Bom, estou socializando algo que poucas pessoas conhecem. Você sabia que pode pedir um exemplar da Constituição Federal de 1988 por e-mail para deputados, vereadores e outros?? Você pode enviar uma mensagem a um representante político solicitando um exemplar, tendo em vista que a lei garante este direito a todos os cidadãos brasileiros. Nem todos os pedidos vão ser aceitos, mas não custa nada tentar, o ideal é que você peça a um deputado federal do seu Estado.
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terça-feira, novembro 16, 2010
quarta-feira, setembro 01, 2010
Pensadores, militantes . . .
Jean-Jacques Rousseau [soberania do povo]
Suiço, em 1742 foi para Paris e vinculou-se ao movimento iluminista. Publicou o Discurso sobre as ciências e as artes (1750),
rompendo com o otimismo so "século das luzes"; Discurso sobre a origem da desigualdade (1755); o contrato social (1762), em
que mostrou que os governos foram criados por vontade dis cidadãos e, portanto, estes tinham o direito de mudá-los. Preferia um governo de assembléias populares.
Graco Babeuf
De origem camponesa, concebeu uma vasto plao de reformas fiscais publicado em 1789. Dirigiu a tribuna do Povo, considerado o primeiro jornal comunista. Embora longe do sentido moderno do comunismo, pode ser considerado seu precursor.
Thomas Morus (1478-1535)
Filho de juízes, pensador humanista, sua principal obra é o livro político A utopia (1516)
Henri de Saint-Simon
Socialista utópico francês, um dos fundadores do chamado "socialismo cristão", debitou ao Estado o dever de planejar e
organizar o uso dos meios de produção.
Charles Fourier
Francês, defendeu a propriedade comunitária e o princípio de "a cada um segundo suas necessidades".
Robert Owen
Industrial inglês, organizou colônia cooperativas, em que a propriedade privada seria excluída. Apesar de grande repercussão
de suas ideias, as tentativas de concretizá-las falharam completamente.
Pierre Joseph Proudhon
Francês, defensor do socialismo pequeno-burguês, teórico do anarquismo pacífico, negava a necessidade do Estado.
Escreveu a Filosofia da miséria (1846), contra a qual Marx antepôs a Miséria da Filosofia, mostrando seu caráter anticientífico e reacionário.
Ferdinand Lassalle
Socialista alemão, fundador do reformismo, considerava que, pelo sufrágio universal, o Estado poderia passar a refletir os interesses dos trabalhadores.
Mikhail A. Bakunin
Anarquista russo, teórico da violência e do terror revolucionários. Ligou-se a Internacional, mas foi excluído por pressão de Marx e Engels, os quais julgavam seus métodos prejudiciais. Os bakunistas participaram da Comuna de Paris, na qual foram até maioria.
Louis Auguste Blanqui
Revolucionário utópico francês, via na ditadura da vanguarda revolucionário o único meio de estabelecer o regime socialista. Inspiradir da ideia do "revolucionario profissional" e da "ditadura do proletariado".
Karl Marx [abolição da propriedade privada]
Teórico e militante político alemão, cuja obra teve um grande impacto em sua época e na formação do pensamento social e político contemporâneo. Doutorou-se em Direito pela Universidade de lena (1841), com tese sobre a filosofia da natureza de Demócrito e de Epicuro. Ligou-se aos "jovens hegelianos de esquerda", escrevendo em jornais socialistas. Depois de um intendo período de militância política, marcado pela fundação da Liga dos Comunistas (1847) e pela redação, com Engels, do Manifesto do Partido Comunista (1848), exilou-se na Inglaterra (1849), onde viveu até sua morte. Sua contribuição abrange sobretudi is campos da História, da Ciência Política e da Economia. O pensamento de Marx desenvolve-se a partir do estudo dos economistas ingleses, como Adam Smith e David Ricardo, e da ruptura com o pensamento hegeliano e com a tradição idealista da filosofia alemã. Grande parte dos textos de Marx foi escrita com a colaboração com Engels. Suas principais obras são: crítica da filosofia do direito de hegel (1843); A sagrada família (1845), em colaboração com Engels; A ideologia alemã (1845-1846), em colaboração com Engels; Miséria da Filosofia: crítica da Filosofia da Miséria, de Peoudhon (1847); As lutas de classes na França (1850); O 18 brumário de Luís Bonaparte (1852); Contribuição à crítica da economia política (1859); O capital, 3 volumes (1867 - 1895), tendo Engels colaborado na edição desta obra.
Friedrich Engels
Teórico e militante político alemão, ligou-se aos "jovens hegelianos de esquerda". Engels foi, não só colaborador teórico de Marx, mas também seu amigo mais íntimo, tendo-o ajudado inclusive financeiramente. Em 1845, publicou com Marx A sagrada família, em que eles rompem ao mesmo tempo com o idealismo hegeliano e com o materialismo mecanicista. Considera-se, geralmente, que o materialismo dialético, especoalmente a dialética da natureza, é uma criação típica de Engels, sendo, no entanto, de grande importância e influência no desenvolvimento da filosofia marxista. Além das obras que escrever com Marx, podemos citar: A situação das classes trabalhadores na Inglaterra (1845); Do socialismo utópico ao socialismo científico (1860); Ludwig Feurbacj e o fim da filosofia clássica alemã (1866); A transformação da ciência pelo Sr. Dühring, conhecia como AntiDühring (1878); Dialética fa natureza (escrita entre 1878-1888) e A origem da família, da prapriedade privada e do Estado (1884).
LENIN - Vladimir Ilitch Ulianov
Advogado, educador, militante e dirigente revolucionário, um dos principais líderes da Revolução de Outubro de 1917 e governante do Estado Soviético até sua morte em 1924. Desenvolveu, a partir de Marx e Engels, o marxismo-lenismo como uma forma aplicada da teoria marxista em um dado momento histórico na União Soviética, tranformando-o depois em doutrina oficial do Partido Comunista. O marxismo-lenismo enfatiza o papel revolucionário do indivíduo nos processos de transformação social contra o determninismo histórico de certas interpretações do materialismo dialético. Lenin tinha como preocupação central em seu pensamento a relação entre teoria e prática, a questão da luta pelo poder e da conquista do Estado pelo proletariado. Daí sua afirmação de que "não há revolução sem teoria do processo revolucionário". tem uma imensa contribuição teórica. Seus escritos estão reunidos em 56 volumes.
Karl Kautski
Legatário de Engels, organizador do IV volume de O capital, foi o principal dirigente da Segunda Internacional. lenin fez-lhe a autópcia ideológica em A Revolução Proletária e o renegado Kautski, pela sua posição revisionista do marxismo. É autor da obra clássica do marxismo, A questão agrária.
Piotr A. Kropotkin
Russo, foi um dos principais dirigentes e teóricos do Anarquismo, aderiu à Primeira Internacional, proscrito na França, voltou à Rússia em 1917.
Josef Stalin
Sua atuação política levou-o a uma vida de 18 anos de clandestinidade, até o triunfo da Revolução Russa de 1917. Foi eleito, em 1922, secretário do Partido Comunista Russo, cargo que conservou até sua morte. Após a morte de Lenin, lutou com Trotski pelo poder, afastando-o e governando com "mão de ferro", buscando dotar o país da força necessária para se fazer respeitar internacionalmente. Para tanto, não vacilou em eliminar fisicamente seus opositores, quando achou necessário.
Leon Trotski
Teórico marxsta e dirigente revolucionário russo. Integrou o primeiro governo soviético, como ministeo do Exterior, cabendo-lhe negociar a paz, em Brest Litovski. Criou o Exército Vermelho. Seus choques constantes com a burocracia política e os líderes conduziram-no ao exílio, à expulsão e à perda a cidadania soviética. Escreveu, entre outras obras, História da revolução Russa, sobre a insurreição soviética de 1917. Fundou a IV Internacional. Na URSS, os trotskistas foram eliminados, fisicamente, acusados de servir à Gestapo, à Ovra e ao Micado e, por fim, o próprio Trotski caiu assassinado pela GPU estalinista, no México.
Simon Bolívar (1783 - 1830)
O mais famoso nome da independência hispanico-americana, tambem chamado "O Libertador", Bolívar nasceu em Caracas, Venezuela. Inicia suas atividades revolucionárias em 1807. A partir de 1816, Bolívar começa a ação militar decisiva, estabelecenso-se em Angostura (hoje Cidade Bolívar). Três anos depois, obtêm a independência da Colômbia ba batalha de Boyacá. A esse triunfo segue-se a de Carabobo (1821), que libertou a Venezuela do domínio espanhol. Em 1822, seu lugar-tenente, Sucre, promoveu a separação do Equador com a vitória de Pichincha.
Edgard Leuenroth
Natural de Mogi Mirim (SP), tipográfo, fundador do Centro Tipográfico de São Paulo. Nos primeiros anos do século XX, organizou diversas agremiações de trabalhadores, principalmente ligados à imprensa. Militante na imprensa operária e anarquista, lutou pelos ideias libertários e colaborou para a preservação da memória dos movimentos populares no Brasil.
Antônio Evaristo de Moraes
Carioca, advogado, professor, escritor, um dos fundadores da Associação Brasileira de Imprensa, do Partido Operário (1890) e do Partido Socialista (1920). Defensor do grupo liderado pelo marinheiro João Cândido - Revolta da Chibata.
Astrojildo Pereira Duarte Silva
Nasceu em Rio de Janeiro (RJ). Anarquista na juventude, foi um dos promotores, em 1913, do II Congresso Operário Brasileiro.
Luiz Carlos Prestes, gaúcho de Porto Alegre (RS), participou da primeira revolta dos tenentes, que contribuiu para a "revolução" de 1930. Após seu desligamento do exército, liderou o movimento em Santo Angelo (RS), com 300 soldados. Surge daí a "Coluna Gaúcha", que tinha dois objetivos: enfraquecer política e milirtamente Artur Bernardes, visando derrubá-lo; e denunciar as injustiças e buscar a integração do país. A Coluna Gaúcha comandada por prestes se junta a paulista de Miguel Costa, e inicia-se a coluna Miguel Costa - Prestes, que percorreu 25 mil quilômetros em dois anos de combate. Prestes foi para a Argentina e lá estudou o marxismo. A Internacional Comunista, através do PCB, convidou-o a ir para Moscou, lá ficou até dezembro de 1934. Em Moscou aprofundou seus estudos sobre o marxismo e casou-se com Olga Benário, comunista alemã que trabalhava na União Soviética. Voltou ao país com olga, clandestinamente, em 1935. O casal é preso, e Olga é entregue ao governo nazista alemão, que a assassina. Prestes fica preso por nove anos.
Aristides Lobo (1905 - 1968)
Jornalista, escritor, tradutor, membro da juventude comunista do Rio de Janeiro. Expulso do PC em 1931 por suas posições trotskistas, foi um dos fundadores da Liga Comunista Internacionalista, seu secretário-geral e um dos seus mais ativos militantes.
Mário Pedrosa (1900 - 1981)
Pernambucano de Timbaúba, escritor, crítico de arte, filiou-se ao PCB em 1927. Influenciado pelos trotskistas, rompe com o PCB e trabalha em jornais, divulgando as ideias de Marx, Lênin e trotski; participou da fundação da Liga Comunista Internacionalista. Foi também um dos fundadores do Partido Operário Lenista (POL), cisão da Liga. Em 1979, assinou a ficha número 1 da filiação ao Partido dos Trabalhadores.
Caio Prado Jr. (1907 - 1990)
mais importante historiador marxista brasileiro, o paulista Caio Prado filiou-se, em 1931, ao PCB. Intelectual militante, dedicou sua vida a entender a hstória brasileira. Entre suas obras, destaca-se História econômica do Brasil. Poucos livros contribuíram de mandeira tão decisiva para a compreensão, em profundidade, das grandes questões nacionais quanto este. Produto de um esforço percursor da interpretação da história brasileira sob um ponto de vista marxista, ele inaugurou uma nova etapa da vida intelectual do país.
Graciliano Ramos (1892 - 1953)
Escritor, foi preso político na Ditadura Vargas. Os dois anos de cadeia renderam para Memória de Cárcere, em que denuncia as condições a que foram submetidos os opositores do "Estado Novo".
João Amazonas (1912 - 2002)
Nasceu em belém, Pará, militante de bases operárias, ingressou no PC em 1935 e integrou sua direção nacional a partir de 1943. Responsável pelo trabalho sindical e de massas, foi um dos organizadores e um dos principais dirigentes do Movimento Unificador dos Trabalhadores (MUT), em 1945. Em reunião extraordinária, em conjunto com outras lideranças, em 18 de fevereiro de 1962 foi decidida a reorganização do partido, mantendo seu nome tradicional (Partido Comunista do Brasil) e adotando a silga PCdoB, em resposta às ações de uma corrente reformista que pretendia liquidar o partido enquanto organização revolucionária. Foi um acontecimento de alcance histórico e internacional: o PC do Brasil foi o primeiro partido fora do poder a romper com a linha política reformista imposta pela direção do PCUS. Entre 1968 e 1972, Amazonas participou ativamente da organização da guerrilha do Araguaia, o principal movimento de contestação armada ao regime militar. O legado de Amazonas é a luta pela democracia, pela soberania nacional e a defesa do proletariado e socialismo. Ele foi o ideólogoe construtor do Partido Comunista do Brasil.
Herbert José de Souza (1935 - 1997)
"Betinho", nasceu em Minas Gerais. A militância nos movimentos estudantis, as campanhas contra a fome e pela reforma agrária, a luta contra os regimes militantes latino-americanos e o exílio colocaram-no sempre abrindo caminhos, contra diversas formas de medo e autoritarismo. Tornou-se um dos símbolos da campanha pela anistia. Em 1981 funsou o Instituo Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase). Desempenhou um papel decisivo na Campanha Nacional pela Reforma Agrária, em 1983; em 1986, funsou a Associação Brasileira Interdisciplinas de Aids (Abia); organizou em 1990, o movimento "Terra e Democracia". Em 1992, assumiu uma das lideranças do Movimento pela Ética na Política, que cuminou com o "impeachment" do então presidente Fernando Collor de Mello. Lutou pela "Ação da Cidadania contra a Miséria e pela Vida", campanha contra a fome que ganhou as ruas em 1993.
Paulo Freire (1921 - 1997)
Nasceu em Recife (PE) de família de claase média, empobreceu na crise de 1929. Perdeu o pai aos treze anos e experimentou a pobreza. Sua carreira começou no Serviço Social da Indústria - Sesi e no Serviço de Extensão Cultural da Universidade do Recife, quando aplicou, na cidade de Angicos (RN), um plano-piloto de alfabetização. Seu método de alfabetização, apresentado no Rio de Janeiro em 1958,consiste em que a consciência política e o aprendizado da escrita se integravam na mesma moldura. Em 1963, foi conduzido à direção do Plano Nacional de Educação, que aplicava seu meétodo de alfabetização a 16 milhões de adultos em 4 anos. Preso após o golpe de 1964, ficou no exílio durante 15 anos. Morou no Chile, onde escreveu sua obra Pedagogia do Oprimido. Ensinou na Universidade de Havard. Com a anistia, voltou ao Brasil em 1979 e começou a lecionar na PUC-SP. Na mesma época, tornou-se um dos fundadores do PT. Com cerca de 1.500 trabalhos publicados em todo o mundo, recebeu 28 títulos de doutor "honoris causa", sendo o brasileiro com o maior número desses títulos.
Francisco Julião (1917 - 1999)
Pernambucano, um dos organizadores das Ligas Camponesas, que se espalharam por vários Estdados da federação, inclusive na Paraíba, com sua bandeira de luta: "Reforma Agrária na lei ou na marra". Após o golpe de 1954, foi preso e exilou-se.
Apolônio De Carvalho (1912 - 2005)
Figura ímpar no cenário da vida política brasileira. Poucos como ele viveram com tanta intensidade a «paixão libertária» que o impeliu, desde os seus anos de cadete da Escola Militar de Realengo, a engajar-se na luta pelos ideais socialistas e contra os regimes de opressão, com uma coerência que se manifestou em todos os episódios vividos: da militância no Partido Comunista Brasileiro (PCB) e na ANL (Aliança Nacional Libertadora) à participação na Guerra Civil Espanhola e na Resistência Francesa contra o fascismo; da luta clandestina contra a ditadura militar no Brasil, como membro do PCBR, à militância no PT, desde o momento da fundação do partido até sua morte.
Carlos Marighella (1911 - 1969)
Filho mais velho de uma família humilde, nasceu em salvadoro, Bahia. Augusto, o pai, era mecânico e simpatizante do Anarquismo. Foi preso pela primeira vez em 1932, por participar da manifestações estudantis. Tranfere-se para o Rio de janeiro, passando a trabalhar na reorganização do Partido Comunista, esfacelado pela repressão. Novamente preso, em 1°/05/1936, barbaramente torturado. Solto, vai para a cladestinidade. Novamente preso, é condenado e enviado às prisõs de Fernando de Noronha por cerca de seis anos. Foi nesse período que Marighella organizou um curso de formação política para os presos. Em dezembro de 1945, foi eleito deputado federal constituinte pela Bahia, Seu registro do PCB é casso em 1947 e volta a clandestinidade, que duraria um perído de mais de uma década. A partir de 1966, articulam-se várias organizações clandestinidades de combate à ditadura militar. Entre elas, a Ação Libertadora Nacional (ALN), fundada por Marighella. Foi assassinado, em São Paulo, pelo delegado e torturador Sérgio Paranhos Fleury.
Florestan Fernandes (1920 - 1995)
Nasceu em São Paulo. Fez curso primário incompleto devido a dificuldades financeiras, diplomando-se em 1940. Em 1941 iniciou o curso de Ciências Sociais na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP), onde, em 1945, tornou-se assistente da cadeira de Sociologia II. No início do decêncio de 1960, foi um dos líderes mais ativos da campanha em defesa da escola pública. Em 1969 foi aposentado compulsoriamente pelo Ato Institucional n° 5, instrumento repressor da ditadura militar. Lecionou na Universidade de Toronto e na Universidade de Yale. Reconhecido com um dos maiores sociólogos de seu tempo, foi galardoado com dois importantes títulos estrangeiros de Doutor Honoris Causa. Ingressou no Partido dos Trabalhadores de 1986. Faleceu na cidade de São Paulo.
Suiço, em 1742 foi para Paris e vinculou-se ao movimento iluminista. Publicou o Discurso sobre as ciências e as artes (1750),
rompendo com o otimismo so "século das luzes"; Discurso sobre a origem da desigualdade (1755); o contrato social (1762), em
que mostrou que os governos foram criados por vontade dis cidadãos e, portanto, estes tinham o direito de mudá-los. Preferia um governo de assembléias populares.
Graco Babeuf
De origem camponesa, concebeu uma vasto plao de reformas fiscais publicado em 1789. Dirigiu a tribuna do Povo, considerado o primeiro jornal comunista. Embora longe do sentido moderno do comunismo, pode ser considerado seu precursor.
Thomas Morus (1478-1535)
Filho de juízes, pensador humanista, sua principal obra é o livro político A utopia (1516)
Henri de Saint-Simon
Socialista utópico francês, um dos fundadores do chamado "socialismo cristão", debitou ao Estado o dever de planejar e
organizar o uso dos meios de produção.
Charles Fourier
Francês, defendeu a propriedade comunitária e o princípio de "a cada um segundo suas necessidades".
Robert Owen
Industrial inglês, organizou colônia cooperativas, em que a propriedade privada seria excluída. Apesar de grande repercussão
de suas ideias, as tentativas de concretizá-las falharam completamente.
Pierre Joseph Proudhon
Francês, defensor do socialismo pequeno-burguês, teórico do anarquismo pacífico, negava a necessidade do Estado.
Escreveu a Filosofia da miséria (1846), contra a qual Marx antepôs a Miséria da Filosofia, mostrando seu caráter anticientífico e reacionário.
Ferdinand Lassalle
Socialista alemão, fundador do reformismo, considerava que, pelo sufrágio universal, o Estado poderia passar a refletir os interesses dos trabalhadores.
Mikhail A. Bakunin
Anarquista russo, teórico da violência e do terror revolucionários. Ligou-se a Internacional, mas foi excluído por pressão de Marx e Engels, os quais julgavam seus métodos prejudiciais. Os bakunistas participaram da Comuna de Paris, na qual foram até maioria.
Louis Auguste Blanqui
Revolucionário utópico francês, via na ditadura da vanguarda revolucionário o único meio de estabelecer o regime socialista. Inspiradir da ideia do "revolucionario profissional" e da "ditadura do proletariado".
Karl Marx [abolição da propriedade privada]
Teórico e militante político alemão, cuja obra teve um grande impacto em sua época e na formação do pensamento social e político contemporâneo. Doutorou-se em Direito pela Universidade de lena (1841), com tese sobre a filosofia da natureza de Demócrito e de Epicuro. Ligou-se aos "jovens hegelianos de esquerda", escrevendo em jornais socialistas. Depois de um intendo período de militância política, marcado pela fundação da Liga dos Comunistas (1847) e pela redação, com Engels, do Manifesto do Partido Comunista (1848), exilou-se na Inglaterra (1849), onde viveu até sua morte. Sua contribuição abrange sobretudi is campos da História, da Ciência Política e da Economia. O pensamento de Marx desenvolve-se a partir do estudo dos economistas ingleses, como Adam Smith e David Ricardo, e da ruptura com o pensamento hegeliano e com a tradição idealista da filosofia alemã. Grande parte dos textos de Marx foi escrita com a colaboração com Engels. Suas principais obras são: crítica da filosofia do direito de hegel (1843); A sagrada família (1845), em colaboração com Engels; A ideologia alemã (1845-1846), em colaboração com Engels; Miséria da Filosofia: crítica da Filosofia da Miséria, de Peoudhon (1847); As lutas de classes na França (1850); O 18 brumário de Luís Bonaparte (1852); Contribuição à crítica da economia política (1859); O capital, 3 volumes (1867 - 1895), tendo Engels colaborado na edição desta obra.
Friedrich Engels
Teórico e militante político alemão, ligou-se aos "jovens hegelianos de esquerda". Engels foi, não só colaborador teórico de Marx, mas também seu amigo mais íntimo, tendo-o ajudado inclusive financeiramente. Em 1845, publicou com Marx A sagrada família, em que eles rompem ao mesmo tempo com o idealismo hegeliano e com o materialismo mecanicista. Considera-se, geralmente, que o materialismo dialético, especoalmente a dialética da natureza, é uma criação típica de Engels, sendo, no entanto, de grande importância e influência no desenvolvimento da filosofia marxista. Além das obras que escrever com Marx, podemos citar: A situação das classes trabalhadores na Inglaterra (1845); Do socialismo utópico ao socialismo científico (1860); Ludwig Feurbacj e o fim da filosofia clássica alemã (1866); A transformação da ciência pelo Sr. Dühring, conhecia como AntiDühring (1878); Dialética fa natureza (escrita entre 1878-1888) e A origem da família, da prapriedade privada e do Estado (1884).
LENIN - Vladimir Ilitch Ulianov
Advogado, educador, militante e dirigente revolucionário, um dos principais líderes da Revolução de Outubro de 1917 e governante do Estado Soviético até sua morte em 1924. Desenvolveu, a partir de Marx e Engels, o marxismo-lenismo como uma forma aplicada da teoria marxista em um dado momento histórico na União Soviética, tranformando-o depois em doutrina oficial do Partido Comunista. O marxismo-lenismo enfatiza o papel revolucionário do indivíduo nos processos de transformação social contra o determninismo histórico de certas interpretações do materialismo dialético. Lenin tinha como preocupação central em seu pensamento a relação entre teoria e prática, a questão da luta pelo poder e da conquista do Estado pelo proletariado. Daí sua afirmação de que "não há revolução sem teoria do processo revolucionário". tem uma imensa contribuição teórica. Seus escritos estão reunidos em 56 volumes.
Karl Kautski
Legatário de Engels, organizador do IV volume de O capital, foi o principal dirigente da Segunda Internacional. lenin fez-lhe a autópcia ideológica em A Revolução Proletária e o renegado Kautski, pela sua posição revisionista do marxismo. É autor da obra clássica do marxismo, A questão agrária.
Piotr A. Kropotkin
Russo, foi um dos principais dirigentes e teóricos do Anarquismo, aderiu à Primeira Internacional, proscrito na França, voltou à Rússia em 1917.
Josef Stalin
Sua atuação política levou-o a uma vida de 18 anos de clandestinidade, até o triunfo da Revolução Russa de 1917. Foi eleito, em 1922, secretário do Partido Comunista Russo, cargo que conservou até sua morte. Após a morte de Lenin, lutou com Trotski pelo poder, afastando-o e governando com "mão de ferro", buscando dotar o país da força necessária para se fazer respeitar internacionalmente. Para tanto, não vacilou em eliminar fisicamente seus opositores, quando achou necessário.
Leon Trotski
Teórico marxsta e dirigente revolucionário russo. Integrou o primeiro governo soviético, como ministeo do Exterior, cabendo-lhe negociar a paz, em Brest Litovski. Criou o Exército Vermelho. Seus choques constantes com a burocracia política e os líderes conduziram-no ao exílio, à expulsão e à perda a cidadania soviética. Escreveu, entre outras obras, História da revolução Russa, sobre a insurreição soviética de 1917. Fundou a IV Internacional. Na URSS, os trotskistas foram eliminados, fisicamente, acusados de servir à Gestapo, à Ovra e ao Micado e, por fim, o próprio Trotski caiu assassinado pela GPU estalinista, no México.
Simon Bolívar (1783 - 1830)
O mais famoso nome da independência hispanico-americana, tambem chamado "O Libertador", Bolívar nasceu em Caracas, Venezuela. Inicia suas atividades revolucionárias em 1807. A partir de 1816, Bolívar começa a ação militar decisiva, estabelecenso-se em Angostura (hoje Cidade Bolívar). Três anos depois, obtêm a independência da Colômbia ba batalha de Boyacá. A esse triunfo segue-se a de Carabobo (1821), que libertou a Venezuela do domínio espanhol. Em 1822, seu lugar-tenente, Sucre, promoveu a separação do Equador com a vitória de Pichincha.
Edgard Leuenroth
Natural de Mogi Mirim (SP), tipográfo, fundador do Centro Tipográfico de São Paulo. Nos primeiros anos do século XX, organizou diversas agremiações de trabalhadores, principalmente ligados à imprensa. Militante na imprensa operária e anarquista, lutou pelos ideias libertários e colaborou para a preservação da memória dos movimentos populares no Brasil.
Antônio Evaristo de Moraes
Carioca, advogado, professor, escritor, um dos fundadores da Associação Brasileira de Imprensa, do Partido Operário (1890) e do Partido Socialista (1920). Defensor do grupo liderado pelo marinheiro João Cândido - Revolta da Chibata.
Astrojildo Pereira Duarte Silva
Nasceu em Rio de Janeiro (RJ). Anarquista na juventude, foi um dos promotores, em 1913, do II Congresso Operário Brasileiro.
Luiz Carlos Prestes, gaúcho de Porto Alegre (RS), participou da primeira revolta dos tenentes, que contribuiu para a "revolução" de 1930. Após seu desligamento do exército, liderou o movimento em Santo Angelo (RS), com 300 soldados. Surge daí a "Coluna Gaúcha", que tinha dois objetivos: enfraquecer política e milirtamente Artur Bernardes, visando derrubá-lo; e denunciar as injustiças e buscar a integração do país. A Coluna Gaúcha comandada por prestes se junta a paulista de Miguel Costa, e inicia-se a coluna Miguel Costa - Prestes, que percorreu 25 mil quilômetros em dois anos de combate. Prestes foi para a Argentina e lá estudou o marxismo. A Internacional Comunista, através do PCB, convidou-o a ir para Moscou, lá ficou até dezembro de 1934. Em Moscou aprofundou seus estudos sobre o marxismo e casou-se com Olga Benário, comunista alemã que trabalhava na União Soviética. Voltou ao país com olga, clandestinamente, em 1935. O casal é preso, e Olga é entregue ao governo nazista alemão, que a assassina. Prestes fica preso por nove anos.
Aristides Lobo (1905 - 1968)
Jornalista, escritor, tradutor, membro da juventude comunista do Rio de Janeiro. Expulso do PC em 1931 por suas posições trotskistas, foi um dos fundadores da Liga Comunista Internacionalista, seu secretário-geral e um dos seus mais ativos militantes.
Mário Pedrosa (1900 - 1981)
Pernambucano de Timbaúba, escritor, crítico de arte, filiou-se ao PCB em 1927. Influenciado pelos trotskistas, rompe com o PCB e trabalha em jornais, divulgando as ideias de Marx, Lênin e trotski; participou da fundação da Liga Comunista Internacionalista. Foi também um dos fundadores do Partido Operário Lenista (POL), cisão da Liga. Em 1979, assinou a ficha número 1 da filiação ao Partido dos Trabalhadores.
Caio Prado Jr. (1907 - 1990)
mais importante historiador marxista brasileiro, o paulista Caio Prado filiou-se, em 1931, ao PCB. Intelectual militante, dedicou sua vida a entender a hstória brasileira. Entre suas obras, destaca-se História econômica do Brasil. Poucos livros contribuíram de mandeira tão decisiva para a compreensão, em profundidade, das grandes questões nacionais quanto este. Produto de um esforço percursor da interpretação da história brasileira sob um ponto de vista marxista, ele inaugurou uma nova etapa da vida intelectual do país.
Graciliano Ramos (1892 - 1953)
Escritor, foi preso político na Ditadura Vargas. Os dois anos de cadeia renderam para Memória de Cárcere, em que denuncia as condições a que foram submetidos os opositores do "Estado Novo".
João Amazonas (1912 - 2002)
Nasceu em belém, Pará, militante de bases operárias, ingressou no PC em 1935 e integrou sua direção nacional a partir de 1943. Responsável pelo trabalho sindical e de massas, foi um dos organizadores e um dos principais dirigentes do Movimento Unificador dos Trabalhadores (MUT), em 1945. Em reunião extraordinária, em conjunto com outras lideranças, em 18 de fevereiro de 1962 foi decidida a reorganização do partido, mantendo seu nome tradicional (Partido Comunista do Brasil) e adotando a silga PCdoB, em resposta às ações de uma corrente reformista que pretendia liquidar o partido enquanto organização revolucionária. Foi um acontecimento de alcance histórico e internacional: o PC do Brasil foi o primeiro partido fora do poder a romper com a linha política reformista imposta pela direção do PCUS. Entre 1968 e 1972, Amazonas participou ativamente da organização da guerrilha do Araguaia, o principal movimento de contestação armada ao regime militar. O legado de Amazonas é a luta pela democracia, pela soberania nacional e a defesa do proletariado e socialismo. Ele foi o ideólogoe construtor do Partido Comunista do Brasil.
Herbert José de Souza (1935 - 1997)
"Betinho", nasceu em Minas Gerais. A militância nos movimentos estudantis, as campanhas contra a fome e pela reforma agrária, a luta contra os regimes militantes latino-americanos e o exílio colocaram-no sempre abrindo caminhos, contra diversas formas de medo e autoritarismo. Tornou-se um dos símbolos da campanha pela anistia. Em 1981 funsou o Instituo Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase). Desempenhou um papel decisivo na Campanha Nacional pela Reforma Agrária, em 1983; em 1986, funsou a Associação Brasileira Interdisciplinas de Aids (Abia); organizou em 1990, o movimento "Terra e Democracia". Em 1992, assumiu uma das lideranças do Movimento pela Ética na Política, que cuminou com o "impeachment" do então presidente Fernando Collor de Mello. Lutou pela "Ação da Cidadania contra a Miséria e pela Vida", campanha contra a fome que ganhou as ruas em 1993.
Paulo Freire (1921 - 1997)
Nasceu em Recife (PE) de família de claase média, empobreceu na crise de 1929. Perdeu o pai aos treze anos e experimentou a pobreza. Sua carreira começou no Serviço Social da Indústria - Sesi e no Serviço de Extensão Cultural da Universidade do Recife, quando aplicou, na cidade de Angicos (RN), um plano-piloto de alfabetização. Seu método de alfabetização, apresentado no Rio de Janeiro em 1958,consiste em que a consciência política e o aprendizado da escrita se integravam na mesma moldura. Em 1963, foi conduzido à direção do Plano Nacional de Educação, que aplicava seu meétodo de alfabetização a 16 milhões de adultos em 4 anos. Preso após o golpe de 1964, ficou no exílio durante 15 anos. Morou no Chile, onde escreveu sua obra Pedagogia do Oprimido. Ensinou na Universidade de Havard. Com a anistia, voltou ao Brasil em 1979 e começou a lecionar na PUC-SP. Na mesma época, tornou-se um dos fundadores do PT. Com cerca de 1.500 trabalhos publicados em todo o mundo, recebeu 28 títulos de doutor "honoris causa", sendo o brasileiro com o maior número desses títulos.
Francisco Julião (1917 - 1999)
Pernambucano, um dos organizadores das Ligas Camponesas, que se espalharam por vários Estdados da federação, inclusive na Paraíba, com sua bandeira de luta: "Reforma Agrária na lei ou na marra". Após o golpe de 1954, foi preso e exilou-se.
Apolônio De Carvalho (1912 - 2005)
Figura ímpar no cenário da vida política brasileira. Poucos como ele viveram com tanta intensidade a «paixão libertária» que o impeliu, desde os seus anos de cadete da Escola Militar de Realengo, a engajar-se na luta pelos ideais socialistas e contra os regimes de opressão, com uma coerência que se manifestou em todos os episódios vividos: da militância no Partido Comunista Brasileiro (PCB) e na ANL (Aliança Nacional Libertadora) à participação na Guerra Civil Espanhola e na Resistência Francesa contra o fascismo; da luta clandestina contra a ditadura militar no Brasil, como membro do PCBR, à militância no PT, desde o momento da fundação do partido até sua morte.
Carlos Marighella (1911 - 1969)
Filho mais velho de uma família humilde, nasceu em salvadoro, Bahia. Augusto, o pai, era mecânico e simpatizante do Anarquismo. Foi preso pela primeira vez em 1932, por participar da manifestações estudantis. Tranfere-se para o Rio de janeiro, passando a trabalhar na reorganização do Partido Comunista, esfacelado pela repressão. Novamente preso, em 1°/05/1936, barbaramente torturado. Solto, vai para a cladestinidade. Novamente preso, é condenado e enviado às prisõs de Fernando de Noronha por cerca de seis anos. Foi nesse período que Marighella organizou um curso de formação política para os presos. Em dezembro de 1945, foi eleito deputado federal constituinte pela Bahia, Seu registro do PCB é casso em 1947 e volta a clandestinidade, que duraria um perído de mais de uma década. A partir de 1966, articulam-se várias organizações clandestinidades de combate à ditadura militar. Entre elas, a Ação Libertadora Nacional (ALN), fundada por Marighella. Foi assassinado, em São Paulo, pelo delegado e torturador Sérgio Paranhos Fleury.
Florestan Fernandes (1920 - 1995)
Nasceu em São Paulo. Fez curso primário incompleto devido a dificuldades financeiras, diplomando-se em 1940. Em 1941 iniciou o curso de Ciências Sociais na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP), onde, em 1945, tornou-se assistente da cadeira de Sociologia II. No início do decêncio de 1960, foi um dos líderes mais ativos da campanha em defesa da escola pública. Em 1969 foi aposentado compulsoriamente pelo Ato Institucional n° 5, instrumento repressor da ditadura militar. Lecionou na Universidade de Toronto e na Universidade de Yale. Reconhecido com um dos maiores sociólogos de seu tempo, foi galardoado com dois importantes títulos estrangeiros de Doutor Honoris Causa. Ingressou no Partido dos Trabalhadores de 1986. Faleceu na cidade de São Paulo.
quinta-feira, agosto 12, 2010
A estatística é o melhor calmante
É inevitável. Depois de anos sombrios para a aviação mundial e nacional, até o passageiro mais viajado sente medo. Diante de tantos desastres aéreos nas manchetes dos jornais, não há quem se convença de que as quedas são raras, de que o normal é tudo dar certo. Mas é exatamente isso que dizem as estatísticas. A chance de alguém bater o carro e morrer a caminho do aeroporto é 500 vezes maior de que a de o avião cair. Até nadar é mais perigoso que andar de avião.
Stuart Matthews – da Fundação de Segurança no Vôo – disse que seria preciso viajar todos os dias durante 712 anos, para que alguém se envolvesse com certeza em um acidente aéreo.
Mas a matemática nem sempre tranquiliza. A lei da gravidade parece ser mais cruel na América Latina. Aqui, a cada milhão de pousos e decolagens 32,4 não dão muito certo. Na América do Norte a frequência é oito vezes menor. E o maior problema é da tripulação, em geral a culpa não é da tecnologia.
Mas mesmo as estatísticas favorecendo a invenção de Santos Dumont, muitos ainda tremem só de pensar num avião pesadíssimo sobrevoando. O que assusta mais é que se o avião cair, a probabilidade de todo mundo morrer é quase 100%, o que é diferente no carro. Outro fator que corrobora é o passageiro não sentir as rodas no “chão” e que se cair sua morte será inevitável, a não ser que você seja um puto de um sortudo que nem aquele garoto lá para o lado do oriente, só ele escapou. Outro fator para esse medo do avião é a banalização e o “hobbie” que o carro e a moto se tornaram no Brasil, os brasileiros parecem que não vêem que um veículo é 100% risco de um acidente, e que é uma máquina igual ao avião. Mas por se tornar comum, ficou banalizado o seu uso, achamos até normal quando alguém morre atropelado ou de acidente de carro ou moto.
O que derruba uma aeronave?
15,7% Falha mecânica
O atrito com o ar e os processos de compressão e descompressão provocam trincas na fuselagem, que é o corpo do avião. Quando não são percebidas e reparadas a tempo, parte da carcaça se solta em pleno vôo.
Informações sobre o vôo chegam ao painel por fios conectados a aparelhos espalhados pelo avião. Interferências eletromagnéticas alteram os dados, confundem os pilotos e podem acionar equipamentos em hora errada.
O desgaste na ligação entre as turbinas e a asa podem fazer com que uma delas se solte parcialmente e deixe de funcionar.
As turbinas empurram a aeronave, mantendo-a no ar, e ajudam na freagem, com o mecanismo chamado reverso. São partes delicadas do aparelho, que já causaram muitos acidentes.
Cadeiras malfixadas esmagam os passageiros. Além disso, é sob elas que se colocam as bombas. O terrorismo não entra nas estatísticas, mas é um dado importante.
Fagulhas surgidas em possíveis atritos entre partes do avião podem chegar ao tanque de combustível e provocar explosões.
O trem de pouso é controlado por um sistema hidráulico. Às vezes eles não funciona e o avião tem de pousar de barriga.
3,4% Manutenção
Antes do vôo, todo aparelho deve ser avaliado. Peças desgastadas que já derrubaram muitos aviões poderiam ter sido trocadas nessa fase.
4,8% Clima
Nevoeiros diminuem a visibilidade e correntes de vento podem desestabilizar o aparelho. O relâmpago é uma fatalidade que não se pode evitar.
7,1% Outras causas
Testes e vôos militares
69,2% Falhas humanas
Piloto e co-piloto causam nada menos que 64,4% das quedas. Por inexperiência ou por cansaço, confundem-se com aparelhos e orientações da torre e cometem deslizes. Pela lei, podem ficar no comando até 9 horas e 30 minutos por dia. Mas o Sindicato Nacional dos Aeronautas garante que a norma não é respeitada.
A torre de controle orienta o tráfego no aeroporto e é crucial no pouso e na decolagem. Falhas na comunicação e orientações erradas causam 4,8% dos acidentes.
terça-feira, fevereiro 23, 2010
O preconceito está em nós
O preconceito é uma característica presente em todos nós, pois olhamos o mundo a partir de nossos valores e crenças. Conceitos historicamente estabelecidos nos levam a esquecer que cada pessoa tem sua própria identidade, sendo difícil aceitar as diferenças, mesmo em relação as pessoas que mais amamos.
Qual a primeira coisa que passa pela cabeça de uma pai ou uma mãe quando descobre que tem um filho ou uma filha homossexual? Grande parte dos pais e mães ficam apavorados, é uma "paulada", porque o preconceito está enraizado na sociedade. Sendo este preconceito não só quanto a diversidade sexual, mas também racial, religiosa, social, econômica, tudo! Inclusive muitos homossexuais tem preconceito, unas mais e outros menos.
A Parada GLBT existe há cerca de 12 anos, e geralmente a parada tem um efeito contrário ao que a militância deseja. Muita gente acha que o que tem na Parada é safadeza, uma sem-vergonhice e que não deve nem existir.
Muitos homossexuais assumidos e "aceitos", quando falam sobre seu parceiro(a) com amigos, colegas, família, sente algo "errado", isso é nada mais que o preconceito introjetado, e se isso acontece com os "assumido" e "aceitos", imagine aos que não são!
Falar de sexualidade é reconhecer que as diferenças existem, e que não há formas melhores ou piores de vivenciá-las. Falar de sexualidade é falar de diversidade.
E em pleno século XXI, adolescentes, garotos e garotas, têm que lutar contra o preconceito da sociedade, e principalmente da própria família. E algumas pesquisas comprovam que a maioria dos pais e mães não aceitam os filhos e filhas como homossexuais, mas sim há um sentimento de conformismo.
Aqui vai a dica de alguns sites interessantes:
• Alguém para conversar, o E-Jovem, é um espaço de discussão e troca de experiências entre homossexuais, recebe mais de mil visitas diárias. ---> http://www.e-jovem.com/
• X-teens: http://www.xteens.com.br/
• Associação da Parada do Orgulho GLBT de SP: http://www.paradasp.org.br/
Jvens Ativistas - Grupo JA! --> www.orkut.com/Community.aspx?cmm=902321
Qual a primeira coisa que passa pela cabeça de uma pai ou uma mãe quando descobre que tem um filho ou uma filha homossexual? Grande parte dos pais e mães ficam apavorados, é uma "paulada", porque o preconceito está enraizado na sociedade. Sendo este preconceito não só quanto a diversidade sexual, mas também racial, religiosa, social, econômica, tudo! Inclusive muitos homossexuais tem preconceito, unas mais e outros menos.
A Parada GLBT existe há cerca de 12 anos, e geralmente a parada tem um efeito contrário ao que a militância deseja. Muita gente acha que o que tem na Parada é safadeza, uma sem-vergonhice e que não deve nem existir.
Muitos homossexuais assumidos e "aceitos", quando falam sobre seu parceiro(a) com amigos, colegas, família, sente algo "errado", isso é nada mais que o preconceito introjetado, e se isso acontece com os "assumido" e "aceitos", imagine aos que não são!
Falar de sexualidade é reconhecer que as diferenças existem, e que não há formas melhores ou piores de vivenciá-las. Falar de sexualidade é falar de diversidade.
E em pleno século XXI, adolescentes, garotos e garotas, têm que lutar contra o preconceito da sociedade, e principalmente da própria família. E algumas pesquisas comprovam que a maioria dos pais e mães não aceitam os filhos e filhas como homossexuais, mas sim há um sentimento de conformismo.
Aqui vai a dica de alguns sites interessantes:
• Alguém para conversar, o E-Jovem, é um espaço de discussão e troca de experiências entre homossexuais, recebe mais de mil visitas diárias. ---> http://www.e-jovem.com/
• X-teens: http://www.xteens.com.br/
• Associação da Parada do Orgulho GLBT de SP: http://www.paradasp.org.br/
Jvens Ativistas - Grupo JA! --> www.orkut.com/Community.aspx?cmm=902321
sábado, fevereiro 20, 2010
Homossexualidade
Qualquer maneira de amor vale a pena
Qualquer maneira me vale cantar
Qualquer maneira de amor vale aquela
Qualquer maneira de amor valerá
Milton Nascimento
Como enfrentar a parada... ?
Quando a gente se da conta da diversidade sexual, graças á cultura embutida na nossa cabeça, começam a aparecer muitas dúvidas, mas a pergunta que não se cala é: por quê?
Ninguém tem “culpa”. Cada pessoa tem sua realidade e atitudes diferentes em relação a tudo na vida. E não é diferente em relação a descoberta de sua sexualidade. Ás vezes, uma (um) adolescente heterossexual pode ter mais dificuldades e tabus na sua expectativa de vida sexual do que uma garota lésbica ou um garoto gay, e vice-versa. O que importa, de verdade? È estar de bem consigo mesmo. O resto você vai levando conforme as coisas vão acontecendo. Sexualidade não é só sexo, vem no pacote o seu comportamento na sociedade que não tem “regras”, pois que define é você mesma(o).
Você sabia que... ?
A palavra homossexualismo foi adotada há algumas décadas para colocar a homossexualidade como doença. Por isso os gays não usam o sufixo “ismo”.
Desde 1973 a homossexualidade deixou de ser tratada como doença, desvio ou perversão. No Brasil, deixou de ser considerada doença, em fevereiro de 1985. Em 1999, o Conselho Federal de Psicologia reforça isso, proibindo tratamentos psicológicos que visem a “conversão” de homo em heterossexuais.
A palavra gay pode ser usada ara indicar tanto homem quanto mulher homossexual.
Uma campanha legal é a do CFESS (Conselho Federal de Serviço Social) junto com os CRESS (Conselhos Regionais), que lançou a campanha: O amor fala todas as línguas.
Adorei esse cartaz, e a iniciativa do Conselho.
E você sabe o que é Homofobia?
A homofobia é o termo usado para descrever uma "repulsa" face as relações afetivas e sexuais entre pessoas do mesmo sexo, um ódio generelizado aos homossexuais e todos os aspectos de preconceito heterossexistas e da discriminação anti-homossexual.
Como no Brasil a Justiça tarda, a homofobia ta sendo banalizada como algo normal, malditos conservadores... Bem se você quiser acompanhar o andamento de algumas leis ai vai a dica:
Procure no site: http://www.camara.gov.br/
Projeto de Lei de Criminalização da Homofobia: PL 5003/2001 (Luciano Zica)
Projeto de Lei de União Civil Estável entre Homosexuais: PL 1151/1995 (Marta Suplicy).
E você deixaria de ser feliz para viver como a sociedade quer?
terça-feira, fevereiro 02, 2010
Tolerância ZERO
PIOR É QUE A GENTE PERGUNTA ASSIM MESMO...
1. Quando te vêem deitado, de olhos fechados, na sua cama, com a luz apagada e te perguntam:
- Você tá dormindo?
- Não, to treinando pra morrer!
2. Quando a gente leva um aparelho eletrônico para a manutenção e o técnico pergunta:
- Ta com defeito?
- Não, é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o trouxe para passear.
3. Quando está chovendo e percebem que você vai encarar a chuva, perguntam:
- Vai sair nessa chuva?
- Não, vou sair na próxima.
4. Quando você acaba de levantar, aí vem um idiota (sempre) e pergunta:
- Acordou?
- Não.. Sou sonâmbulo!
5. Seu amigo liga para sua casa e pergunta:
- Onde você está?
- No Pólo Norte! Um furacão levou a minha casa pra lá!
6. Você acaba de tomar banho e alguém pergunta:
- Você tomou banho?
- Não, mergulhei no vaso sanitário!
7. Você tá na frente do elevador da garagem do seu prédio e chega um que pergunta: (ÓTIMA)
- Vai subir?
- Não, não, to esperando meu apartamento descer pra me pegar.
8. O homem chega à casa da namorada com um enorme buquê de flores. Até que ela diz:
- Flores?
- Não! São cenouras.
9. Você está no banheiro quando alguém bate na porta e pergunta:
- Tem gente?
- Não! É o cocô que está falando!
10. Você chega ao banco com um cheque e pede pra trocar:
- Em dinheiro? ?
- Não, me dá tudo em clipes
Formspring, O site de 2010
Ninguém pode duvidar que o Formspring está bombando aqui no Brasil desde o fim do ano de 2009, e a cada dia que passa ta ganhando mais popularidade em 2010.
No ano de 2009, o site que mais ganhou popularidade foi o Twitter, que embora exista a muito tempo, teve seu 'boom' no ano de 2009, e nesse ano de 2010 o Formspring já conquistou milhões de fãs, principalmente aqui no Brasil, onde o número de internutas ativos é enorme.
Além de ser um site de fácil utilização, e público, o Formspring.me permite conexões com outras redes sociais, como Facebook, Twitter e Blogger, o que permite que seja divulgada amplamente e rapidamente, claro.
Nesse ano, a cada dia fica mais claro que as pessoas estão mais adeptas ao Formpring, pois além de ser um site onde você pode fazer perguntas e responder, torna mais fácil a comunicação, e um jeito menos timido de se comunicar, diferente do Twitter, onde o contato é mais restrito, e que na minha opinião, só serve pra gente famosa :B
É bem legal, você recebe perguntas que nunca pode nem imaginar e nunca te perguntariam pessoalmente, é legal e não é fútil, enfim é a nova modinha da Web.
Se você não tem um, faça logo, tai o link --> http://www.formspring.me/account/setup e o mais legal, é que você tem Facebook, você pode logar com endereço dele.
Me pergunta rs?
http://www.formspring.me/shellen
sexta-feira, janeiro 29, 2010
Fotos da Saga Twilight e atores
Eu achei essa foto perfeita da Kristen como Bella Swan, bem 'ingênua', feliz, com medo, sei lá, como a Bella.
Pois é, o Robert como Edward, eu acho que o Edward que a Bella descreve na saga twilight é bem mais bonito que o ator que interpreta no filme, mas ele é gato também, esses olhos amarelos/dourados do Edward Cullen, hmmmmmm kkkk
Ahhh, fala sério, esse desenho ficou perfeito, sem defeito, o mesmo tempo que é um desenho da Bella como Kristen e do Edward como Robert ele não é totalmente fiel, mas sim da maneira como imaginamos quando lemos o livro, pelo menos eu né.
Essa foto ficou perfeita, é lógico que eu fiz um Photoshop e talz, mas a Bella irá ficar bem mais linda como vampira.
Essa foto é conhecida né? Mas não do jeito que está agora, Bella como uma "recém criada" ao lado de seu amor lindo já vampiro todo posudo kkk.
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Unknown
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Esse cara quebrou a cara
É, e não foi em um relacionamento não, ele quebrou a cara literalmente, ele foi inventar de dar um pulo pra se divertir com os amigos, o primeiro deu sorte, mas o segundo não pegou impulso suficiente e... bateu com a cara numa espécie de calçada, quando os amigos veem a tragédia o mar ou rio sei lá fica em volta dele vermelho, o pior já era esperado quando o resgate chega e vê que o cara não morreu, porém seu rosto abriu no meio, eu juro que quando vi a esse video pela primeira vez me deu vontade de sair correndo, ele fica vivo com o seu rosto aberto ao meio, pois é , mas ele não morreu não, mas quebrou a cara, ninguém mandou ele pular né? Pois fica um recado de amiga, não pulem que nem esse cara, se pularem usem um capacete, você podem não ter mesma sorte, eu vou procurar uma foto de como ele ficou depois, hmmm, deve ter ficado legal kkkkk
Assistam o vídeo e confiram:
http://www.youtube.com/watch?v=lhAojrFoNqA
Assistam o vídeo e confiram:
http://www.youtube.com/watch?v=lhAojrFoNqA
quinta-feira, janeiro 28, 2010
O carnaval carioca
O carnaval do Rio de Janeiro, com seu desfile de escolas de samba, é a festa brasileira mais conhecida em todo o mundo. Turistas de todos os países vão ao Sambódromo, na avenida Marquês de Sapucaí, acompanhar a passagem de tradicionais escolas, como Mangueira, Grande Rio, Portela, Salgueiro, Beija-flor e outra.
A ideia de se fazer esse desfile nasceu nas redações do jornal Mundo Esportivo, pertencente ao jornalista Mário Filho, irmão do dramaturgo Nelson Rodrigues. O primeiro desfile, realizado em 1932 na Praça Onze, contou com a presença de dezenove escolas e foi vencido pela Mangueira.
Apesar do sucesso, o evento foi acompanhado primordialmente pelas camadas populares. A elite preferia divetir-se nos bailes em clubes fechados ou nos desfiles do corsos pelas ruas do Rio de Janeiro.
Diorama projetado por Hans Nobauer para o carnaval de 1933 no Rio de Janeiro. A revolução de 1930 trouxe mudanças na relação entre o governo e as manifestações culturais, como a musica popular e o carnaval. Sob a República Velha, as escolas de samba eram perseguidas pela policia carioca. Essa situação mudou a partir de 1930. Assim, em 1932 o prefeito interventor do Rio de Janeiro, o tenentista civil era Pedro Ernesto, contemplou com dois contos de réis diversas escolas de samba e blocos carnavalescos. Naquele ano, a escola de samba Deixa Falar desfilou com o enredo “A primavera e a Revolução de Outubro” (de 1930).
Hoje o carnaval carioca é o símbolo do Brasil e do mundo também, com sua alegria e desfile de brilho e beleza, e lógico muita mulheres maravilhosas, cada uma mais gostosa que a outra. Um bom marketing usado pelas escolas é o convite de celebridades, principalmente da Rede Globo, para desfile tanto nos carros como para madrinhas da bateria e capricham na sensualidade e gostosura.
Marquês de Sapucaí
Juliana Paes
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Grazzi
quarta-feira, janeiro 27, 2010
Coisas para fazer antes dos 25 anos
1-fazer uma tatuagem
2-colocar um piercing
3-beijar o(a) melhor amigo(a)
4-se declarar pra alguém
5-correr de bikini pelo quarteirão de madrugada
6-ir pra porrada com alguem
7-ficar muito bêbado a ponto de não lembrar nada no dia seguinte
8-andar de caminhao de lixo
9-pegar carona com desconhecidos
10-invadir alguma casa com piscina e tomar banho
11-tomar banho no caminhão pipa
12-nadar nu
13-viajar com os amigos
14-sair escondido de casa
15-pintar o cabelo de uma cor muito louca
16-fingir que fala outro idioma em algum lugar
17-pular de pára-quedas
18-bater o carro
19-ficar com um menino(a) muito feio(a)
20-subir em um palco e dançar loucamente
21-entrar de penetra em alguma festa
22-ir pra escola bêbado
23-mandar flores pra alguém
24-tomar banho de chuva no inverno
25-se apaixonar
26-ser expulso da escola
27-ir pra um jogo de futebol e ficar na torcida errada com sua camisa do time oposto
28-roubar o carro dos pais
29-pichar o muro de algum lugar
30-dormir na rua
2-colocar um piercing
3-beijar o(a) melhor amigo(a)
4-se declarar pra alguém
5-correr de bikini pelo quarteirão de madrugada
6-ir pra porrada com alguem
7-ficar muito bêbado a ponto de não lembrar nada no dia seguinte
8-andar de caminhao de lixo
9-pegar carona com desconhecidos
10-invadir alguma casa com piscina e tomar banho
11-tomar banho no caminhão pipa
12-nadar nu
13-viajar com os amigos
14-sair escondido de casa
15-pintar o cabelo de uma cor muito louca
16-fingir que fala outro idioma em algum lugar
17-pular de pára-quedas
18-bater o carro
19-ficar com um menino(a) muito feio(a)
20-subir em um palco e dançar loucamente
21-entrar de penetra em alguma festa
22-ir pra escola bêbado
23-mandar flores pra alguém
24-tomar banho de chuva no inverno
25-se apaixonar
26-ser expulso da escola
27-ir pra um jogo de futebol e ficar na torcida errada com sua camisa do time oposto
28-roubar o carro dos pais
29-pichar o muro de algum lugar
30-dormir na rua
Coisas pra fazer antes dos 30 anos
beber uma garrafa de tequila
transar com um dos seus melhores amigos
encontrar com alguem da net
fazer uma tatoo
subir em um palco e dançar loucamente
fugir de casa
pular de bumg jump
matar aula pra ir no buteco
passear sem calcinha (cueca)
agarrar seu amor platonico
fingir ser estrangeiro e falar um idioma que nao existe
ficar com alguem 10 anos mais velho que vc
sair de casa na sexta a noite e voltar na segunda de manha
dormir com a roupa que saiu dps de um porre
ir a praia de nudismo
ficar com seu professor
roubar o namorado de alguem
ir pra escola bebada
se apaixonar a 1ª vista
usar a melhor roupa pra ir ao mercado
sair com o melhor amigo do seu ex
pintar o cabelo de uma cor absurda
chorar vendo um desenho
ir parar na delegacia
beber ate ter amnesia alcoolica
aprender a tocar algum instrumento
ter um diário secreto
beijar um passante
ir numa formatura de short e chinelo
assaltar uma loja
pegar carona com desconhecido
ir pra balada de onibus
dormir na rua...
transar com um dos seus melhores amigos
encontrar com alguem da net
fazer uma tatoo
subir em um palco e dançar loucamente
fugir de casa
pular de bumg jump
matar aula pra ir no buteco
passear sem calcinha (cueca)
agarrar seu amor platonico
fingir ser estrangeiro e falar um idioma que nao existe
ficar com alguem 10 anos mais velho que vc
sair de casa na sexta a noite e voltar na segunda de manha
dormir com a roupa que saiu dps de um porre
ir a praia de nudismo
ficar com seu professor
roubar o namorado de alguem
ir pra escola bebada
se apaixonar a 1ª vista
usar a melhor roupa pra ir ao mercado
sair com o melhor amigo do seu ex
pintar o cabelo de uma cor absurda
chorar vendo um desenho
ir parar na delegacia
beber ate ter amnesia alcoolica
aprender a tocar algum instrumento
ter um diário secreto
beijar um passante
ir numa formatura de short e chinelo
assaltar uma loja
pegar carona com desconhecido
ir pra balada de onibus
dormir na rua...
terça-feira, janeiro 26, 2010
Direitos civis
Enquanto na África do Sul a população negra era vítima do apartheid, nos Estados Unidos os afrodescendetnes também sofriam as cosequências das leis segregacionistas criadas ainda na segunda metade do século XIX. Assim, os negros norte-americanos não podiam freqüentar as mesmas escolas, hospitais e outros lugares públicos reservados aos brancos; seu direito de voto era restrito e muitos deles sofriam constrangimentos, ou eram vítimas de agressões e assassinatos por extremistas brancos.
A partir dos anos 1950 intensificaram-se os movimentos negros reivindicando igualdade de direitos civis entre brancos e afrodescendentes. Um dos líderes dessa luta foi Martin Luther King Jr. (1929 - 1968), que em 1963 organizou um protesto reunido 300 mil pessoas em Washington. Também ganharam destaque o ativista muçulmano Malcom X (1952 - 1965) e o grupo Panteras Negras, surgido em 1966.
Em meados de 1963 o Congresso dos Estados Unidos aprovou a Lei dos Direitos Civis proposta pelo presidente Jonh Kennedy (1929 - 1963). A lei estendia aos negros os mesmos direitos concedidos aos brancos. Apesar dusso, ainda negros e brancos norte-amerucanos continuam separados por profundas diferenças sociais.
A partir dos anos 1950 intensificaram-se os movimentos negros reivindicando igualdade de direitos civis entre brancos e afrodescendentes. Um dos líderes dessa luta foi Martin Luther King Jr. (1929 - 1968), que em 1963 organizou um protesto reunido 300 mil pessoas em Washington. Também ganharam destaque o ativista muçulmano Malcom X (1952 - 1965) e o grupo Panteras Negras, surgido em 1966.
Em meados de 1963 o Congresso dos Estados Unidos aprovou a Lei dos Direitos Civis proposta pelo presidente Jonh Kennedy (1929 - 1963). A lei estendia aos negros os mesmos direitos concedidos aos brancos. Apesar dusso, ainda negros e brancos norte-amerucanos continuam separados por profundas diferenças sociais.
Multidão de partidário da luta pelos direitos civis dos negros reúne-se na Marcha sobre Washignton por Trabalho e Liberdade. O homem que se destaca no primeiro plano é Martin Luther King. Nessa manifestação, ele pronunciou seu famoso discurso "Eu tenho um sonho", no qual revela esperança em um futuro de igualdade e respeito mútuo entre negros e brancos. Por ironia, Luther King seria assassinado por um extremista branco cinco anos depois d marcha. Washington, Estados Unidos, março de 1963.
Dicas de filmes:
O Sol é para todos, de Robert Mulligan, 1962
Malcolm X, de Spike Lee, 1992.
EU TENHO UM SONHO
Discurso de Martin Luther King (28/08/1963)
"Eu estou contente em unir-me com vocês no dia que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.
Cem anos atrás, um grande americano, na qual estamos sob sua simbólica sombra, assinou a Proclamação de Emancipação. Esse importante decreto veio como um grande farol de esperança para milhões de escravos negros que tinham murchados nas chamas da injustiça. Ele veio como uma alvorada para terminar a longa noite de seus cativeiros.
Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre. Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da segregação e as cadeias de discriminação.
Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos cantos da sociedade americana e se encontram exilados em sua própria terra. Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.
De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota promissória para a qual todo americano seria seu herdeiro. Esta nota era uma promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com "fundos insuficientes". Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação. Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.
Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do gradualismo. Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia. Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado pelo sol da justiça racial.
Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um renovador outono de liberdade e igualdade. Este ano de 1963 não é um fim, mas um começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento despertar se a nação votar aos negócios de sempre.
Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas, para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa liberdade. Nós não podemos caminhar só. E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os devotos dos direitos civis, "Quando vocês estarão satisfeitos?"
Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem abaixo como águas de uma poderosa correnteza.
Eu não esqueci que alguns de você vieram até aqui após grandes testes e sofrimentos. Alguns de você vieram recentemente de celas estreitas das prisões. Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade policial. Você são o veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte, sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe caiar no vale de desespero. Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano. Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!
segunda-feira, janeiro 25, 2010
O que é a Ciência?
Segundo o dicionário New Lexicon Webster, é o “conhecimento adquirido por meio de observação cuidadosa e da dedução das leis que regem as mudanças e condições, assim como pelo teste experimental dessas deduções”.
Segundo o mini dicionário Aurélio é um “conjunto metódico de conhecimentos obtidos mediante a observação e a experiência”.
A Ciência trata do conhecimento racional, que se refere ao mundo material ou da natureza, cujas regularidades querem explicar e predizer. Obtido através de um método experimental, do qual formam parte a observação, a experimentação e s inferências dos fatos observados. Ciência é sistemática por que se organiza mediante hipóteses, leis, e um conhecimento objetivo e “público”, tendo em vista que busca ser reconhecida por todos como sendo verdadeira ou pelo menos, ser aceita por consenso universal.
O objetivo da Ciência é possibilitar-nos entender e acumular conhecimento sobre o universo. O vínculo para tais entendimentos é a teoria, que procura nos contar porque os fenômenos existem e como eles funcionam (J. Turner, 1991).
Uma característica distinta das teorias científicas é sua abstração. Elas são determinadas em termos muito genéricos porque o objetivo é explicar os fenômenos em todas as épocas e lugares.
Uma segunda característica única das teorias científicas é que elas são sujeitas a provas. Já foi inclusive dito que as teorias científicas existem para serem refutadas (Popper, 1959, 1969).
Quando as teorias resistem á prova de tempo – isto é, esforços repetidos de contestação -, então se tornam provisoriamente aceitas como verdade, como “maneira” que as coisas realmente são. (Popper, 1969).
O que torna a Ciência única?
• A ciência não busca avaliar o que deveria, ou não deveria, existir ou ocorrer;
• Ela busca apenas compreender porque fenômenos existem e como funcionam, “sem” julgamentos de valor.
• A ciência gera determinada compreensão que desenvolve teorias abstratas e isentas de juízos de valor, as quais explicam o como e por que dos fenômenos.
• A ciência então sujeita essas teorias á verificação empírica, refutando-as ou modificando-as se os fatos não correspondem a elas.
A ciência usa métodos de coleta de dados podem ser contestados por outros para certificar-se que os dados usados para testar as teorias não são parciais;
• A ciência acumula conhecimento quando as teorias encontram sustentação consciente em testes empíricos e quando aquelas que não recebem tal sustentação são refutadas ou modificadas.
Historicamente, a ciência teve suas origens n Grécia, até o século VI a.C., primeiro na forma de matemática e astronomia, e logo em forma de cosmologias. Dentre várias possibilidades contemporâneas de se dividir o âmbito de atuação dos saberes ditos científicos, uma divisão parece mais sensata e efetiva, a saber, o modelo que define esses campos de saber.
• ciências matemáticas (aritmética, geometria, álgebra etc.);
•ciências naturais (física, química, biologia, geologia etc.);
• ciências humanas ou sociais (psicologia, sociologia, antropologia etc.);
• Ciências aplicadas (usa a tecnologia para interferir na natureza e no homem).
Campos específicos:
1. Ciências formais -> Seu objeto de estudo, são construtos conceituais ou formais, como cálculos, raciocínios, teorias. Os conceitos referentes são conceituais.
2. Ciências empíricas -> O objeto de estudo é parte da realidade física. O referente são as coisas, objetos ou fatos reais.
3. Ciências d natureza -> O objeto de estudo é o mundo material. Recorrem ao método experimental, à observação e quantificação. Alguns exemplos seriam a física, química, biologia, botânica, zoologia, horologia etc.
4. Ciências humanas -> Buscam um conhecimento objetivo do mundo humano e as relações sociais e também a cultura. Alguns exemplos seriam a história, sociologia, ciência política, direito etc.
5. Ciências sociais -> O objeto de estudo são os fenômenos sociais. Alguns exemplos seriam a sociologia, a economia, a lingüística, a criminologia, a ciência política, a psicologia social etc.
O conhecimento científico apresenta-se como:
· Racional;
· Metódico;
· Objetivo;
· Verificável;
· Sistemático;
· É formulado a partir de leis e teorias;
· Comunicável;
· Acumulativo;
· Aberto a critica e eliminação de erros.
Concluindo, no seu sentido mais amplo, ciência (do Latim scientia, significando "conhecimento") refere-se a qualquer conhecimento ou prática sistemático. Num sentido mais restrito, ciência refere-se a um sistema de adquirir conhecimento baseado no método científico, assim como ao corpo organizado de conhecimento conseguido através de tal pesquisa.
A ciência é o esforço sistemático para compreender o universo, partindo de idéias teóricas que receberam solido apoio com pesquisas meticulosamente desenvolvidas. A teoria é, definitivamente, o veículo pra se entender o universo, e revela duas características distintas:
· Abstração e generalidade
· Experimentação / empirismo.
Acumula-se conhecimento quando as teorias abstratas são confirmadas e confirmadas,
Houve um determinado segmento do pensamento social, derivado das reflexões clássicas, com ênfase em Kant, o historicismo alemão neokantiano do século XIX, de Dilthey e Rickert, que distinguia dois tipos de ciência: as da natureza, que buscam causalidades para fazer previsões , em que há uma relação de exterioridade entre sujeito e objeto e se busca obter explicações, leis, conexões; e as do espírito, voltadas para a história, a cultura e a sociedade, em que o essencial não é as causalidades, mas as motivações que produzem os movimentos dos sujeitos, as descrições qualitativas dos tipos e formas fundamentais da vida do espírito.
A eficácia da Ciência a tornou assunto de questionamento filosófico. A filosofia da ciência busca entender a natureza e a justificação do conhecimento científico e suas implicações éticas. Tem sido difícil fornecer uma explicação do método científico definitivo que possa servir para distinguir a ciência da não-ciência.
Segundo o dicionário Aurélio:
[Do lat. scientia.] Substantivo feminino. 1.Conhecimento (3): tomar ciência. 2.Saber que se adquire pela leitura e meditação; instrução, erudição, sabedoria. 3.Conjunto de conhecimentos socialmente adquiridos ou produzidos, historicamente acumulados, dotados de universalidade e objetividade que permitem sua transmissão, e estruturados com métodos, teorias e linguagens próprias, que visam compreender e, poss., orientar a natureza e as atividades humanas. 4.Campo circunscrito, dentro da ciência (3), concernente a determinada parte ou aspecto da natureza ou das atividades humanas, como, p. ex., a química, a sociologia, etc. 5.A soma dos conhecimentos humanos considerados em conjunto: os progressos da ciência em nossos dias. 6.Pop. Habilidade intuitiva, sabedoria: “A ciência da aranha, da abelha e a minha, muita gente desconhece” (Luiz Vieira e João do Vale, da canção popular Na Asa do Vento). Ciência aplicada. 1. Ciência (3) que é produzida com a intenção de ser aplicada a objetivos práticos. [Cf. tecnologia e ciência pura.] Ciência básica. 1. Ciência (3) que trata dos aspectos mais gerais ou fundamentais da realidade, ger. sem preocupação com as suas aplicações práticas a curto prazo. 2. Ciência (3) que tem participação fundamental nos conhecimentos necessários ao exercício de um campo de atividade: a anatomia, a bioquímica, etc. Ciência cristã. 1. Misto de religião e medicina mental, fundada em 1866 nos E.U.A. por Mary Baker-Eddy (1821-1910). Ciência da computação. 1. Inform. Disciplina que estuda o projeto, a operação, o uso e a programação de computadores, aliando aspectos da matemática, da lógica, da engenharia e da teoria da informação. Ciência infusa. 1. A que se supõe vinda de Deus por inspiração. Ciência pura. 1. Ciência (3) em que a investigação é feita sem qualquer preocupação com a aplicação. [Cf. ciência aplicada.] Ciências biológicas. 1. Biol. O conjunto das ciências [v. ciência (4)] cujos conhecimentos são fundamentalmente orientados para o estudo da biologia, ou são derivados dela: a biologia, a biofísica, a farmacologia, etc. Ciências contábeis. 1. O conjunto das ciências aplicadas, ou afins, ou derivadas, ou que contribuem fundamentalmente para a contabilidade (1): a contabilidade e a administração. Ciências da natureza. 1. Ciências naturais. Ciências da saúde. 1. O conjunto das ciências básicas (2) e aplicadas que tratam da saúde humana e animal: a medicina, a odontologia, a veterinária, etc. Ciências da Terra. 1. As ciências [v. ciência (4)] que tratam do meio físico ao redor do homem: a oceanografia, a geologia, a geografia física, a climatologia, etc.; geociências. Ciências da vida. 1. O conjunto formado pelas ciências biológicas e da saúde. Ciências econômicas. 1. Economia (7). Ciências empíricas. 1. As ciências [v. ciência (4)] que são formadas pela observação da natureza e por teorias e hipóteses que podem ser com ela diretamente confrontadas. [Cf. ciências formais.] Ciências exatas. 1. As ciências [v. ciência (4)] que se baseiam em teorias, normalmente expressas matematicamente, capazes de fornecer conceitos precisos. Ciências experimentais. 1. Aquelas cujo método exige o recurso da experimentação. Ciências físicas. 1. A física, a química, e ciências afins, como a meteorologia, a hidrologia, a geologia. Ciências formais. 1. As ciências [v. ciência (4)] que têm como objetivo de estudo sistemas matemáticos, lógicos e similares, que não se referem, diretamente, à realidade física. [Cf. ciências empíricas.] Ciências humanas. 1. As ciências [v. ciência (4)] que têm como objetivo de estudo o comportamento do homem e os fenômenos culturais humanos: a psicologia, a antropologia, a história, a sociologia, etc. Ciências jurídicas. 1. O conjunto das ciências derivadas do direito (13), ou fundamentalmente influenciadas por ele: o direito internacional, o direito criminal, etc. Ciências lingüísticas. 1. A lingüística e a fonética. 2. Aquelas que tratam da linguagem e das línguas, como a lingüística, a lingüística aplicada, a neurolingüística, a psicolingüística e a sociolingüística. Ciências matemáticas. 1. As ciências [v. ciência (4)] em que as investigações fazem uso da matemática, ou são fundamentalmente influenciadas por ela, ou são dela derivadas: a matemática, a estatística, a física teórica, etc. Ciências morais. 1. As que estudam os sentimentos, pensamentos e atos do homem, aquilo que constitui o espírito humano. Ciências naturais. 1. As ciências [v. ciência (4)] que têm como objetivo de estudo a natureza em torno do homem, sendo este incluído apenas na condição de animal natural: a física, a química, a astronomia, a geologia, a biologia. [Cf. história natural.] Ciências normativas. 1. Aquelas que, como a lógica e a moral, traçam normas ao pensamento e à conduta humana. Ciências ocultas. 1. Ocultismo (1). Ciências políticas. 1. O conjunto das ciências que estudam a organização e o funcionamento do Estado, e as interações dos grupos nele existentes: a política, a sociologia, etc. Ciências sociais. 1. As ciências [v. ciência (4)] que têm como objetivo de estudo os grupos humanos: a sociologia, a antropologia, a geografia humana, a história, a lingüística, a pedagogia, a psicologia social. | ||||||||||||||||||
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terça-feira, novembro 16, 2010
Você sabia?
Bom, estou socializando algo que poucas pessoas conhecem. Você sabia que pode pedir um exemplar da Constituição Federal de 1988 por e-mail para deputados, vereadores e outros?? Você pode enviar uma mensagem a um representante político solicitando um exemplar, tendo em vista que a lei garante este direito a todos os cidadãos brasileiros. Nem todos os pedidos vão ser aceitos, mas não custa nada tentar, o ideal é que você peça a um deputado federal do seu Estado.
quarta-feira, setembro 01, 2010
Pensadores, militantes . . .
Jean-Jacques Rousseau [soberania do povo]
Suiço, em 1742 foi para Paris e vinculou-se ao movimento iluminista. Publicou o Discurso sobre as ciências e as artes (1750),
rompendo com o otimismo so "século das luzes"; Discurso sobre a origem da desigualdade (1755); o contrato social (1762), em
que mostrou que os governos foram criados por vontade dis cidadãos e, portanto, estes tinham o direito de mudá-los. Preferia um governo de assembléias populares.
Graco Babeuf
De origem camponesa, concebeu uma vasto plao de reformas fiscais publicado em 1789. Dirigiu a tribuna do Povo, considerado o primeiro jornal comunista. Embora longe do sentido moderno do comunismo, pode ser considerado seu precursor.
Thomas Morus (1478-1535)
Filho de juízes, pensador humanista, sua principal obra é o livro político A utopia (1516)
Henri de Saint-Simon
Socialista utópico francês, um dos fundadores do chamado "socialismo cristão", debitou ao Estado o dever de planejar e
organizar o uso dos meios de produção.
Charles Fourier
Francês, defendeu a propriedade comunitária e o princípio de "a cada um segundo suas necessidades".
Robert Owen
Industrial inglês, organizou colônia cooperativas, em que a propriedade privada seria excluída. Apesar de grande repercussão
de suas ideias, as tentativas de concretizá-las falharam completamente.
Pierre Joseph Proudhon
Francês, defensor do socialismo pequeno-burguês, teórico do anarquismo pacífico, negava a necessidade do Estado.
Escreveu a Filosofia da miséria (1846), contra a qual Marx antepôs a Miséria da Filosofia, mostrando seu caráter anticientífico e reacionário.
Ferdinand Lassalle
Socialista alemão, fundador do reformismo, considerava que, pelo sufrágio universal, o Estado poderia passar a refletir os interesses dos trabalhadores.
Mikhail A. Bakunin
Anarquista russo, teórico da violência e do terror revolucionários. Ligou-se a Internacional, mas foi excluído por pressão de Marx e Engels, os quais julgavam seus métodos prejudiciais. Os bakunistas participaram da Comuna de Paris, na qual foram até maioria.
Louis Auguste Blanqui
Revolucionário utópico francês, via na ditadura da vanguarda revolucionário o único meio de estabelecer o regime socialista. Inspiradir da ideia do "revolucionario profissional" e da "ditadura do proletariado".
Karl Marx [abolição da propriedade privada]
Teórico e militante político alemão, cuja obra teve um grande impacto em sua época e na formação do pensamento social e político contemporâneo. Doutorou-se em Direito pela Universidade de lena (1841), com tese sobre a filosofia da natureza de Demócrito e de Epicuro. Ligou-se aos "jovens hegelianos de esquerda", escrevendo em jornais socialistas. Depois de um intendo período de militância política, marcado pela fundação da Liga dos Comunistas (1847) e pela redação, com Engels, do Manifesto do Partido Comunista (1848), exilou-se na Inglaterra (1849), onde viveu até sua morte. Sua contribuição abrange sobretudi is campos da História, da Ciência Política e da Economia. O pensamento de Marx desenvolve-se a partir do estudo dos economistas ingleses, como Adam Smith e David Ricardo, e da ruptura com o pensamento hegeliano e com a tradição idealista da filosofia alemã. Grande parte dos textos de Marx foi escrita com a colaboração com Engels. Suas principais obras são: crítica da filosofia do direito de hegel (1843); A sagrada família (1845), em colaboração com Engels; A ideologia alemã (1845-1846), em colaboração com Engels; Miséria da Filosofia: crítica da Filosofia da Miséria, de Peoudhon (1847); As lutas de classes na França (1850); O 18 brumário de Luís Bonaparte (1852); Contribuição à crítica da economia política (1859); O capital, 3 volumes (1867 - 1895), tendo Engels colaborado na edição desta obra.
Friedrich Engels
Teórico e militante político alemão, ligou-se aos "jovens hegelianos de esquerda". Engels foi, não só colaborador teórico de Marx, mas também seu amigo mais íntimo, tendo-o ajudado inclusive financeiramente. Em 1845, publicou com Marx A sagrada família, em que eles rompem ao mesmo tempo com o idealismo hegeliano e com o materialismo mecanicista. Considera-se, geralmente, que o materialismo dialético, especoalmente a dialética da natureza, é uma criação típica de Engels, sendo, no entanto, de grande importância e influência no desenvolvimento da filosofia marxista. Além das obras que escrever com Marx, podemos citar: A situação das classes trabalhadores na Inglaterra (1845); Do socialismo utópico ao socialismo científico (1860); Ludwig Feurbacj e o fim da filosofia clássica alemã (1866); A transformação da ciência pelo Sr. Dühring, conhecia como AntiDühring (1878); Dialética fa natureza (escrita entre 1878-1888) e A origem da família, da prapriedade privada e do Estado (1884).
LENIN - Vladimir Ilitch Ulianov
Advogado, educador, militante e dirigente revolucionário, um dos principais líderes da Revolução de Outubro de 1917 e governante do Estado Soviético até sua morte em 1924. Desenvolveu, a partir de Marx e Engels, o marxismo-lenismo como uma forma aplicada da teoria marxista em um dado momento histórico na União Soviética, tranformando-o depois em doutrina oficial do Partido Comunista. O marxismo-lenismo enfatiza o papel revolucionário do indivíduo nos processos de transformação social contra o determninismo histórico de certas interpretações do materialismo dialético. Lenin tinha como preocupação central em seu pensamento a relação entre teoria e prática, a questão da luta pelo poder e da conquista do Estado pelo proletariado. Daí sua afirmação de que "não há revolução sem teoria do processo revolucionário". tem uma imensa contribuição teórica. Seus escritos estão reunidos em 56 volumes.
Karl Kautski
Legatário de Engels, organizador do IV volume de O capital, foi o principal dirigente da Segunda Internacional. lenin fez-lhe a autópcia ideológica em A Revolução Proletária e o renegado Kautski, pela sua posição revisionista do marxismo. É autor da obra clássica do marxismo, A questão agrária.
Piotr A. Kropotkin
Russo, foi um dos principais dirigentes e teóricos do Anarquismo, aderiu à Primeira Internacional, proscrito na França, voltou à Rússia em 1917.
Josef Stalin
Sua atuação política levou-o a uma vida de 18 anos de clandestinidade, até o triunfo da Revolução Russa de 1917. Foi eleito, em 1922, secretário do Partido Comunista Russo, cargo que conservou até sua morte. Após a morte de Lenin, lutou com Trotski pelo poder, afastando-o e governando com "mão de ferro", buscando dotar o país da força necessária para se fazer respeitar internacionalmente. Para tanto, não vacilou em eliminar fisicamente seus opositores, quando achou necessário.
Leon Trotski
Teórico marxsta e dirigente revolucionário russo. Integrou o primeiro governo soviético, como ministeo do Exterior, cabendo-lhe negociar a paz, em Brest Litovski. Criou o Exército Vermelho. Seus choques constantes com a burocracia política e os líderes conduziram-no ao exílio, à expulsão e à perda a cidadania soviética. Escreveu, entre outras obras, História da revolução Russa, sobre a insurreição soviética de 1917. Fundou a IV Internacional. Na URSS, os trotskistas foram eliminados, fisicamente, acusados de servir à Gestapo, à Ovra e ao Micado e, por fim, o próprio Trotski caiu assassinado pela GPU estalinista, no México.
Simon Bolívar (1783 - 1830)
O mais famoso nome da independência hispanico-americana, tambem chamado "O Libertador", Bolívar nasceu em Caracas, Venezuela. Inicia suas atividades revolucionárias em 1807. A partir de 1816, Bolívar começa a ação militar decisiva, estabelecenso-se em Angostura (hoje Cidade Bolívar). Três anos depois, obtêm a independência da Colômbia ba batalha de Boyacá. A esse triunfo segue-se a de Carabobo (1821), que libertou a Venezuela do domínio espanhol. Em 1822, seu lugar-tenente, Sucre, promoveu a separação do Equador com a vitória de Pichincha.
Edgard Leuenroth
Natural de Mogi Mirim (SP), tipográfo, fundador do Centro Tipográfico de São Paulo. Nos primeiros anos do século XX, organizou diversas agremiações de trabalhadores, principalmente ligados à imprensa. Militante na imprensa operária e anarquista, lutou pelos ideias libertários e colaborou para a preservação da memória dos movimentos populares no Brasil.
Antônio Evaristo de Moraes
Carioca, advogado, professor, escritor, um dos fundadores da Associação Brasileira de Imprensa, do Partido Operário (1890) e do Partido Socialista (1920). Defensor do grupo liderado pelo marinheiro João Cândido - Revolta da Chibata.
Astrojildo Pereira Duarte Silva
Nasceu em Rio de Janeiro (RJ). Anarquista na juventude, foi um dos promotores, em 1913, do II Congresso Operário Brasileiro.
Luiz Carlos Prestes, gaúcho de Porto Alegre (RS), participou da primeira revolta dos tenentes, que contribuiu para a "revolução" de 1930. Após seu desligamento do exército, liderou o movimento em Santo Angelo (RS), com 300 soldados. Surge daí a "Coluna Gaúcha", que tinha dois objetivos: enfraquecer política e milirtamente Artur Bernardes, visando derrubá-lo; e denunciar as injustiças e buscar a integração do país. A Coluna Gaúcha comandada por prestes se junta a paulista de Miguel Costa, e inicia-se a coluna Miguel Costa - Prestes, que percorreu 25 mil quilômetros em dois anos de combate. Prestes foi para a Argentina e lá estudou o marxismo. A Internacional Comunista, através do PCB, convidou-o a ir para Moscou, lá ficou até dezembro de 1934. Em Moscou aprofundou seus estudos sobre o marxismo e casou-se com Olga Benário, comunista alemã que trabalhava na União Soviética. Voltou ao país com olga, clandestinamente, em 1935. O casal é preso, e Olga é entregue ao governo nazista alemão, que a assassina. Prestes fica preso por nove anos.
Aristides Lobo (1905 - 1968)
Jornalista, escritor, tradutor, membro da juventude comunista do Rio de Janeiro. Expulso do PC em 1931 por suas posições trotskistas, foi um dos fundadores da Liga Comunista Internacionalista, seu secretário-geral e um dos seus mais ativos militantes.
Mário Pedrosa (1900 - 1981)
Pernambucano de Timbaúba, escritor, crítico de arte, filiou-se ao PCB em 1927. Influenciado pelos trotskistas, rompe com o PCB e trabalha em jornais, divulgando as ideias de Marx, Lênin e trotski; participou da fundação da Liga Comunista Internacionalista. Foi também um dos fundadores do Partido Operário Lenista (POL), cisão da Liga. Em 1979, assinou a ficha número 1 da filiação ao Partido dos Trabalhadores.
Caio Prado Jr. (1907 - 1990)
mais importante historiador marxista brasileiro, o paulista Caio Prado filiou-se, em 1931, ao PCB. Intelectual militante, dedicou sua vida a entender a hstória brasileira. Entre suas obras, destaca-se História econômica do Brasil. Poucos livros contribuíram de mandeira tão decisiva para a compreensão, em profundidade, das grandes questões nacionais quanto este. Produto de um esforço percursor da interpretação da história brasileira sob um ponto de vista marxista, ele inaugurou uma nova etapa da vida intelectual do país.
Graciliano Ramos (1892 - 1953)
Escritor, foi preso político na Ditadura Vargas. Os dois anos de cadeia renderam para Memória de Cárcere, em que denuncia as condições a que foram submetidos os opositores do "Estado Novo".
João Amazonas (1912 - 2002)
Nasceu em belém, Pará, militante de bases operárias, ingressou no PC em 1935 e integrou sua direção nacional a partir de 1943. Responsável pelo trabalho sindical e de massas, foi um dos organizadores e um dos principais dirigentes do Movimento Unificador dos Trabalhadores (MUT), em 1945. Em reunião extraordinária, em conjunto com outras lideranças, em 18 de fevereiro de 1962 foi decidida a reorganização do partido, mantendo seu nome tradicional (Partido Comunista do Brasil) e adotando a silga PCdoB, em resposta às ações de uma corrente reformista que pretendia liquidar o partido enquanto organização revolucionária. Foi um acontecimento de alcance histórico e internacional: o PC do Brasil foi o primeiro partido fora do poder a romper com a linha política reformista imposta pela direção do PCUS. Entre 1968 e 1972, Amazonas participou ativamente da organização da guerrilha do Araguaia, o principal movimento de contestação armada ao regime militar. O legado de Amazonas é a luta pela democracia, pela soberania nacional e a defesa do proletariado e socialismo. Ele foi o ideólogoe construtor do Partido Comunista do Brasil.
Herbert José de Souza (1935 - 1997)
"Betinho", nasceu em Minas Gerais. A militância nos movimentos estudantis, as campanhas contra a fome e pela reforma agrária, a luta contra os regimes militantes latino-americanos e o exílio colocaram-no sempre abrindo caminhos, contra diversas formas de medo e autoritarismo. Tornou-se um dos símbolos da campanha pela anistia. Em 1981 funsou o Instituo Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase). Desempenhou um papel decisivo na Campanha Nacional pela Reforma Agrária, em 1983; em 1986, funsou a Associação Brasileira Interdisciplinas de Aids (Abia); organizou em 1990, o movimento "Terra e Democracia". Em 1992, assumiu uma das lideranças do Movimento pela Ética na Política, que cuminou com o "impeachment" do então presidente Fernando Collor de Mello. Lutou pela "Ação da Cidadania contra a Miséria e pela Vida", campanha contra a fome que ganhou as ruas em 1993.
Paulo Freire (1921 - 1997)
Nasceu em Recife (PE) de família de claase média, empobreceu na crise de 1929. Perdeu o pai aos treze anos e experimentou a pobreza. Sua carreira começou no Serviço Social da Indústria - Sesi e no Serviço de Extensão Cultural da Universidade do Recife, quando aplicou, na cidade de Angicos (RN), um plano-piloto de alfabetização. Seu método de alfabetização, apresentado no Rio de Janeiro em 1958,consiste em que a consciência política e o aprendizado da escrita se integravam na mesma moldura. Em 1963, foi conduzido à direção do Plano Nacional de Educação, que aplicava seu meétodo de alfabetização a 16 milhões de adultos em 4 anos. Preso após o golpe de 1964, ficou no exílio durante 15 anos. Morou no Chile, onde escreveu sua obra Pedagogia do Oprimido. Ensinou na Universidade de Havard. Com a anistia, voltou ao Brasil em 1979 e começou a lecionar na PUC-SP. Na mesma época, tornou-se um dos fundadores do PT. Com cerca de 1.500 trabalhos publicados em todo o mundo, recebeu 28 títulos de doutor "honoris causa", sendo o brasileiro com o maior número desses títulos.
Francisco Julião (1917 - 1999)
Pernambucano, um dos organizadores das Ligas Camponesas, que se espalharam por vários Estdados da federação, inclusive na Paraíba, com sua bandeira de luta: "Reforma Agrária na lei ou na marra". Após o golpe de 1954, foi preso e exilou-se.
Apolônio De Carvalho (1912 - 2005)
Figura ímpar no cenário da vida política brasileira. Poucos como ele viveram com tanta intensidade a «paixão libertária» que o impeliu, desde os seus anos de cadete da Escola Militar de Realengo, a engajar-se na luta pelos ideais socialistas e contra os regimes de opressão, com uma coerência que se manifestou em todos os episódios vividos: da militância no Partido Comunista Brasileiro (PCB) e na ANL (Aliança Nacional Libertadora) à participação na Guerra Civil Espanhola e na Resistência Francesa contra o fascismo; da luta clandestina contra a ditadura militar no Brasil, como membro do PCBR, à militância no PT, desde o momento da fundação do partido até sua morte.
Carlos Marighella (1911 - 1969)
Filho mais velho de uma família humilde, nasceu em salvadoro, Bahia. Augusto, o pai, era mecânico e simpatizante do Anarquismo. Foi preso pela primeira vez em 1932, por participar da manifestações estudantis. Tranfere-se para o Rio de janeiro, passando a trabalhar na reorganização do Partido Comunista, esfacelado pela repressão. Novamente preso, em 1°/05/1936, barbaramente torturado. Solto, vai para a cladestinidade. Novamente preso, é condenado e enviado às prisõs de Fernando de Noronha por cerca de seis anos. Foi nesse período que Marighella organizou um curso de formação política para os presos. Em dezembro de 1945, foi eleito deputado federal constituinte pela Bahia, Seu registro do PCB é casso em 1947 e volta a clandestinidade, que duraria um perído de mais de uma década. A partir de 1966, articulam-se várias organizações clandestinidades de combate à ditadura militar. Entre elas, a Ação Libertadora Nacional (ALN), fundada por Marighella. Foi assassinado, em São Paulo, pelo delegado e torturador Sérgio Paranhos Fleury.
Florestan Fernandes (1920 - 1995)
Nasceu em São Paulo. Fez curso primário incompleto devido a dificuldades financeiras, diplomando-se em 1940. Em 1941 iniciou o curso de Ciências Sociais na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP), onde, em 1945, tornou-se assistente da cadeira de Sociologia II. No início do decêncio de 1960, foi um dos líderes mais ativos da campanha em defesa da escola pública. Em 1969 foi aposentado compulsoriamente pelo Ato Institucional n° 5, instrumento repressor da ditadura militar. Lecionou na Universidade de Toronto e na Universidade de Yale. Reconhecido com um dos maiores sociólogos de seu tempo, foi galardoado com dois importantes títulos estrangeiros de Doutor Honoris Causa. Ingressou no Partido dos Trabalhadores de 1986. Faleceu na cidade de São Paulo.
Suiço, em 1742 foi para Paris e vinculou-se ao movimento iluminista. Publicou o Discurso sobre as ciências e as artes (1750),
rompendo com o otimismo so "século das luzes"; Discurso sobre a origem da desigualdade (1755); o contrato social (1762), em
que mostrou que os governos foram criados por vontade dis cidadãos e, portanto, estes tinham o direito de mudá-los. Preferia um governo de assembléias populares.
Graco Babeuf
De origem camponesa, concebeu uma vasto plao de reformas fiscais publicado em 1789. Dirigiu a tribuna do Povo, considerado o primeiro jornal comunista. Embora longe do sentido moderno do comunismo, pode ser considerado seu precursor.
Thomas Morus (1478-1535)
Filho de juízes, pensador humanista, sua principal obra é o livro político A utopia (1516)
Henri de Saint-Simon
Socialista utópico francês, um dos fundadores do chamado "socialismo cristão", debitou ao Estado o dever de planejar e
organizar o uso dos meios de produção.
Charles Fourier
Francês, defendeu a propriedade comunitária e o princípio de "a cada um segundo suas necessidades".
Robert Owen
Industrial inglês, organizou colônia cooperativas, em que a propriedade privada seria excluída. Apesar de grande repercussão
de suas ideias, as tentativas de concretizá-las falharam completamente.
Pierre Joseph Proudhon
Francês, defensor do socialismo pequeno-burguês, teórico do anarquismo pacífico, negava a necessidade do Estado.
Escreveu a Filosofia da miséria (1846), contra a qual Marx antepôs a Miséria da Filosofia, mostrando seu caráter anticientífico e reacionário.
Ferdinand Lassalle
Socialista alemão, fundador do reformismo, considerava que, pelo sufrágio universal, o Estado poderia passar a refletir os interesses dos trabalhadores.
Mikhail A. Bakunin
Anarquista russo, teórico da violência e do terror revolucionários. Ligou-se a Internacional, mas foi excluído por pressão de Marx e Engels, os quais julgavam seus métodos prejudiciais. Os bakunistas participaram da Comuna de Paris, na qual foram até maioria.
Louis Auguste Blanqui
Revolucionário utópico francês, via na ditadura da vanguarda revolucionário o único meio de estabelecer o regime socialista. Inspiradir da ideia do "revolucionario profissional" e da "ditadura do proletariado".
Karl Marx [abolição da propriedade privada]
Teórico e militante político alemão, cuja obra teve um grande impacto em sua época e na formação do pensamento social e político contemporâneo. Doutorou-se em Direito pela Universidade de lena (1841), com tese sobre a filosofia da natureza de Demócrito e de Epicuro. Ligou-se aos "jovens hegelianos de esquerda", escrevendo em jornais socialistas. Depois de um intendo período de militância política, marcado pela fundação da Liga dos Comunistas (1847) e pela redação, com Engels, do Manifesto do Partido Comunista (1848), exilou-se na Inglaterra (1849), onde viveu até sua morte. Sua contribuição abrange sobretudi is campos da História, da Ciência Política e da Economia. O pensamento de Marx desenvolve-se a partir do estudo dos economistas ingleses, como Adam Smith e David Ricardo, e da ruptura com o pensamento hegeliano e com a tradição idealista da filosofia alemã. Grande parte dos textos de Marx foi escrita com a colaboração com Engels. Suas principais obras são: crítica da filosofia do direito de hegel (1843); A sagrada família (1845), em colaboração com Engels; A ideologia alemã (1845-1846), em colaboração com Engels; Miséria da Filosofia: crítica da Filosofia da Miséria, de Peoudhon (1847); As lutas de classes na França (1850); O 18 brumário de Luís Bonaparte (1852); Contribuição à crítica da economia política (1859); O capital, 3 volumes (1867 - 1895), tendo Engels colaborado na edição desta obra.
Friedrich Engels
Teórico e militante político alemão, ligou-se aos "jovens hegelianos de esquerda". Engels foi, não só colaborador teórico de Marx, mas também seu amigo mais íntimo, tendo-o ajudado inclusive financeiramente. Em 1845, publicou com Marx A sagrada família, em que eles rompem ao mesmo tempo com o idealismo hegeliano e com o materialismo mecanicista. Considera-se, geralmente, que o materialismo dialético, especoalmente a dialética da natureza, é uma criação típica de Engels, sendo, no entanto, de grande importância e influência no desenvolvimento da filosofia marxista. Além das obras que escrever com Marx, podemos citar: A situação das classes trabalhadores na Inglaterra (1845); Do socialismo utópico ao socialismo científico (1860); Ludwig Feurbacj e o fim da filosofia clássica alemã (1866); A transformação da ciência pelo Sr. Dühring, conhecia como AntiDühring (1878); Dialética fa natureza (escrita entre 1878-1888) e A origem da família, da prapriedade privada e do Estado (1884).
LENIN - Vladimir Ilitch Ulianov
Advogado, educador, militante e dirigente revolucionário, um dos principais líderes da Revolução de Outubro de 1917 e governante do Estado Soviético até sua morte em 1924. Desenvolveu, a partir de Marx e Engels, o marxismo-lenismo como uma forma aplicada da teoria marxista em um dado momento histórico na União Soviética, tranformando-o depois em doutrina oficial do Partido Comunista. O marxismo-lenismo enfatiza o papel revolucionário do indivíduo nos processos de transformação social contra o determninismo histórico de certas interpretações do materialismo dialético. Lenin tinha como preocupação central em seu pensamento a relação entre teoria e prática, a questão da luta pelo poder e da conquista do Estado pelo proletariado. Daí sua afirmação de que "não há revolução sem teoria do processo revolucionário". tem uma imensa contribuição teórica. Seus escritos estão reunidos em 56 volumes.
Karl Kautski
Legatário de Engels, organizador do IV volume de O capital, foi o principal dirigente da Segunda Internacional. lenin fez-lhe a autópcia ideológica em A Revolução Proletária e o renegado Kautski, pela sua posição revisionista do marxismo. É autor da obra clássica do marxismo, A questão agrária.
Piotr A. Kropotkin
Russo, foi um dos principais dirigentes e teóricos do Anarquismo, aderiu à Primeira Internacional, proscrito na França, voltou à Rússia em 1917.
Josef Stalin
Sua atuação política levou-o a uma vida de 18 anos de clandestinidade, até o triunfo da Revolução Russa de 1917. Foi eleito, em 1922, secretário do Partido Comunista Russo, cargo que conservou até sua morte. Após a morte de Lenin, lutou com Trotski pelo poder, afastando-o e governando com "mão de ferro", buscando dotar o país da força necessária para se fazer respeitar internacionalmente. Para tanto, não vacilou em eliminar fisicamente seus opositores, quando achou necessário.
Leon Trotski
Teórico marxsta e dirigente revolucionário russo. Integrou o primeiro governo soviético, como ministeo do Exterior, cabendo-lhe negociar a paz, em Brest Litovski. Criou o Exército Vermelho. Seus choques constantes com a burocracia política e os líderes conduziram-no ao exílio, à expulsão e à perda a cidadania soviética. Escreveu, entre outras obras, História da revolução Russa, sobre a insurreição soviética de 1917. Fundou a IV Internacional. Na URSS, os trotskistas foram eliminados, fisicamente, acusados de servir à Gestapo, à Ovra e ao Micado e, por fim, o próprio Trotski caiu assassinado pela GPU estalinista, no México.
Simon Bolívar (1783 - 1830)
O mais famoso nome da independência hispanico-americana, tambem chamado "O Libertador", Bolívar nasceu em Caracas, Venezuela. Inicia suas atividades revolucionárias em 1807. A partir de 1816, Bolívar começa a ação militar decisiva, estabelecenso-se em Angostura (hoje Cidade Bolívar). Três anos depois, obtêm a independência da Colômbia ba batalha de Boyacá. A esse triunfo segue-se a de Carabobo (1821), que libertou a Venezuela do domínio espanhol. Em 1822, seu lugar-tenente, Sucre, promoveu a separação do Equador com a vitória de Pichincha.
Edgard Leuenroth
Natural de Mogi Mirim (SP), tipográfo, fundador do Centro Tipográfico de São Paulo. Nos primeiros anos do século XX, organizou diversas agremiações de trabalhadores, principalmente ligados à imprensa. Militante na imprensa operária e anarquista, lutou pelos ideias libertários e colaborou para a preservação da memória dos movimentos populares no Brasil.
Antônio Evaristo de Moraes
Carioca, advogado, professor, escritor, um dos fundadores da Associação Brasileira de Imprensa, do Partido Operário (1890) e do Partido Socialista (1920). Defensor do grupo liderado pelo marinheiro João Cândido - Revolta da Chibata.
Astrojildo Pereira Duarte Silva
Nasceu em Rio de Janeiro (RJ). Anarquista na juventude, foi um dos promotores, em 1913, do II Congresso Operário Brasileiro.
Luiz Carlos Prestes, gaúcho de Porto Alegre (RS), participou da primeira revolta dos tenentes, que contribuiu para a "revolução" de 1930. Após seu desligamento do exército, liderou o movimento em Santo Angelo (RS), com 300 soldados. Surge daí a "Coluna Gaúcha", que tinha dois objetivos: enfraquecer política e milirtamente Artur Bernardes, visando derrubá-lo; e denunciar as injustiças e buscar a integração do país. A Coluna Gaúcha comandada por prestes se junta a paulista de Miguel Costa, e inicia-se a coluna Miguel Costa - Prestes, que percorreu 25 mil quilômetros em dois anos de combate. Prestes foi para a Argentina e lá estudou o marxismo. A Internacional Comunista, através do PCB, convidou-o a ir para Moscou, lá ficou até dezembro de 1934. Em Moscou aprofundou seus estudos sobre o marxismo e casou-se com Olga Benário, comunista alemã que trabalhava na União Soviética. Voltou ao país com olga, clandestinamente, em 1935. O casal é preso, e Olga é entregue ao governo nazista alemão, que a assassina. Prestes fica preso por nove anos.
Aristides Lobo (1905 - 1968)
Jornalista, escritor, tradutor, membro da juventude comunista do Rio de Janeiro. Expulso do PC em 1931 por suas posições trotskistas, foi um dos fundadores da Liga Comunista Internacionalista, seu secretário-geral e um dos seus mais ativos militantes.
Mário Pedrosa (1900 - 1981)
Pernambucano de Timbaúba, escritor, crítico de arte, filiou-se ao PCB em 1927. Influenciado pelos trotskistas, rompe com o PCB e trabalha em jornais, divulgando as ideias de Marx, Lênin e trotski; participou da fundação da Liga Comunista Internacionalista. Foi também um dos fundadores do Partido Operário Lenista (POL), cisão da Liga. Em 1979, assinou a ficha número 1 da filiação ao Partido dos Trabalhadores.
Caio Prado Jr. (1907 - 1990)
mais importante historiador marxista brasileiro, o paulista Caio Prado filiou-se, em 1931, ao PCB. Intelectual militante, dedicou sua vida a entender a hstória brasileira. Entre suas obras, destaca-se História econômica do Brasil. Poucos livros contribuíram de mandeira tão decisiva para a compreensão, em profundidade, das grandes questões nacionais quanto este. Produto de um esforço percursor da interpretação da história brasileira sob um ponto de vista marxista, ele inaugurou uma nova etapa da vida intelectual do país.
Graciliano Ramos (1892 - 1953)
Escritor, foi preso político na Ditadura Vargas. Os dois anos de cadeia renderam para Memória de Cárcere, em que denuncia as condições a que foram submetidos os opositores do "Estado Novo".
João Amazonas (1912 - 2002)
Nasceu em belém, Pará, militante de bases operárias, ingressou no PC em 1935 e integrou sua direção nacional a partir de 1943. Responsável pelo trabalho sindical e de massas, foi um dos organizadores e um dos principais dirigentes do Movimento Unificador dos Trabalhadores (MUT), em 1945. Em reunião extraordinária, em conjunto com outras lideranças, em 18 de fevereiro de 1962 foi decidida a reorganização do partido, mantendo seu nome tradicional (Partido Comunista do Brasil) e adotando a silga PCdoB, em resposta às ações de uma corrente reformista que pretendia liquidar o partido enquanto organização revolucionária. Foi um acontecimento de alcance histórico e internacional: o PC do Brasil foi o primeiro partido fora do poder a romper com a linha política reformista imposta pela direção do PCUS. Entre 1968 e 1972, Amazonas participou ativamente da organização da guerrilha do Araguaia, o principal movimento de contestação armada ao regime militar. O legado de Amazonas é a luta pela democracia, pela soberania nacional e a defesa do proletariado e socialismo. Ele foi o ideólogoe construtor do Partido Comunista do Brasil.
Herbert José de Souza (1935 - 1997)
"Betinho", nasceu em Minas Gerais. A militância nos movimentos estudantis, as campanhas contra a fome e pela reforma agrária, a luta contra os regimes militantes latino-americanos e o exílio colocaram-no sempre abrindo caminhos, contra diversas formas de medo e autoritarismo. Tornou-se um dos símbolos da campanha pela anistia. Em 1981 funsou o Instituo Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase). Desempenhou um papel decisivo na Campanha Nacional pela Reforma Agrária, em 1983; em 1986, funsou a Associação Brasileira Interdisciplinas de Aids (Abia); organizou em 1990, o movimento "Terra e Democracia". Em 1992, assumiu uma das lideranças do Movimento pela Ética na Política, que cuminou com o "impeachment" do então presidente Fernando Collor de Mello. Lutou pela "Ação da Cidadania contra a Miséria e pela Vida", campanha contra a fome que ganhou as ruas em 1993.
Paulo Freire (1921 - 1997)
Nasceu em Recife (PE) de família de claase média, empobreceu na crise de 1929. Perdeu o pai aos treze anos e experimentou a pobreza. Sua carreira começou no Serviço Social da Indústria - Sesi e no Serviço de Extensão Cultural da Universidade do Recife, quando aplicou, na cidade de Angicos (RN), um plano-piloto de alfabetização. Seu método de alfabetização, apresentado no Rio de Janeiro em 1958,consiste em que a consciência política e o aprendizado da escrita se integravam na mesma moldura. Em 1963, foi conduzido à direção do Plano Nacional de Educação, que aplicava seu meétodo de alfabetização a 16 milhões de adultos em 4 anos. Preso após o golpe de 1964, ficou no exílio durante 15 anos. Morou no Chile, onde escreveu sua obra Pedagogia do Oprimido. Ensinou na Universidade de Havard. Com a anistia, voltou ao Brasil em 1979 e começou a lecionar na PUC-SP. Na mesma época, tornou-se um dos fundadores do PT. Com cerca de 1.500 trabalhos publicados em todo o mundo, recebeu 28 títulos de doutor "honoris causa", sendo o brasileiro com o maior número desses títulos.
Francisco Julião (1917 - 1999)
Pernambucano, um dos organizadores das Ligas Camponesas, que se espalharam por vários Estdados da federação, inclusive na Paraíba, com sua bandeira de luta: "Reforma Agrária na lei ou na marra". Após o golpe de 1954, foi preso e exilou-se.
Apolônio De Carvalho (1912 - 2005)
Figura ímpar no cenário da vida política brasileira. Poucos como ele viveram com tanta intensidade a «paixão libertária» que o impeliu, desde os seus anos de cadete da Escola Militar de Realengo, a engajar-se na luta pelos ideais socialistas e contra os regimes de opressão, com uma coerência que se manifestou em todos os episódios vividos: da militância no Partido Comunista Brasileiro (PCB) e na ANL (Aliança Nacional Libertadora) à participação na Guerra Civil Espanhola e na Resistência Francesa contra o fascismo; da luta clandestina contra a ditadura militar no Brasil, como membro do PCBR, à militância no PT, desde o momento da fundação do partido até sua morte.
Carlos Marighella (1911 - 1969)
Filho mais velho de uma família humilde, nasceu em salvadoro, Bahia. Augusto, o pai, era mecânico e simpatizante do Anarquismo. Foi preso pela primeira vez em 1932, por participar da manifestações estudantis. Tranfere-se para o Rio de janeiro, passando a trabalhar na reorganização do Partido Comunista, esfacelado pela repressão. Novamente preso, em 1°/05/1936, barbaramente torturado. Solto, vai para a cladestinidade. Novamente preso, é condenado e enviado às prisõs de Fernando de Noronha por cerca de seis anos. Foi nesse período que Marighella organizou um curso de formação política para os presos. Em dezembro de 1945, foi eleito deputado federal constituinte pela Bahia, Seu registro do PCB é casso em 1947 e volta a clandestinidade, que duraria um perído de mais de uma década. A partir de 1966, articulam-se várias organizações clandestinidades de combate à ditadura militar. Entre elas, a Ação Libertadora Nacional (ALN), fundada por Marighella. Foi assassinado, em São Paulo, pelo delegado e torturador Sérgio Paranhos Fleury.
Florestan Fernandes (1920 - 1995)
Nasceu em São Paulo. Fez curso primário incompleto devido a dificuldades financeiras, diplomando-se em 1940. Em 1941 iniciou o curso de Ciências Sociais na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP), onde, em 1945, tornou-se assistente da cadeira de Sociologia II. No início do decêncio de 1960, foi um dos líderes mais ativos da campanha em defesa da escola pública. Em 1969 foi aposentado compulsoriamente pelo Ato Institucional n° 5, instrumento repressor da ditadura militar. Lecionou na Universidade de Toronto e na Universidade de Yale. Reconhecido com um dos maiores sociólogos de seu tempo, foi galardoado com dois importantes títulos estrangeiros de Doutor Honoris Causa. Ingressou no Partido dos Trabalhadores de 1986. Faleceu na cidade de São Paulo.
quinta-feira, agosto 12, 2010
A estatística é o melhor calmante
É inevitável. Depois de anos sombrios para a aviação mundial e nacional, até o passageiro mais viajado sente medo. Diante de tantos desastres aéreos nas manchetes dos jornais, não há quem se convença de que as quedas são raras, de que o normal é tudo dar certo. Mas é exatamente isso que dizem as estatísticas. A chance de alguém bater o carro e morrer a caminho do aeroporto é 500 vezes maior de que a de o avião cair. Até nadar é mais perigoso que andar de avião.
Stuart Matthews – da Fundação de Segurança no Vôo – disse que seria preciso viajar todos os dias durante 712 anos, para que alguém se envolvesse com certeza em um acidente aéreo.
Mas a matemática nem sempre tranquiliza. A lei da gravidade parece ser mais cruel na América Latina. Aqui, a cada milhão de pousos e decolagens 32,4 não dão muito certo. Na América do Norte a frequência é oito vezes menor. E o maior problema é da tripulação, em geral a culpa não é da tecnologia.
Mas mesmo as estatísticas favorecendo a invenção de Santos Dumont, muitos ainda tremem só de pensar num avião pesadíssimo sobrevoando. O que assusta mais é que se o avião cair, a probabilidade de todo mundo morrer é quase 100%, o que é diferente no carro. Outro fator que corrobora é o passageiro não sentir as rodas no “chão” e que se cair sua morte será inevitável, a não ser que você seja um puto de um sortudo que nem aquele garoto lá para o lado do oriente, só ele escapou. Outro fator para esse medo do avião é a banalização e o “hobbie” que o carro e a moto se tornaram no Brasil, os brasileiros parecem que não vêem que um veículo é 100% risco de um acidente, e que é uma máquina igual ao avião. Mas por se tornar comum, ficou banalizado o seu uso, achamos até normal quando alguém morre atropelado ou de acidente de carro ou moto.
O que derruba uma aeronave?
15,7% Falha mecânica
O atrito com o ar e os processos de compressão e descompressão provocam trincas na fuselagem, que é o corpo do avião. Quando não são percebidas e reparadas a tempo, parte da carcaça se solta em pleno vôo.
Informações sobre o vôo chegam ao painel por fios conectados a aparelhos espalhados pelo avião. Interferências eletromagnéticas alteram os dados, confundem os pilotos e podem acionar equipamentos em hora errada.
O desgaste na ligação entre as turbinas e a asa podem fazer com que uma delas se solte parcialmente e deixe de funcionar.
As turbinas empurram a aeronave, mantendo-a no ar, e ajudam na freagem, com o mecanismo chamado reverso. São partes delicadas do aparelho, que já causaram muitos acidentes.
Cadeiras malfixadas esmagam os passageiros. Além disso, é sob elas que se colocam as bombas. O terrorismo não entra nas estatísticas, mas é um dado importante.
Fagulhas surgidas em possíveis atritos entre partes do avião podem chegar ao tanque de combustível e provocar explosões.
O trem de pouso é controlado por um sistema hidráulico. Às vezes eles não funciona e o avião tem de pousar de barriga.
3,4% Manutenção
Antes do vôo, todo aparelho deve ser avaliado. Peças desgastadas que já derrubaram muitos aviões poderiam ter sido trocadas nessa fase.
4,8% Clima
Nevoeiros diminuem a visibilidade e correntes de vento podem desestabilizar o aparelho. O relâmpago é uma fatalidade que não se pode evitar.
7,1% Outras causas
Testes e vôos militares
69,2% Falhas humanas
Piloto e co-piloto causam nada menos que 64,4% das quedas. Por inexperiência ou por cansaço, confundem-se com aparelhos e orientações da torre e cometem deslizes. Pela lei, podem ficar no comando até 9 horas e 30 minutos por dia. Mas o Sindicato Nacional dos Aeronautas garante que a norma não é respeitada.
A torre de controle orienta o tráfego no aeroporto e é crucial no pouso e na decolagem. Falhas na comunicação e orientações erradas causam 4,8% dos acidentes.
terça-feira, fevereiro 23, 2010
O preconceito está em nós
O preconceito é uma característica presente em todos nós, pois olhamos o mundo a partir de nossos valores e crenças. Conceitos historicamente estabelecidos nos levam a esquecer que cada pessoa tem sua própria identidade, sendo difícil aceitar as diferenças, mesmo em relação as pessoas que mais amamos.
Qual a primeira coisa que passa pela cabeça de uma pai ou uma mãe quando descobre que tem um filho ou uma filha homossexual? Grande parte dos pais e mães ficam apavorados, é uma "paulada", porque o preconceito está enraizado na sociedade. Sendo este preconceito não só quanto a diversidade sexual, mas também racial, religiosa, social, econômica, tudo! Inclusive muitos homossexuais tem preconceito, unas mais e outros menos.
A Parada GLBT existe há cerca de 12 anos, e geralmente a parada tem um efeito contrário ao que a militância deseja. Muita gente acha que o que tem na Parada é safadeza, uma sem-vergonhice e que não deve nem existir.
Muitos homossexuais assumidos e "aceitos", quando falam sobre seu parceiro(a) com amigos, colegas, família, sente algo "errado", isso é nada mais que o preconceito introjetado, e se isso acontece com os "assumido" e "aceitos", imagine aos que não são!
Falar de sexualidade é reconhecer que as diferenças existem, e que não há formas melhores ou piores de vivenciá-las. Falar de sexualidade é falar de diversidade.
E em pleno século XXI, adolescentes, garotos e garotas, têm que lutar contra o preconceito da sociedade, e principalmente da própria família. E algumas pesquisas comprovam que a maioria dos pais e mães não aceitam os filhos e filhas como homossexuais, mas sim há um sentimento de conformismo.
Aqui vai a dica de alguns sites interessantes:
• Alguém para conversar, o E-Jovem, é um espaço de discussão e troca de experiências entre homossexuais, recebe mais de mil visitas diárias. ---> http://www.e-jovem.com/
• X-teens: http://www.xteens.com.br/
• Associação da Parada do Orgulho GLBT de SP: http://www.paradasp.org.br/
Jvens Ativistas - Grupo JA! --> www.orkut.com/Community.aspx?cmm=902321
Qual a primeira coisa que passa pela cabeça de uma pai ou uma mãe quando descobre que tem um filho ou uma filha homossexual? Grande parte dos pais e mães ficam apavorados, é uma "paulada", porque o preconceito está enraizado na sociedade. Sendo este preconceito não só quanto a diversidade sexual, mas também racial, religiosa, social, econômica, tudo! Inclusive muitos homossexuais tem preconceito, unas mais e outros menos.
A Parada GLBT existe há cerca de 12 anos, e geralmente a parada tem um efeito contrário ao que a militância deseja. Muita gente acha que o que tem na Parada é safadeza, uma sem-vergonhice e que não deve nem existir.
Muitos homossexuais assumidos e "aceitos", quando falam sobre seu parceiro(a) com amigos, colegas, família, sente algo "errado", isso é nada mais que o preconceito introjetado, e se isso acontece com os "assumido" e "aceitos", imagine aos que não são!
Falar de sexualidade é reconhecer que as diferenças existem, e que não há formas melhores ou piores de vivenciá-las. Falar de sexualidade é falar de diversidade.
E em pleno século XXI, adolescentes, garotos e garotas, têm que lutar contra o preconceito da sociedade, e principalmente da própria família. E algumas pesquisas comprovam que a maioria dos pais e mães não aceitam os filhos e filhas como homossexuais, mas sim há um sentimento de conformismo.
Aqui vai a dica de alguns sites interessantes:
• Alguém para conversar, o E-Jovem, é um espaço de discussão e troca de experiências entre homossexuais, recebe mais de mil visitas diárias. ---> http://www.e-jovem.com/
• X-teens: http://www.xteens.com.br/
• Associação da Parada do Orgulho GLBT de SP: http://www.paradasp.org.br/
Jvens Ativistas - Grupo JA! --> www.orkut.com/Community.aspx?cmm=902321
sábado, fevereiro 20, 2010
Homossexualidade
Qualquer maneira de amor vale a pena
Qualquer maneira me vale cantar
Qualquer maneira de amor vale aquela
Qualquer maneira de amor valerá
Milton Nascimento
Como enfrentar a parada... ?
Quando a gente se da conta da diversidade sexual, graças á cultura embutida na nossa cabeça, começam a aparecer muitas dúvidas, mas a pergunta que não se cala é: por quê?
Ninguém tem “culpa”. Cada pessoa tem sua realidade e atitudes diferentes em relação a tudo na vida. E não é diferente em relação a descoberta de sua sexualidade. Ás vezes, uma (um) adolescente heterossexual pode ter mais dificuldades e tabus na sua expectativa de vida sexual do que uma garota lésbica ou um garoto gay, e vice-versa. O que importa, de verdade? È estar de bem consigo mesmo. O resto você vai levando conforme as coisas vão acontecendo. Sexualidade não é só sexo, vem no pacote o seu comportamento na sociedade que não tem “regras”, pois que define é você mesma(o).
Você sabia que... ?
A palavra homossexualismo foi adotada há algumas décadas para colocar a homossexualidade como doença. Por isso os gays não usam o sufixo “ismo”.
Desde 1973 a homossexualidade deixou de ser tratada como doença, desvio ou perversão. No Brasil, deixou de ser considerada doença, em fevereiro de 1985. Em 1999, o Conselho Federal de Psicologia reforça isso, proibindo tratamentos psicológicos que visem a “conversão” de homo em heterossexuais.
A palavra gay pode ser usada ara indicar tanto homem quanto mulher homossexual.
Uma campanha legal é a do CFESS (Conselho Federal de Serviço Social) junto com os CRESS (Conselhos Regionais), que lançou a campanha: O amor fala todas as línguas.
Adorei esse cartaz, e a iniciativa do Conselho.
E você sabe o que é Homofobia?
A homofobia é o termo usado para descrever uma "repulsa" face as relações afetivas e sexuais entre pessoas do mesmo sexo, um ódio generelizado aos homossexuais e todos os aspectos de preconceito heterossexistas e da discriminação anti-homossexual.
Como no Brasil a Justiça tarda, a homofobia ta sendo banalizada como algo normal, malditos conservadores... Bem se você quiser acompanhar o andamento de algumas leis ai vai a dica:
Procure no site: http://www.camara.gov.br/
Projeto de Lei de Criminalização da Homofobia: PL 5003/2001 (Luciano Zica)
Projeto de Lei de União Civil Estável entre Homosexuais: PL 1151/1995 (Marta Suplicy).
E você deixaria de ser feliz para viver como a sociedade quer?
terça-feira, fevereiro 02, 2010
Tolerância ZERO
PIOR É QUE A GENTE PERGUNTA ASSIM MESMO...
1. Quando te vêem deitado, de olhos fechados, na sua cama, com a luz apagada e te perguntam:
- Você tá dormindo?
- Não, to treinando pra morrer!
2. Quando a gente leva um aparelho eletrônico para a manutenção e o técnico pergunta:
- Ta com defeito?
- Não, é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o trouxe para passear.
3. Quando está chovendo e percebem que você vai encarar a chuva, perguntam:
- Vai sair nessa chuva?
- Não, vou sair na próxima.
4. Quando você acaba de levantar, aí vem um idiota (sempre) e pergunta:
- Acordou?
- Não.. Sou sonâmbulo!
5. Seu amigo liga para sua casa e pergunta:
- Onde você está?
- No Pólo Norte! Um furacão levou a minha casa pra lá!
6. Você acaba de tomar banho e alguém pergunta:
- Você tomou banho?
- Não, mergulhei no vaso sanitário!
7. Você tá na frente do elevador da garagem do seu prédio e chega um que pergunta: (ÓTIMA)
- Vai subir?
- Não, não, to esperando meu apartamento descer pra me pegar.
8. O homem chega à casa da namorada com um enorme buquê de flores. Até que ela diz:
- Flores?
- Não! São cenouras.
9. Você está no banheiro quando alguém bate na porta e pergunta:
- Tem gente?
- Não! É o cocô que está falando!
10. Você chega ao banco com um cheque e pede pra trocar:
- Em dinheiro? ?
- Não, me dá tudo em clipes
Formspring, O site de 2010
Ninguém pode duvidar que o Formspring está bombando aqui no Brasil desde o fim do ano de 2009, e a cada dia que passa ta ganhando mais popularidade em 2010.
No ano de 2009, o site que mais ganhou popularidade foi o Twitter, que embora exista a muito tempo, teve seu 'boom' no ano de 2009, e nesse ano de 2010 o Formspring já conquistou milhões de fãs, principalmente aqui no Brasil, onde o número de internutas ativos é enorme.
Além de ser um site de fácil utilização, e público, o Formspring.me permite conexões com outras redes sociais, como Facebook, Twitter e Blogger, o que permite que seja divulgada amplamente e rapidamente, claro.
Nesse ano, a cada dia fica mais claro que as pessoas estão mais adeptas ao Formpring, pois além de ser um site onde você pode fazer perguntas e responder, torna mais fácil a comunicação, e um jeito menos timido de se comunicar, diferente do Twitter, onde o contato é mais restrito, e que na minha opinião, só serve pra gente famosa :B
É bem legal, você recebe perguntas que nunca pode nem imaginar e nunca te perguntariam pessoalmente, é legal e não é fútil, enfim é a nova modinha da Web.
Se você não tem um, faça logo, tai o link --> http://www.formspring.me/account/setup e o mais legal, é que você tem Facebook, você pode logar com endereço dele.
Me pergunta rs?
http://www.formspring.me/shellen
sexta-feira, janeiro 29, 2010
Fotos da Saga Twilight e atores
Eu achei essa foto perfeita da Kristen como Bella Swan, bem 'ingênua', feliz, com medo, sei lá, como a Bella.
Pois é, o Robert como Edward, eu acho que o Edward que a Bella descreve na saga twilight é bem mais bonito que o ator que interpreta no filme, mas ele é gato também, esses olhos amarelos/dourados do Edward Cullen, hmmmmmm kkkk
Ahhh, fala sério, esse desenho ficou perfeito, sem defeito, o mesmo tempo que é um desenho da Bella como Kristen e do Edward como Robert ele não é totalmente fiel, mas sim da maneira como imaginamos quando lemos o livro, pelo menos eu né.
Essa foto ficou perfeita, é lógico que eu fiz um Photoshop e talz, mas a Bella irá ficar bem mais linda como vampira.
Essa foto é conhecida né? Mas não do jeito que está agora, Bella como uma "recém criada" ao lado de seu amor lindo já vampiro todo posudo kkk.
Esse cara quebrou a cara
É, e não foi em um relacionamento não, ele quebrou a cara literalmente, ele foi inventar de dar um pulo pra se divertir com os amigos, o primeiro deu sorte, mas o segundo não pegou impulso suficiente e... bateu com a cara numa espécie de calçada, quando os amigos veem a tragédia o mar ou rio sei lá fica em volta dele vermelho, o pior já era esperado quando o resgate chega e vê que o cara não morreu, porém seu rosto abriu no meio, eu juro que quando vi a esse video pela primeira vez me deu vontade de sair correndo, ele fica vivo com o seu rosto aberto ao meio, pois é , mas ele não morreu não, mas quebrou a cara, ninguém mandou ele pular né? Pois fica um recado de amiga, não pulem que nem esse cara, se pularem usem um capacete, você podem não ter mesma sorte, eu vou procurar uma foto de como ele ficou depois, hmmm, deve ter ficado legal kkkkk
Assistam o vídeo e confiram:
http://www.youtube.com/watch?v=lhAojrFoNqA
Assistam o vídeo e confiram:
http://www.youtube.com/watch?v=lhAojrFoNqA
quinta-feira, janeiro 28, 2010
O carnaval carioca
O carnaval do Rio de Janeiro, com seu desfile de escolas de samba, é a festa brasileira mais conhecida em todo o mundo. Turistas de todos os países vão ao Sambódromo, na avenida Marquês de Sapucaí, acompanhar a passagem de tradicionais escolas, como Mangueira, Grande Rio, Portela, Salgueiro, Beija-flor e outra.
A ideia de se fazer esse desfile nasceu nas redações do jornal Mundo Esportivo, pertencente ao jornalista Mário Filho, irmão do dramaturgo Nelson Rodrigues. O primeiro desfile, realizado em 1932 na Praça Onze, contou com a presença de dezenove escolas e foi vencido pela Mangueira.
Apesar do sucesso, o evento foi acompanhado primordialmente pelas camadas populares. A elite preferia divetir-se nos bailes em clubes fechados ou nos desfiles do corsos pelas ruas do Rio de Janeiro.
Diorama projetado por Hans Nobauer para o carnaval de 1933 no Rio de Janeiro. A revolução de 1930 trouxe mudanças na relação entre o governo e as manifestações culturais, como a musica popular e o carnaval. Sob a República Velha, as escolas de samba eram perseguidas pela policia carioca. Essa situação mudou a partir de 1930. Assim, em 1932 o prefeito interventor do Rio de Janeiro, o tenentista civil era Pedro Ernesto, contemplou com dois contos de réis diversas escolas de samba e blocos carnavalescos. Naquele ano, a escola de samba Deixa Falar desfilou com o enredo “A primavera e a Revolução de Outubro” (de 1930).
Hoje o carnaval carioca é o símbolo do Brasil e do mundo também, com sua alegria e desfile de brilho e beleza, e lógico muita mulheres maravilhosas, cada uma mais gostosa que a outra. Um bom marketing usado pelas escolas é o convite de celebridades, principalmente da Rede Globo, para desfile tanto nos carros como para madrinhas da bateria e capricham na sensualidade e gostosura.
Marquês de Sapucaí
Juliana Paes
Entrada
Grazzi
quarta-feira, janeiro 27, 2010
Coisas para fazer antes dos 25 anos
1-fazer uma tatuagem
2-colocar um piercing
3-beijar o(a) melhor amigo(a)
4-se declarar pra alguém
5-correr de bikini pelo quarteirão de madrugada
6-ir pra porrada com alguem
7-ficar muito bêbado a ponto de não lembrar nada no dia seguinte
8-andar de caminhao de lixo
9-pegar carona com desconhecidos
10-invadir alguma casa com piscina e tomar banho
11-tomar banho no caminhão pipa
12-nadar nu
13-viajar com os amigos
14-sair escondido de casa
15-pintar o cabelo de uma cor muito louca
16-fingir que fala outro idioma em algum lugar
17-pular de pára-quedas
18-bater o carro
19-ficar com um menino(a) muito feio(a)
20-subir em um palco e dançar loucamente
21-entrar de penetra em alguma festa
22-ir pra escola bêbado
23-mandar flores pra alguém
24-tomar banho de chuva no inverno
25-se apaixonar
26-ser expulso da escola
27-ir pra um jogo de futebol e ficar na torcida errada com sua camisa do time oposto
28-roubar o carro dos pais
29-pichar o muro de algum lugar
30-dormir na rua
2-colocar um piercing
3-beijar o(a) melhor amigo(a)
4-se declarar pra alguém
5-correr de bikini pelo quarteirão de madrugada
6-ir pra porrada com alguem
7-ficar muito bêbado a ponto de não lembrar nada no dia seguinte
8-andar de caminhao de lixo
9-pegar carona com desconhecidos
10-invadir alguma casa com piscina e tomar banho
11-tomar banho no caminhão pipa
12-nadar nu
13-viajar com os amigos
14-sair escondido de casa
15-pintar o cabelo de uma cor muito louca
16-fingir que fala outro idioma em algum lugar
17-pular de pára-quedas
18-bater o carro
19-ficar com um menino(a) muito feio(a)
20-subir em um palco e dançar loucamente
21-entrar de penetra em alguma festa
22-ir pra escola bêbado
23-mandar flores pra alguém
24-tomar banho de chuva no inverno
25-se apaixonar
26-ser expulso da escola
27-ir pra um jogo de futebol e ficar na torcida errada com sua camisa do time oposto
28-roubar o carro dos pais
29-pichar o muro de algum lugar
30-dormir na rua
Coisas pra fazer antes dos 30 anos
beber uma garrafa de tequila
transar com um dos seus melhores amigos
encontrar com alguem da net
fazer uma tatoo
subir em um palco e dançar loucamente
fugir de casa
pular de bumg jump
matar aula pra ir no buteco
passear sem calcinha (cueca)
agarrar seu amor platonico
fingir ser estrangeiro e falar um idioma que nao existe
ficar com alguem 10 anos mais velho que vc
sair de casa na sexta a noite e voltar na segunda de manha
dormir com a roupa que saiu dps de um porre
ir a praia de nudismo
ficar com seu professor
roubar o namorado de alguem
ir pra escola bebada
se apaixonar a 1ª vista
usar a melhor roupa pra ir ao mercado
sair com o melhor amigo do seu ex
pintar o cabelo de uma cor absurda
chorar vendo um desenho
ir parar na delegacia
beber ate ter amnesia alcoolica
aprender a tocar algum instrumento
ter um diário secreto
beijar um passante
ir numa formatura de short e chinelo
assaltar uma loja
pegar carona com desconhecido
ir pra balada de onibus
dormir na rua...
transar com um dos seus melhores amigos
encontrar com alguem da net
fazer uma tatoo
subir em um palco e dançar loucamente
fugir de casa
pular de bumg jump
matar aula pra ir no buteco
passear sem calcinha (cueca)
agarrar seu amor platonico
fingir ser estrangeiro e falar um idioma que nao existe
ficar com alguem 10 anos mais velho que vc
sair de casa na sexta a noite e voltar na segunda de manha
dormir com a roupa que saiu dps de um porre
ir a praia de nudismo
ficar com seu professor
roubar o namorado de alguem
ir pra escola bebada
se apaixonar a 1ª vista
usar a melhor roupa pra ir ao mercado
sair com o melhor amigo do seu ex
pintar o cabelo de uma cor absurda
chorar vendo um desenho
ir parar na delegacia
beber ate ter amnesia alcoolica
aprender a tocar algum instrumento
ter um diário secreto
beijar um passante
ir numa formatura de short e chinelo
assaltar uma loja
pegar carona com desconhecido
ir pra balada de onibus
dormir na rua...
terça-feira, janeiro 26, 2010
Direitos civis
Enquanto na África do Sul a população negra era vítima do apartheid, nos Estados Unidos os afrodescendetnes também sofriam as cosequências das leis segregacionistas criadas ainda na segunda metade do século XIX. Assim, os negros norte-americanos não podiam freqüentar as mesmas escolas, hospitais e outros lugares públicos reservados aos brancos; seu direito de voto era restrito e muitos deles sofriam constrangimentos, ou eram vítimas de agressões e assassinatos por extremistas brancos.
A partir dos anos 1950 intensificaram-se os movimentos negros reivindicando igualdade de direitos civis entre brancos e afrodescendentes. Um dos líderes dessa luta foi Martin Luther King Jr. (1929 - 1968), que em 1963 organizou um protesto reunido 300 mil pessoas em Washington. Também ganharam destaque o ativista muçulmano Malcom X (1952 - 1965) e o grupo Panteras Negras, surgido em 1966.
Em meados de 1963 o Congresso dos Estados Unidos aprovou a Lei dos Direitos Civis proposta pelo presidente Jonh Kennedy (1929 - 1963). A lei estendia aos negros os mesmos direitos concedidos aos brancos. Apesar dusso, ainda negros e brancos norte-amerucanos continuam separados por profundas diferenças sociais.
A partir dos anos 1950 intensificaram-se os movimentos negros reivindicando igualdade de direitos civis entre brancos e afrodescendentes. Um dos líderes dessa luta foi Martin Luther King Jr. (1929 - 1968), que em 1963 organizou um protesto reunido 300 mil pessoas em Washington. Também ganharam destaque o ativista muçulmano Malcom X (1952 - 1965) e o grupo Panteras Negras, surgido em 1966.
Em meados de 1963 o Congresso dos Estados Unidos aprovou a Lei dos Direitos Civis proposta pelo presidente Jonh Kennedy (1929 - 1963). A lei estendia aos negros os mesmos direitos concedidos aos brancos. Apesar dusso, ainda negros e brancos norte-amerucanos continuam separados por profundas diferenças sociais.
Multidão de partidário da luta pelos direitos civis dos negros reúne-se na Marcha sobre Washignton por Trabalho e Liberdade. O homem que se destaca no primeiro plano é Martin Luther King. Nessa manifestação, ele pronunciou seu famoso discurso "Eu tenho um sonho", no qual revela esperança em um futuro de igualdade e respeito mútuo entre negros e brancos. Por ironia, Luther King seria assassinado por um extremista branco cinco anos depois d marcha. Washington, Estados Unidos, março de 1963.
Dicas de filmes:
O Sol é para todos, de Robert Mulligan, 1962
Malcolm X, de Spike Lee, 1992.
EU TENHO UM SONHO
Discurso de Martin Luther King (28/08/1963)
"Eu estou contente em unir-me com vocês no dia que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.
Cem anos atrás, um grande americano, na qual estamos sob sua simbólica sombra, assinou a Proclamação de Emancipação. Esse importante decreto veio como um grande farol de esperança para milhões de escravos negros que tinham murchados nas chamas da injustiça. Ele veio como uma alvorada para terminar a longa noite de seus cativeiros.
Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre. Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da segregação e as cadeias de discriminação.
Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos cantos da sociedade americana e se encontram exilados em sua própria terra. Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.
De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota promissória para a qual todo americano seria seu herdeiro. Esta nota era uma promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com "fundos insuficientes". Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação. Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.
Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do gradualismo. Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia. Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado pelo sol da justiça racial.
Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um renovador outono de liberdade e igualdade. Este ano de 1963 não é um fim, mas um começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento despertar se a nação votar aos negócios de sempre.
Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas, para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa liberdade. Nós não podemos caminhar só. E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os devotos dos direitos civis, "Quando vocês estarão satisfeitos?"
Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem abaixo como águas de uma poderosa correnteza.
Eu não esqueci que alguns de você vieram até aqui após grandes testes e sofrimentos. Alguns de você vieram recentemente de celas estreitas das prisões. Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade policial. Você são o veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte, sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe caiar no vale de desespero. Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano. Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!
segunda-feira, janeiro 25, 2010
O que é a Ciência?
Segundo o dicionário New Lexicon Webster, é o “conhecimento adquirido por meio de observação cuidadosa e da dedução das leis que regem as mudanças e condições, assim como pelo teste experimental dessas deduções”.
Segundo o mini dicionário Aurélio é um “conjunto metódico de conhecimentos obtidos mediante a observação e a experiência”.
A Ciência trata do conhecimento racional, que se refere ao mundo material ou da natureza, cujas regularidades querem explicar e predizer. Obtido através de um método experimental, do qual formam parte a observação, a experimentação e s inferências dos fatos observados. Ciência é sistemática por que se organiza mediante hipóteses, leis, e um conhecimento objetivo e “público”, tendo em vista que busca ser reconhecida por todos como sendo verdadeira ou pelo menos, ser aceita por consenso universal.
O objetivo da Ciência é possibilitar-nos entender e acumular conhecimento sobre o universo. O vínculo para tais entendimentos é a teoria, que procura nos contar porque os fenômenos existem e como eles funcionam (J. Turner, 1991).
Uma característica distinta das teorias científicas é sua abstração. Elas são determinadas em termos muito genéricos porque o objetivo é explicar os fenômenos em todas as épocas e lugares.
Uma segunda característica única das teorias científicas é que elas são sujeitas a provas. Já foi inclusive dito que as teorias científicas existem para serem refutadas (Popper, 1959, 1969).
Quando as teorias resistem á prova de tempo – isto é, esforços repetidos de contestação -, então se tornam provisoriamente aceitas como verdade, como “maneira” que as coisas realmente são. (Popper, 1969).
O que torna a Ciência única?
• A ciência não busca avaliar o que deveria, ou não deveria, existir ou ocorrer;
• Ela busca apenas compreender porque fenômenos existem e como funcionam, “sem” julgamentos de valor.
• A ciência gera determinada compreensão que desenvolve teorias abstratas e isentas de juízos de valor, as quais explicam o como e por que dos fenômenos.
• A ciência então sujeita essas teorias á verificação empírica, refutando-as ou modificando-as se os fatos não correspondem a elas.
A ciência usa métodos de coleta de dados podem ser contestados por outros para certificar-se que os dados usados para testar as teorias não são parciais;
• A ciência acumula conhecimento quando as teorias encontram sustentação consciente em testes empíricos e quando aquelas que não recebem tal sustentação são refutadas ou modificadas.
Historicamente, a ciência teve suas origens n Grécia, até o século VI a.C., primeiro na forma de matemática e astronomia, e logo em forma de cosmologias. Dentre várias possibilidades contemporâneas de se dividir o âmbito de atuação dos saberes ditos científicos, uma divisão parece mais sensata e efetiva, a saber, o modelo que define esses campos de saber.
• ciências matemáticas (aritmética, geometria, álgebra etc.);
•ciências naturais (física, química, biologia, geologia etc.);
• ciências humanas ou sociais (psicologia, sociologia, antropologia etc.);
• Ciências aplicadas (usa a tecnologia para interferir na natureza e no homem).
Campos específicos:
1. Ciências formais -> Seu objeto de estudo, são construtos conceituais ou formais, como cálculos, raciocínios, teorias. Os conceitos referentes são conceituais.
2. Ciências empíricas -> O objeto de estudo é parte da realidade física. O referente são as coisas, objetos ou fatos reais.
3. Ciências d natureza -> O objeto de estudo é o mundo material. Recorrem ao método experimental, à observação e quantificação. Alguns exemplos seriam a física, química, biologia, botânica, zoologia, horologia etc.
4. Ciências humanas -> Buscam um conhecimento objetivo do mundo humano e as relações sociais e também a cultura. Alguns exemplos seriam a história, sociologia, ciência política, direito etc.
5. Ciências sociais -> O objeto de estudo são os fenômenos sociais. Alguns exemplos seriam a sociologia, a economia, a lingüística, a criminologia, a ciência política, a psicologia social etc.
O conhecimento científico apresenta-se como:
· Racional;
· Metódico;
· Objetivo;
· Verificável;
· Sistemático;
· É formulado a partir de leis e teorias;
· Comunicável;
· Acumulativo;
· Aberto a critica e eliminação de erros.
Concluindo, no seu sentido mais amplo, ciência (do Latim scientia, significando "conhecimento") refere-se a qualquer conhecimento ou prática sistemático. Num sentido mais restrito, ciência refere-se a um sistema de adquirir conhecimento baseado no método científico, assim como ao corpo organizado de conhecimento conseguido através de tal pesquisa.
A ciência é o esforço sistemático para compreender o universo, partindo de idéias teóricas que receberam solido apoio com pesquisas meticulosamente desenvolvidas. A teoria é, definitivamente, o veículo pra se entender o universo, e revela duas características distintas:
· Abstração e generalidade
· Experimentação / empirismo.
Acumula-se conhecimento quando as teorias abstratas são confirmadas e confirmadas,
Houve um determinado segmento do pensamento social, derivado das reflexões clássicas, com ênfase em Kant, o historicismo alemão neokantiano do século XIX, de Dilthey e Rickert, que distinguia dois tipos de ciência: as da natureza, que buscam causalidades para fazer previsões , em que há uma relação de exterioridade entre sujeito e objeto e se busca obter explicações, leis, conexões; e as do espírito, voltadas para a história, a cultura e a sociedade, em que o essencial não é as causalidades, mas as motivações que produzem os movimentos dos sujeitos, as descrições qualitativas dos tipos e formas fundamentais da vida do espírito.
A eficácia da Ciência a tornou assunto de questionamento filosófico. A filosofia da ciência busca entender a natureza e a justificação do conhecimento científico e suas implicações éticas. Tem sido difícil fornecer uma explicação do método científico definitivo que possa servir para distinguir a ciência da não-ciência.
Segundo o dicionário Aurélio:
[Do lat. scientia.] Substantivo feminino. 1.Conhecimento (3): tomar ciência. 2.Saber que se adquire pela leitura e meditação; instrução, erudição, sabedoria. 3.Conjunto de conhecimentos socialmente adquiridos ou produzidos, historicamente acumulados, dotados de universalidade e objetividade que permitem sua transmissão, e estruturados com métodos, teorias e linguagens próprias, que visam compreender e, poss., orientar a natureza e as atividades humanas. 4.Campo circunscrito, dentro da ciência (3), concernente a determinada parte ou aspecto da natureza ou das atividades humanas, como, p. ex., a química, a sociologia, etc. 5.A soma dos conhecimentos humanos considerados em conjunto: os progressos da ciência em nossos dias. 6.Pop. Habilidade intuitiva, sabedoria: “A ciência da aranha, da abelha e a minha, muita gente desconhece” (Luiz Vieira e João do Vale, da canção popular Na Asa do Vento). Ciência aplicada. 1. Ciência (3) que é produzida com a intenção de ser aplicada a objetivos práticos. [Cf. tecnologia e ciência pura.] Ciência básica. 1. Ciência (3) que trata dos aspectos mais gerais ou fundamentais da realidade, ger. sem preocupação com as suas aplicações práticas a curto prazo. 2. Ciência (3) que tem participação fundamental nos conhecimentos necessários ao exercício de um campo de atividade: a anatomia, a bioquímica, etc. Ciência cristã. 1. Misto de religião e medicina mental, fundada em 1866 nos E.U.A. por Mary Baker-Eddy (1821-1910). Ciência da computação. 1. Inform. Disciplina que estuda o projeto, a operação, o uso e a programação de computadores, aliando aspectos da matemática, da lógica, da engenharia e da teoria da informação. Ciência infusa. 1. A que se supõe vinda de Deus por inspiração. Ciência pura. 1. Ciência (3) em que a investigação é feita sem qualquer preocupação com a aplicação. [Cf. ciência aplicada.] Ciências biológicas. 1. Biol. O conjunto das ciências [v. ciência (4)] cujos conhecimentos são fundamentalmente orientados para o estudo da biologia, ou são derivados dela: a biologia, a biofísica, a farmacologia, etc. Ciências contábeis. 1. O conjunto das ciências aplicadas, ou afins, ou derivadas, ou que contribuem fundamentalmente para a contabilidade (1): a contabilidade e a administração. Ciências da natureza. 1. Ciências naturais. Ciências da saúde. 1. O conjunto das ciências básicas (2) e aplicadas que tratam da saúde humana e animal: a medicina, a odontologia, a veterinária, etc. Ciências da Terra. 1. As ciências [v. ciência (4)] que tratam do meio físico ao redor do homem: a oceanografia, a geologia, a geografia física, a climatologia, etc.; geociências. Ciências da vida. 1. O conjunto formado pelas ciências biológicas e da saúde. Ciências econômicas. 1. Economia (7). Ciências empíricas. 1. As ciências [v. ciência (4)] que são formadas pela observação da natureza e por teorias e hipóteses que podem ser com ela diretamente confrontadas. [Cf. ciências formais.] Ciências exatas. 1. As ciências [v. ciência (4)] que se baseiam em teorias, normalmente expressas matematicamente, capazes de fornecer conceitos precisos. Ciências experimentais. 1. Aquelas cujo método exige o recurso da experimentação. Ciências físicas. 1. A física, a química, e ciências afins, como a meteorologia, a hidrologia, a geologia. Ciências formais. 1. As ciências [v. ciência (4)] que têm como objetivo de estudo sistemas matemáticos, lógicos e similares, que não se referem, diretamente, à realidade física. [Cf. ciências empíricas.] Ciências humanas. 1. As ciências [v. ciência (4)] que têm como objetivo de estudo o comportamento do homem e os fenômenos culturais humanos: a psicologia, a antropologia, a história, a sociologia, etc. Ciências jurídicas. 1. O conjunto das ciências derivadas do direito (13), ou fundamentalmente influenciadas por ele: o direito internacional, o direito criminal, etc. Ciências lingüísticas. 1. A lingüística e a fonética. 2. Aquelas que tratam da linguagem e das línguas, como a lingüística, a lingüística aplicada, a neurolingüística, a psicolingüística e a sociolingüística. Ciências matemáticas. 1. As ciências [v. ciência (4)] em que as investigações fazem uso da matemática, ou são fundamentalmente influenciadas por ela, ou são dela derivadas: a matemática, a estatística, a física teórica, etc. Ciências morais. 1. As que estudam os sentimentos, pensamentos e atos do homem, aquilo que constitui o espírito humano. Ciências naturais. 1. As ciências [v. ciência (4)] que têm como objetivo de estudo a natureza em torno do homem, sendo este incluído apenas na condição de animal natural: a física, a química, a astronomia, a geologia, a biologia. [Cf. história natural.] Ciências normativas. 1. Aquelas que, como a lógica e a moral, traçam normas ao pensamento e à conduta humana. Ciências ocultas. 1. Ocultismo (1). Ciências políticas. 1. O conjunto das ciências que estudam a organização e o funcionamento do Estado, e as interações dos grupos nele existentes: a política, a sociologia, etc. Ciências sociais. 1. As ciências [v. ciência (4)] que têm como objetivo de estudo os grupos humanos: a sociologia, a antropologia, a geografia humana, a história, a lingüística, a pedagogia, a psicologia social. | ||||||||||||||||||
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