sábado, fevereiro 26, 2011
Documentário sobre manicômio da Bahia
Democratização dos Meios de Comunicação -ADO 11 no STF
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
30 horas é lei, não é opção!
Assistentes sociais aprovam paralisação de 24 horas no 1º de março
Em assembléia realizada nesta sexta-feira, dia 18/02, no auditório do Sindsprev-PE, os assistentes sociais do INSS aprovaram, por unanimidade, paralisação de 24 horas para a terça-feira, dia 1º de março, que será realizada em todo o país. Neste dia, a categoria vai realizar um ato público, às 10h, na Superintendência Regional Nordeste do INSS (Avenida Dantas Barreto, 300, Santo Antônio, em frente ao prédio JK). A concentração está marcada para as 8h, com carro de som, camisas padronizadas, faixas, apitos, narizes de palhaço.
A manifestação é um protesto contra o descumprimento da Lei 12. 317/2010, aprovada em agosto do ano passado, e que prevê a jornada de trabalho de 30 horas sem redução salarial para toda a categoria. No último dia 2 de fevereiro, o Ministério do Planejamento publicou no Diário Oficial da União (DOU) Orientação Normativa Nº 01/2011, instituindo a jornada de 30 horas como opcional. O profissional que optar pela redução da jornada reduzida terá seu salário reduzido proporcionalmente, ou seja, 33%.
Essa orientação causou indignação aos trabalhadores e trabalhadoras do serviço social, que sofrem com o processo de adoecimento em face do intenso ritmo de trabalho e pressão a que estão submetidos, além da natureza do tipo de função que realizam. É registrado que a categoria, junto com outros profissionais de saúde, apresenta um dos maiores índices de estresse, fadiga mental, doenças ocupacionais, desgaste físico e psicológico.
É importante ressaltar que no INSS já existem outras categorias contempladas com a redução da jornada de trabalho, sem redução salarial, a exemplo de jornalistas, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas. Para esse ato de protesto e luta, que acontecerá das 8h às 13h, conclamamos a participação dos companheiros e companheiras servidores do INSS, ativos e aposentados, assistentes sociais do banco de reserva do último concurso do instituto, de outros órgãos públicos de Pernambuco e do Nordeste, estudantes de serviço social e entidades representativas da categoria e a classe trabalhadora.
Mais um nó de aperto
Um pouco sobre o Código Florestal
Um pouco sobre o Código Florestal
Três redes de supermercados controlam metade dos alimentos no Brasil !!
Juntas, as redes de supermercados Carrefour, Walmart e Pão de Açúcar controlam 50% dos alimentos comercializados no Brasil, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Considerados os três maiores grupos do segmento em atuação no país, eles são responsáveis pela maior parte dos 20 mil produtos com marcas próprias lançados anualmente.
O integrante da Via Campesina Luis Zarre, acredita que essa concentração do mercado de alimentos desestabiliza as economias locais e prejudica tanto o agricultor, como os pequenos e médios empresários, além de reduz a presença de produtos orgânicos nas prateleiras.
“Essas redes reproduzem a geração de necessidades artificiais, ao contrário dos pequenos mercados, que comercializam o que é produzido naquela região.”
Atualmente, 10 empresas dominam o mercado mundial de sementes, chegando a operar 70% do fornecimento aos produtores rurais. Para Zarref, os agricultores perderam a autonomia sobre a produção quando as grandes empresas romperam o sistema de adubação, que antes era de origem animal e foi substituído por adubos químicos.
“Culturas que são bastante nutritivas, mas que não podem ser transformadas em commodities, estão sendo esquecidas. Não estão mais sendo produzidas. Hoje, quem recebe estímulo são as commodities, que estão voltadas para essa relação com as grandes empresas que dominam as sementes e os pacotes da revolução verde, de adubação química e agrotóxicos.”
Zarref ainda lembra que a demanda por produtos como o milho e a soja em países com problemas de segurança alimentar está reduzindo as áreas cultivadas com outras variedades de alimentos, o que determina os altos preços repassados ao consumidor.
De São Paulo, da Radioagência NP, Jorge Américo.
21/02/11
sábado, fevereiro 26, 2011
Documentário sobre manicômio da Bahia
Democratização dos Meios de Comunicação -ADO 11 no STF
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
30 horas é lei, não é opção!
Assistentes sociais aprovam paralisação de 24 horas no 1º de março
Em assembléia realizada nesta sexta-feira, dia 18/02, no auditório do Sindsprev-PE, os assistentes sociais do INSS aprovaram, por unanimidade, paralisação de 24 horas para a terça-feira, dia 1º de março, que será realizada em todo o país. Neste dia, a categoria vai realizar um ato público, às 10h, na Superintendência Regional Nordeste do INSS (Avenida Dantas Barreto, 300, Santo Antônio, em frente ao prédio JK). A concentração está marcada para as 8h, com carro de som, camisas padronizadas, faixas, apitos, narizes de palhaço.
A manifestação é um protesto contra o descumprimento da Lei 12. 317/2010, aprovada em agosto do ano passado, e que prevê a jornada de trabalho de 30 horas sem redução salarial para toda a categoria. No último dia 2 de fevereiro, o Ministério do Planejamento publicou no Diário Oficial da União (DOU) Orientação Normativa Nº 01/2011, instituindo a jornada de 30 horas como opcional. O profissional que optar pela redução da jornada reduzida terá seu salário reduzido proporcionalmente, ou seja, 33%.
Essa orientação causou indignação aos trabalhadores e trabalhadoras do serviço social, que sofrem com o processo de adoecimento em face do intenso ritmo de trabalho e pressão a que estão submetidos, além da natureza do tipo de função que realizam. É registrado que a categoria, junto com outros profissionais de saúde, apresenta um dos maiores índices de estresse, fadiga mental, doenças ocupacionais, desgaste físico e psicológico.
É importante ressaltar que no INSS já existem outras categorias contempladas com a redução da jornada de trabalho, sem redução salarial, a exemplo de jornalistas, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas. Para esse ato de protesto e luta, que acontecerá das 8h às 13h, conclamamos a participação dos companheiros e companheiras servidores do INSS, ativos e aposentados, assistentes sociais do banco de reserva do último concurso do instituto, de outros órgãos públicos de Pernambuco e do Nordeste, estudantes de serviço social e entidades representativas da categoria e a classe trabalhadora.
Mais um nó de aperto
Um pouco sobre o Código Florestal
Um pouco sobre o Código Florestal
Três redes de supermercados controlam metade dos alimentos no Brasil !!
Juntas, as redes de supermercados Carrefour, Walmart e Pão de Açúcar controlam 50% dos alimentos comercializados no Brasil, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Considerados os três maiores grupos do segmento em atuação no país, eles são responsáveis pela maior parte dos 20 mil produtos com marcas próprias lançados anualmente.
O integrante da Via Campesina Luis Zarre, acredita que essa concentração do mercado de alimentos desestabiliza as economias locais e prejudica tanto o agricultor, como os pequenos e médios empresários, além de reduz a presença de produtos orgânicos nas prateleiras.
“Essas redes reproduzem a geração de necessidades artificiais, ao contrário dos pequenos mercados, que comercializam o que é produzido naquela região.”
Atualmente, 10 empresas dominam o mercado mundial de sementes, chegando a operar 70% do fornecimento aos produtores rurais. Para Zarref, os agricultores perderam a autonomia sobre a produção quando as grandes empresas romperam o sistema de adubação, que antes era de origem animal e foi substituído por adubos químicos.
“Culturas que são bastante nutritivas, mas que não podem ser transformadas em commodities, estão sendo esquecidas. Não estão mais sendo produzidas. Hoje, quem recebe estímulo são as commodities, que estão voltadas para essa relação com as grandes empresas que dominam as sementes e os pacotes da revolução verde, de adubação química e agrotóxicos.”
Zarref ainda lembra que a demanda por produtos como o milho e a soja em países com problemas de segurança alimentar está reduzindo as áreas cultivadas com outras variedades de alimentos, o que determina os altos preços repassados ao consumidor.
De São Paulo, da Radioagência NP, Jorge Américo.
21/02/11