a participar de atividades sociais que possam ter finalidade ou cunho político e afastam-se de tudo quanto atividades políticas, mesmo tais pessoas, com seu isolamento e sua recusa, estão fazendo política, pois estão deixando que as coisas fiquem como estão e, portanto que a política existente continue como é. O paradoxo, portanto, está em que, ao recusar a política, a apatia social também é uma forma de fazer política, ainda que de forma passiva.

(Marilena Chauí. Convite à Filosofia, 13 ed. São Paulo: Ática, 2003. p. 348.)







O ANALFABETO POLÍTICO



O pior analfabeto é o analfabeto político.

Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.

Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe. da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões de políticas.

O analfabeto político é tão burro que se orgula e estufa o peito dizendo que odeia a política.

Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política nasce a prostituta, o menos abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e locaio das empresas nacionais e multinacionais.



(Bertolt Brecht)

quinta-feira, abril 08, 2010

A capacidade administrativa feminina



Uma mulher andava na beira de um rio, quando viu um sapo preso em uns galhos pedindo socorro. Quando ela chegou perto, ele disse: Me salva que eu realizo 03 desejos, mas tudo que eu der a você, seu marido ganhará 10 vezes mais. Ela pensou um pouco, mas topou! 

1º Desejo

Mulher : Quero ser mUUUito, mas mUUUito rica.
Sapo : Ok, mas lembre-se que seu marido será 10 vezes mais rico.
Mulher: Não tem importância, tudo que é meu é dele, e tudo que é dele é meu... E ela se tornou muito rica. 

2º Desejo
:
Mulher : Quero ser muUUUUito, mas muuuuito bonita.
Sapo : Ok, mas a mulherada vai cair em cima do seu marido porque ele vai ser 10 vezes mais bonito que você.
Mulher : Não tem problema. E ela se tornou rica e maravilhooooosa. Ele também. 
  

Enfim, o 3º desejo
 :
Mulher : Quero ter um enfartezinho bem pequenininho... Só um susto!...
Sapo : (mudo)

'Nunca subestime a capacidade administrativa de uma mulher !!

O golpe cívico-militar foi esquecido




O golpe cívico-militar foi esquecido   


No Brasil, nem sempre foi assim. Lembro que na segunda metade dos anos ’80, ainda no Rio de Janeiro, a Associação Municipal de Estudantes Secundaristas (AMES) convocava a Semana Edson Luís, recordando o estudante assassinado pela ditadura em 28 de março de 1968 em um conflito no restaurante Calabouço. O ápice se realizava no Centro Acadêmico Cândido de Oliveira (CACO), da Faculdade de Direito da UFRJ, quando em 31 de março era organizado o Enterro do Golpe. Estes momentos, fazendo política através do simbólico, marcavam a têmpera das minorias mobilizadas e também refletiam um grau de antagonismo ainda latente. E porque não se manteve a luta pela memória revivida?

Ao não encontrar suficientes fatores explicativos na política interna de um país, cabe ao analista buscar algum marco comparativo continental. O que leva nossos vizinhos a carregar de sentido estas lutas? Há um padrão nos protestos anti-golpe, quando argentinos saem às ruas em 24 de março, uruguaios em 27 de junho e chilenos em 11 de setembro. Em todas estas datas existe a presença de continuidade política e bandeiras contemporâneas. Uma destas bandeiras é a permanente luta reivindicativa por Verdade, Memória, Justiça e Punição a todos os responsáveis pelos crimes de lesa-humanidade, não importando sua patente, cargo ou função à época. Já a continuidade na política se faz notar por agrupações, correntes, movimentos ou partidos a reivindicar seus mortos pela repressão. A ação coletiva depende de elementos de unidade e reconhecimento mútuo. Do contrário, ninguém se move. Um ritual fúnebre da liturgia de esquerda do Cone Sul é o de levar cartazes e faixas com rostos de mártires e desaparecidos políticos. É como afirmar que ninguém tem o direito ao esquecimento.

Já as esquerdas brasileiras, em geral, têm uma concepção de curto prazo que as impede identificar causas de tipo unitário e com potencial agregador. Tal se verifica na presença de arenistas no governo do ex-sindicalista e, pela conseqüente falta de uma conseqüente política de Direitos Humanos. No Brasil, os que padeceram nos porões ou morreram em situações de confronto também são esquecidos por aqueles que deveriam reivindicá-los. Nas duras regras do jogo político, o pragmatismo inescrupuloso é coveiro da história.
Estratégia & Análise: a política, a economia e a ideologia na ponta da adaga.