sexta-feira, janeiro 29, 2010

Fotos da Saga Twilight e atores


Eu achei essa foto perfeita da Kristen como Bella Swan, bem 'ingênua', feliz, com medo, sei lá, como a Bella.


Pois é, o Robert como Edward, eu acho que o Edward que a Bella descreve na saga twilight é bem mais bonito que o ator que interpreta no filme, mas ele é gato também, esses olhos amarelos/dourados do Edward Cullen, hmmmmmm kkkk

Ahhh, fala sério, esse desenho ficou perfeito, sem defeito, o mesmo tempo que é um desenho da Bella como Kristen e do Edward como Robert ele não é totalmente fiel, mas sim da maneira como imaginamos quando lemos o livro, pelo menos eu né.


Essa foto ficou perfeita, é lógico que eu fiz um Photoshop e talz, mas a Bella irá ficar bem mais linda como vampira.
Essa foto é conhecida né? Mas não do jeito que está agora, Bella como uma "recém criada" ao lado de seu amor lindo já vampiro todo posudo kkk.



Esse cara quebrou a cara

É, e não foi em um relacionamento não, ele quebrou a cara literalmente, ele foi inventar de dar um pulo pra se divertir com os amigos, o primeiro deu sorte, mas o segundo não pegou impulso suficiente e... bateu com a cara numa espécie de calçada, quando os amigos veem a tragédia o mar ou rio sei lá fica em volta dele vermelho, o pior já era esperado quando o resgate chega e vê que o cara não morreu, porém seu rosto abriu no meio, eu juro que quando vi a esse video pela primeira vez me deu vontade de sair correndo, ele fica vivo com o seu rosto aberto ao meio, pois é , mas ele não morreu não, mas quebrou a cara, ninguém mandou ele pular né? Pois fica um recado de amiga, não pulem que nem esse cara, se pularem usem um capacete, você podem não ter  mesma sorte, eu vou procurar uma foto de como ele ficou depois, hmmm, deve ter ficado legal kkkkk


Assistam o vídeo e confiram:


http://www.youtube.com/watch?v=lhAojrFoNqA

quinta-feira, janeiro 28, 2010

O carnaval carioca

O carnaval do Rio de Janeiro, com seu desfile de escolas de samba, é a festa brasileira mais conhecida em todo o mundo. Turistas de todos os países vão ao Sambódromo, na avenida Marquês de Sapucaí, acompanhar a passagem de tradicionais escolas, como Mangueira, Grande Rio, Portela, Salgueiro, Beija-flor e outra.
 A ideia de se fazer esse desfile nasceu nas redações do jornal Mundo Esportivo, pertencente ao jornalista Mário Filho, irmão do dramaturgo Nelson Rodrigues. O primeiro desfile, realizado em 1932 na Praça Onze, contou com a presença de dezenove escolas e foi vencido pela Mangueira.
Apesar do sucesso, o evento foi acompanhado primordialmente pelas camadas populares. A elite preferia divetir-se nos bailes em clubes fechados ou nos desfiles do corsos pelas ruas do Rio de Janeiro.

Diorama projetado por Hans Nobauer para o carnaval de 1933 no Rio de Janeiro. A revolução de 1930 trouxe mudanças na relação entre o governo e as manifestações culturais, como a musica popular e o carnaval. Sob a República Velha, as escolas de samba eram perseguidas pela policia carioca. Essa situação mudou a partir de 1930. Assim, em 1932 o prefeito interventor do Rio de Janeiro, o tenentista civil era Pedro Ernesto, contemplou com dois contos de réis diversas escolas de samba e blocos carnavalescos. Naquele ano, a escola de samba Deixa Falar desfilou com o enredo “A primavera e a Revolução de Outubro” (de 1930).



Hoje o carnaval carioca é o símbolo do Brasil e do mundo também, com sua alegria e desfile de brilho e beleza, e lógico muita mulheres maravilhosas, cada uma mais gostosa que a outra. Um bom marketing usado pelas escolas é o convite de celebridades, principalmente da Rede Globo, para desfile tanto nos carros como para madrinhas da bateria e capricham na sensualidade e gostosura.

Marquês de Sapucaí
Juliana Paes
Entrada
Grazzi

quarta-feira, janeiro 27, 2010

Coisas para fazer antes dos 25 anos

1-fazer uma tatuagem
2-colocar um piercing
3-beijar o(a) melhor amigo(a)
4-se declarar pra alguém
5-correr de bikini pelo quarteirão de madrugada
6-ir pra porrada com alguem
7-ficar muito bêbado a ponto de não lembrar nada no dia seguinte
8-andar de caminhao de lixo
9-pegar carona com desconhecidos
10-invadir alguma casa com piscina e tomar banho
11-tomar banho no caminhão pipa
12-nadar nu
13-viajar com os amigos
14-sair escondido de casa
15-pintar o cabelo de uma cor muito louca
16-fingir que fala outro idioma em algum lugar
17-pular de pára-quedas
18-bater o carro
19-ficar com um menino(a) muito feio(a)
20-subir em um palco e dançar loucamente
21-entrar de penetra em alguma festa
22-ir pra escola bêbado
23-mandar flores pra alguém
24-tomar banho de chuva no inverno
25-se apaixonar
26-ser expulso da escola
27-ir pra um jogo de futebol e ficar na torcida errada com sua camisa do time oposto
28-roubar o carro dos pais
29-pichar o muro de algum lugar
30-dormir na rua

Coisas pra fazer antes dos 30 anos

beber uma garrafa de tequila
transar com um dos seus melhores amigos
encontrar com alguem da net
fazer uma tatoo
subir em um palco e dançar loucamente
fugir de casa
pular de bumg jump
matar aula pra ir no buteco
passear sem calcinha (cueca)
agarrar seu amor platonico
fingir ser estrangeiro e falar um idioma que nao existe
ficar com alguem 10 anos mais velho que vc
sair de casa na sexta a noite e voltar na segunda de manha
dormir com a roupa que saiu dps de um porre
ir a praia de nudismo
ficar com seu professor
roubar o namorado de alguem
ir pra escola bebada
se apaixonar a 1ª vista
usar a melhor roupa pra ir ao mercado
sair com o melhor amigo do seu ex
pintar o cabelo de uma cor absurda
chorar vendo um desenho
ir parar na delegacia
beber ate ter amnesia alcoolica
aprender a tocar algum instrumento
ter um diário secreto
beijar um passante
ir numa formatura de short e chinelo
assaltar uma loja
pegar carona com desconhecido
ir pra balada de onibus
dormir na rua...

terça-feira, janeiro 26, 2010

Direitos civis

Enquanto na África do Sul a população negra era vítima do apartheid, nos Estados Unidos os afrodescendetnes também sofriam as cosequências das leis segregacionistas criadas ainda na segunda metade do século XIX. Assim, os negros norte-americanos não podiam freqüentar as mesmas escolas, hospitais e outros lugares públicos reservados aos brancos; seu direito de voto era restrito e muitos deles sofriam constrangimentos, ou eram vítimas de agressões e assassinatos por extremistas brancos.
A partir dos anos 1950 intensificaram-se os movimentos negros reivindicando igualdade de direitos civis entre brancos e afrodescendentes. Um dos líderes dessa luta foi Martin Luther King Jr. (1929 - 1968), que em 1963 organizou um protesto reunido 300 mil pessoas em Washington. Também ganharam destaque o ativista muçulmano Malcom X (1952 - 1965) e o grupo Panteras Negras, surgido em 1966.
Em meados de 1963 o Congresso dos Estados Unidos aprovou a Lei dos Direitos Civis proposta pelo presidente Jonh Kennedy (1929 - 1963). A lei estendia aos negros os mesmos direitos concedidos aos brancos. Apesar dusso, ainda negros e brancos norte-amerucanos continuam separados por profundas diferenças sociais.



Multidão de partidário da luta pelos direitos civis dos negros reúne-se na Marcha sobre Washignton por Trabalho e Liberdade. O homem que se destaca no primeiro plano é Martin Luther King. Nessa manifestação, ele pronunciou seu famoso discurso "Eu tenho um sonho", no qual revela esperança em um futuro de igualdade e respeito mútuo  entre negros e brancos. Por ironia, Luther King seria assassinado por um extremista branco cinco anos depois d marcha. Washington, Estados Unidos, março de 1963.


Dicas de filmes: 
O Sol é para todos, de Robert Mulligan, 1962
Malcolm X, de Spike Lee, 1992.

EU TENHO UM SONHO

Discurso de Martin Luther King (28/08/1963)
"Eu estou contente em unir-me com vocês no dia que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.
Cem anos atrás, um grande americano, na qual estamos sob sua simbólica sombra, assinou a Proclamação de Emancipação. Esse importante decreto veio como um grande farol de esperança para milhões de escravos negros que tinham murchados nas chamas da injustiça. Ele veio como uma alvorada para terminar a longa noite de seus cativeiros.
Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre. Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da segregação e as cadeias de discriminação.
Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos cantos da sociedade americana e se encontram exilados em sua própria terra. Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.
De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota promissória para a qual todo americano seria seu herdeiro. Esta nota era uma promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com "fundos insuficientes". Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação. Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.
Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do gradualismo. Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia. Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado pelo sol da justiça racial.
Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um renovador outono de liberdade e igualdade. Este ano de 1963 não é um fim, mas um começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento despertar se a nação votar aos negócios de sempre.
Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas, para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa liberdade. Nós não podemos caminhar só. E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os devotos dos direitos civis, "Quando vocês estarão satisfeitos?"
Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem abaixo como águas de uma poderosa correnteza.
Eu não esqueci que alguns de você vieram até aqui após grandes testes e sofrimentos. Alguns de você vieram recentemente de celas estreitas das prisões. Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade policial. Você são o veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte, sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe caiar no vale de desespero. Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano. Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!

sexta-feira, janeiro 29, 2010

Fotos da Saga Twilight e atores


Eu achei essa foto perfeita da Kristen como Bella Swan, bem 'ingênua', feliz, com medo, sei lá, como a Bella.


Pois é, o Robert como Edward, eu acho que o Edward que a Bella descreve na saga twilight é bem mais bonito que o ator que interpreta no filme, mas ele é gato também, esses olhos amarelos/dourados do Edward Cullen, hmmmmmm kkkk

Ahhh, fala sério, esse desenho ficou perfeito, sem defeito, o mesmo tempo que é um desenho da Bella como Kristen e do Edward como Robert ele não é totalmente fiel, mas sim da maneira como imaginamos quando lemos o livro, pelo menos eu né.


Essa foto ficou perfeita, é lógico que eu fiz um Photoshop e talz, mas a Bella irá ficar bem mais linda como vampira.
Essa foto é conhecida né? Mas não do jeito que está agora, Bella como uma "recém criada" ao lado de seu amor lindo já vampiro todo posudo kkk.



Esse cara quebrou a cara

É, e não foi em um relacionamento não, ele quebrou a cara literalmente, ele foi inventar de dar um pulo pra se divertir com os amigos, o primeiro deu sorte, mas o segundo não pegou impulso suficiente e... bateu com a cara numa espécie de calçada, quando os amigos veem a tragédia o mar ou rio sei lá fica em volta dele vermelho, o pior já era esperado quando o resgate chega e vê que o cara não morreu, porém seu rosto abriu no meio, eu juro que quando vi a esse video pela primeira vez me deu vontade de sair correndo, ele fica vivo com o seu rosto aberto ao meio, pois é , mas ele não morreu não, mas quebrou a cara, ninguém mandou ele pular né? Pois fica um recado de amiga, não pulem que nem esse cara, se pularem usem um capacete, você podem não ter  mesma sorte, eu vou procurar uma foto de como ele ficou depois, hmmm, deve ter ficado legal kkkkk


Assistam o vídeo e confiram:


http://www.youtube.com/watch?v=lhAojrFoNqA

quinta-feira, janeiro 28, 2010

O carnaval carioca

O carnaval do Rio de Janeiro, com seu desfile de escolas de samba, é a festa brasileira mais conhecida em todo o mundo. Turistas de todos os países vão ao Sambódromo, na avenida Marquês de Sapucaí, acompanhar a passagem de tradicionais escolas, como Mangueira, Grande Rio, Portela, Salgueiro, Beija-flor e outra.
 A ideia de se fazer esse desfile nasceu nas redações do jornal Mundo Esportivo, pertencente ao jornalista Mário Filho, irmão do dramaturgo Nelson Rodrigues. O primeiro desfile, realizado em 1932 na Praça Onze, contou com a presença de dezenove escolas e foi vencido pela Mangueira.
Apesar do sucesso, o evento foi acompanhado primordialmente pelas camadas populares. A elite preferia divetir-se nos bailes em clubes fechados ou nos desfiles do corsos pelas ruas do Rio de Janeiro.

Diorama projetado por Hans Nobauer para o carnaval de 1933 no Rio de Janeiro. A revolução de 1930 trouxe mudanças na relação entre o governo e as manifestações culturais, como a musica popular e o carnaval. Sob a República Velha, as escolas de samba eram perseguidas pela policia carioca. Essa situação mudou a partir de 1930. Assim, em 1932 o prefeito interventor do Rio de Janeiro, o tenentista civil era Pedro Ernesto, contemplou com dois contos de réis diversas escolas de samba e blocos carnavalescos. Naquele ano, a escola de samba Deixa Falar desfilou com o enredo “A primavera e a Revolução de Outubro” (de 1930).



Hoje o carnaval carioca é o símbolo do Brasil e do mundo também, com sua alegria e desfile de brilho e beleza, e lógico muita mulheres maravilhosas, cada uma mais gostosa que a outra. Um bom marketing usado pelas escolas é o convite de celebridades, principalmente da Rede Globo, para desfile tanto nos carros como para madrinhas da bateria e capricham na sensualidade e gostosura.

Marquês de Sapucaí
Juliana Paes
Entrada
Grazzi

quarta-feira, janeiro 27, 2010

Coisas para fazer antes dos 25 anos

1-fazer uma tatuagem
2-colocar um piercing
3-beijar o(a) melhor amigo(a)
4-se declarar pra alguém
5-correr de bikini pelo quarteirão de madrugada
6-ir pra porrada com alguem
7-ficar muito bêbado a ponto de não lembrar nada no dia seguinte
8-andar de caminhao de lixo
9-pegar carona com desconhecidos
10-invadir alguma casa com piscina e tomar banho
11-tomar banho no caminhão pipa
12-nadar nu
13-viajar com os amigos
14-sair escondido de casa
15-pintar o cabelo de uma cor muito louca
16-fingir que fala outro idioma em algum lugar
17-pular de pára-quedas
18-bater o carro
19-ficar com um menino(a) muito feio(a)
20-subir em um palco e dançar loucamente
21-entrar de penetra em alguma festa
22-ir pra escola bêbado
23-mandar flores pra alguém
24-tomar banho de chuva no inverno
25-se apaixonar
26-ser expulso da escola
27-ir pra um jogo de futebol e ficar na torcida errada com sua camisa do time oposto
28-roubar o carro dos pais
29-pichar o muro de algum lugar
30-dormir na rua

Coisas pra fazer antes dos 30 anos

beber uma garrafa de tequila
transar com um dos seus melhores amigos
encontrar com alguem da net
fazer uma tatoo
subir em um palco e dançar loucamente
fugir de casa
pular de bumg jump
matar aula pra ir no buteco
passear sem calcinha (cueca)
agarrar seu amor platonico
fingir ser estrangeiro e falar um idioma que nao existe
ficar com alguem 10 anos mais velho que vc
sair de casa na sexta a noite e voltar na segunda de manha
dormir com a roupa que saiu dps de um porre
ir a praia de nudismo
ficar com seu professor
roubar o namorado de alguem
ir pra escola bebada
se apaixonar a 1ª vista
usar a melhor roupa pra ir ao mercado
sair com o melhor amigo do seu ex
pintar o cabelo de uma cor absurda
chorar vendo um desenho
ir parar na delegacia
beber ate ter amnesia alcoolica
aprender a tocar algum instrumento
ter um diário secreto
beijar um passante
ir numa formatura de short e chinelo
assaltar uma loja
pegar carona com desconhecido
ir pra balada de onibus
dormir na rua...

terça-feira, janeiro 26, 2010

Direitos civis

Enquanto na África do Sul a população negra era vítima do apartheid, nos Estados Unidos os afrodescendetnes também sofriam as cosequências das leis segregacionistas criadas ainda na segunda metade do século XIX. Assim, os negros norte-americanos não podiam freqüentar as mesmas escolas, hospitais e outros lugares públicos reservados aos brancos; seu direito de voto era restrito e muitos deles sofriam constrangimentos, ou eram vítimas de agressões e assassinatos por extremistas brancos.
A partir dos anos 1950 intensificaram-se os movimentos negros reivindicando igualdade de direitos civis entre brancos e afrodescendentes. Um dos líderes dessa luta foi Martin Luther King Jr. (1929 - 1968), que em 1963 organizou um protesto reunido 300 mil pessoas em Washington. Também ganharam destaque o ativista muçulmano Malcom X (1952 - 1965) e o grupo Panteras Negras, surgido em 1966.
Em meados de 1963 o Congresso dos Estados Unidos aprovou a Lei dos Direitos Civis proposta pelo presidente Jonh Kennedy (1929 - 1963). A lei estendia aos negros os mesmos direitos concedidos aos brancos. Apesar dusso, ainda negros e brancos norte-amerucanos continuam separados por profundas diferenças sociais.



Multidão de partidário da luta pelos direitos civis dos negros reúne-se na Marcha sobre Washignton por Trabalho e Liberdade. O homem que se destaca no primeiro plano é Martin Luther King. Nessa manifestação, ele pronunciou seu famoso discurso "Eu tenho um sonho", no qual revela esperança em um futuro de igualdade e respeito mútuo  entre negros e brancos. Por ironia, Luther King seria assassinado por um extremista branco cinco anos depois d marcha. Washington, Estados Unidos, março de 1963.


Dicas de filmes: 
O Sol é para todos, de Robert Mulligan, 1962
Malcolm X, de Spike Lee, 1992.

EU TENHO UM SONHO

Discurso de Martin Luther King (28/08/1963)
"Eu estou contente em unir-me com vocês no dia que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.
Cem anos atrás, um grande americano, na qual estamos sob sua simbólica sombra, assinou a Proclamação de Emancipação. Esse importante decreto veio como um grande farol de esperança para milhões de escravos negros que tinham murchados nas chamas da injustiça. Ele veio como uma alvorada para terminar a longa noite de seus cativeiros.
Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre. Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da segregação e as cadeias de discriminação.
Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos cantos da sociedade americana e se encontram exilados em sua própria terra. Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.
De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota promissória para a qual todo americano seria seu herdeiro. Esta nota era uma promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com "fundos insuficientes". Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação. Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.
Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do gradualismo. Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia. Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado pelo sol da justiça racial.
Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um renovador outono de liberdade e igualdade. Este ano de 1963 não é um fim, mas um começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento despertar se a nação votar aos negócios de sempre.
Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas, para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa liberdade. Nós não podemos caminhar só. E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os devotos dos direitos civis, "Quando vocês estarão satisfeitos?"
Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem abaixo como águas de uma poderosa correnteza.
Eu não esqueci que alguns de você vieram até aqui após grandes testes e sofrimentos. Alguns de você vieram recentemente de celas estreitas das prisões. Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade policial. Você são o veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte, sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe caiar no vale de desespero. Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano. Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!